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Do Diário Bahia

O treinador Ferreira teve um mal-estar no domingo, dia em que o Itabuna, dirigido por ele, aplicou uma goleada de 4 a 0 no Colo-Colo. A informação é do repórter Wagner Mendes, da Rádio Difusora. O problema de saúde, supõe Mendes, deve ter sido pelo clima de tensão que envolve o Dragão do Sul, ameaçado de rebaixamento.

A vitória sobre o time ilheense tirou o azulino do fundo do poço, recolocando-o na briga por uma das duas primeiras posições do “Quadrangular da Morte” – os dois últimos colocados vão para a Segundona. Ferreira, ainda segundo o repórter, foi medicado e liberado.

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Coluna de José Simão na Folha de S. Paulo deste domingo (28):

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! Direto de Alagoas: “Mulheres denunciam que presos são obrigados a dançar o “Rebolation'”. Como assim?! Denúncia! Chama os Direitos Humanos. Rarará! E o preso que não souber o “Rebolation”? Vai pra solitária!? VAI! Aliás, hoje no Brasil, qualquer um que não saiba dançar o “Rebolation”, acaba na solitária!

E o presidente da Câmara de Itabuna: “Por falta de CLORO, a sessão tá encerrada”. E vamos pra piscina. Rarará! E essa semana eu vi uma coisa bizarra: o vídeo do pastor Teles. E sabe o que ele faz? Faz emagrecer! Tira o encosto da obesidade. Demônio da obesidade, sai desse corpitcho! É uma lipo gospel!

E sabe por que o Lula parou de beber? Pra não ver duas Dilmas! Rarará! E os textos do Bial? Parece um texto chinês de cabeça pra baixo. Letra de tango escrita por um gago. Ninguém entende nada. E eu vou lançar a BIALGRAFIA do Bial chamada “OI, BIAL”. E diz que o Bial vai entrar pra Academia Brasileira de Letras com o apoio da Ana Maria Braga e do Louro José!!!

E a “Volta do Túnel de Ovo”! Alguém já foi ao supermercado esses dias? Só tem ovo de Páscoa! É tanto ovo pendurado que você tem que fazer as compras de quatro. Sabão em pó? Não tem. Tem ovo. Desodorante? Não tem! Tem ovo! Aquele túnel de ovo! Com aquela eterna plaquinha: “Favor não apertar os ovos”. AIIIIII! Só de ler, senti dor. Custa escrever “de Páscoa”? Favor não apertar os ovos VÍRGULA de Páscoa!

Atenção! Boletim médico do Arruda! O Eramos6 disse que o ex-governador e ex-croque José Rouberto Arruda fez exame de cateterismo. Ops, mal CARÁTERterismo. O risco de obstrução nas artérias podia chegar a 50%. Mas ficou por 20% e mais 30 panetones por mês. Rarará! E eu sei como limpar a política em Brasília. Com DEMtergente! Rarará!

E os padres pedófilos? O papa Sebento 16 já começou com a “desculpation”. E padre que transa com menor de idade não é pedofilia. É PADREFOLIA! E aquele bar na estrada de Petrópolis, o Linguiça do Padre. Devia ser assim: Linguiça do Padre! Proibido para Menores. Rarará! O papa vai fechar o Linguiça do Padre!

E a Gisele Bündchen se aposentou! E alguém consegue chamar a Gisele de aposentada? Também, o que ela já andou! Mas ela é coroa. Modelo agora é tudo franguinha! Aliás, sabe o que as franguinhas falam pra Gisele no camarim? “TIA, ME PASSA O CABIDE”. Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno. E vai indo que eu não vou!

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O presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), Alfredo Melo, é aguardado para uma audiência pública nesta terça-feira (30), às 14 horas, no plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna.

A audiência foi convocada pelos vereadores Wenceslau Júnior (PCdoB) e Gerson Nascimento (PV), que desejam explicações sobre aumentos abusivos nas contas de água. Apontam-se elevações absurdas de até 300%.

O presidente deveria ter comparecido na semana passada, mas solicitou o adiamento da sessão.

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Se o torcedor itabunense está em festa por acreditar numa “virada” do Itabuna no sensacional “Torneio da Morte”, há uma leitura diferente. Segundo o polêmico e entendido (ops!) blog O Sarrafo o que aconteceu é que aquela sonora goleada do Azulino em cima do Colo Colo não passou de uma ajudinha dos ilheenses ao fraco e desesperado time de Ricardo Xavier:

– Colo Colo abre as pernas para salvar co-irmão Itabuna – resume o blog ilheense.

Será?

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Jaques Wagner teve nesta segunda-feira (29) o privilégio de ser o único entre os governadores presentes a discursar no lançamento da segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2. A cerimônia foi comandada pelo presidente Lula, no Palácio no Planalto.

O governador, aliás, não economizou elogios ao presidente, que esteve em Ilhéus e Itabuna há apenas três dias. Wagner disse que Lula está “refundando a nação brasileira, na auto-estima, na confiança, na visão de longo prazo, de estadista”.

Explicou, na definição desse país que Lula está reconstruindo: “é o país mais robusto que todos nós queremos”. E arrematou que, para o governante, “não importa o partido, o que importa é a necessidade do povo”.

Como o governador disse na última sexta-feira que primeiro elogia para depois “meter a faca”, o chefe supremo que prepare o bucho…

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Assim como o seu colega de parlamento Geraldo Simões (PT), o deputado peemedebista Raimundo Veloso nega ter fomentado vaias na visita de Lula ao sul da Bahia.

No caso de Geraldo, a autoria intelectual da maldade teria ocorrido em Itabuna, cidade onde o ministro Geddel Vieira Lima, o senador César Borges e o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, foram estrepitosamente vaiados. O petista, apesar da desconfiança geral, nega ter elocubrado o malfeito.

Já Veloso teria melado a festa em Ilhéus, onde os alvos dos apupos foram o governador Jaques Wagner e a deputada federal Alice Portugal (PCdoB).  Tal qual seu colega, o deputado diz que não tem nada a ver com a traquinagem, embora afirme considerar as vaias  uma manifestação perfeitamente inseridas no contexto democrático.

Então tá…

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Prefeito do PMDB denuncia armação contra Wagner

Ato em Carinhanha tinha vaia programada.

Embora eleição não seja como briga de torcida, os últimos acontecimentos da política baiana sugerem haver quem ainda pense assim.

Na sexta-feira passada, em Itabuna, o ministro Geddel Vieira Lima foi sonoramente vaiado ao subir ao palco do ato de inauguração do Gasene, sendo socorrido primeiro pelo governador Jaques Wagner e, depois, pelo presidente Lula.

Tratou de ir à forra logo após, em Ilhéus, quando correligionários seus vaiaram Wagner e a deputada Alice Portugal.

Como as vaias de Itabuna se repetiram por quatro vezes durante a solenidade – e em maior volume e ainda foram acompanhadas de palavras de ordem (“sai daí, Geddel!!”), a sede de vingança só poderia ser saciada às margens do Velho Chico, ontem, onde o governador tinha compromisso com a inauguração da ponte entre Malhadas e Carinhanha.

O prefeito de Malhadas, Valdemar Lacerda (PMDB), disse em alto e bom tom, em seu discurso, que “muita gente quis impedir que eu estivesse aqui, mas fiz questão de vir porque o tempo do chicote já passou”.

A fala do peemedebista gerou muitos bochichos entre os presentes que se perguntavam a quem pertenceria o chicote com o qual acenaram para que o prefeito não comparecesse para receber o governador na inauguração.

Nos bastidores falou-se ainda num telefonema disparado de um gabinete na Assembléia Legislativa no qual foi encomendada a Lacerda uma sonora vaia para o governador. Em praça pública, o prefeito foi polido. Evitou detalhar as instruções passadas e nem disse como respondeu de pronto a quem lhe acenou com o tal chicote.

A políticos próximos, confidenciou o relato completo. Lacerda brandiu, altivo, que não era moleque e jamais faria coisa parecida por ter aprendido “com Wagner a respeitar as pessoas, independente da posição política”. Dito e feito: recebeu o governador com toda a pompa e circunstância recomendada pelo protocolo e deixou claro que não aceita o chicote.

Resta saber de quem era o chicote, já que o mais célebre e habilidoso chicoteador da política baiana já não está entre nós.

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Marcondes, auxiliado pela esposa, leva 30 minutos para atravessar avenida (Foto Luiz Tito).

No prolongamento da avenida Inácio Tosta Filho, centro de Itabuna, um grande exemplo da total falta de respeito no trânsito: o casal Marcondes Carvalho e Josefa Maria Santos tenta atravessar a avenida, em frente à FTC/Itabuna, utilizando a faixa de pedestre.

Mesmo Marcondes sendo deficiente visual, ele e a esposa levaram cerca de 30 minutos para conseguir atravessar a avenida. Segundo Marcondes, que é morador em Salvador, esse comportamento também é bastante comum na capital baiana.

Autor do flagrante de desrespeito no trânsito itabunense, o fotógrafo Luiz Tito assim resumiu a cena: “total falta de respeito. É o lado humano cada vez mais esquecido”. A travessia só foi possível após a ajuda de um motorista de ônibus da Rota, informa Tito.

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César Borges | cesarborges@senador.gov.br

A história e a literatura são repletas de exemplos de que sempre foi mais fácil alimentar o antagonismo e a desconfiança que abrir o diálogo e a cooperação.

Diante disto, muitos se perguntam, de que vale dialogar e reduzir as distâncias? Alguém responderá: o inimigo nos mantém unido.

Defenderão identidade, cultura, pureza ideológica. Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade, drenando energia que poderia ser canalizada para a luta pelo desenvolvimento comum.

“Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade”

Diante dessas dificuldades, por que então um governador e um senador que estão em margens opostas do rio deveriam arriscar suas posições políticas confortáveis para dialogar entre si? Não posso falar pelo governador Jaques Wagner, mas, de minha parte, acredito, francamente, que todo diálogo leva à maturidade e sabedoria. A cooperação entre as forças políticas pode ajudar a Bahia a ser mais forte no plano nacional, enquanto instiga debate franco e transparente, sem que ninguém seja subjugado ou tenha que abdicar da história pessoal. Esta é a nova política que defendo para a Bahia.

Os frutos desse diálogo, que se faz à luz do sol, ajudaram muito nosso Estado. Conjuntamente, atuamos no Senado e no governo federal para garantir o trecho baiano da Ferrovia Oeste-Leste, que esteve ameaçado por uma emenda parlamentar de Minas Gerais.

Também foi trabalho comum trazer para a Bahia recursos de recuperação de estradas, através de um ministério comandado pelo meu partido, o PR. Outro exemplo é a renovação dos benefícios da Ford, um esforço do governador junto ao presidente Lula que relatei no Senado, aprovada agora.

Foi uma cooperação responsável e republicana.

Isto não quer dizer que vá ocorrer uma aliança política para as eleições de 2010.

Estamos analisando o convite do governador, mas há outros fatores que precisam ser levados em conta e é isto que estou fazendo: dialogando com todas as forças, para que o PR não seja caudatário de nenhum partido, mas seja um parceiro, porque tem sua própria contribuição a dar aos projetos que estão em debate, fruto da experiência de seus membros.

Por isto, converso também com o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima, sem esquecer meus antigos companheiros, porque política não se faz com exclusão ou isolamento.

Entretanto, agora que se aproxima a eleição, querem interditar o diálogo e nos fazer reféns do passado. Aprendi com o senador Antonio Carlos Magalhães que a Bahia vem em primeiro lugar e que os baianos exigem isto; com Luís Eduardo, que o diálogo pode reduzir as diferenças políticas. O próprio Luís Eduardo buscou uma ampla coalizão para governar a Bahia, projeto que Deus não quis que ele concluísse e que me coube tentar implementar. Os três candidatos a governador também querem ampliar suas alianças, porque sabem que a tarefa de governar a Bahia exige parcerias.

Esta semana, assisti ao filme Invictus, que conta um episódio inspirador na vida de Nelson Mandela. Eleito para presidir a África do Sul, ele arriscou o prestígio para unir o país em torno da seleção de rúgbi, identificada com o antigo regime. Mandela poderia ter recuado, mas superou a desconfiança dos brancos e negros, e hoje temos uma democracia multirracial na África. Foi uma união simbólica que deu suporte à conciliação do país. Mandela explicou aos companheiros: “Se eu não posso mudar diante de uma nova circunstância, como posso querer que os outros mudem?” Modestamente, me associo ao líder sul-africano.

Quando deixei meu antigo partido e me filiei ao PR, em 2007, disse que não queria ser prisioneiro do ressentimento. “Meu partido é a Bahia”, afirmei. Compreendi que fui eleito para uma realidade que mudou, e que não era correto tentar refazer a decisão do eleitor, salvo no momento próprio, que é agora, na eleição. Desse modo, ouvindo Geddel, Paulo Souto, Wagner, com respeito e atenção, vamos encontrar afinidade com a melhor agenda para os baianos. Um novo modo de fazer política toma forma na Bahia, mesmo sob combate dos radicais; independente de quem o PR vir a apoiar, a política baiana já não é mais a mesma.

César Borges é senador da Bahia e presidente do PR-BA.

Artigo extraído da edição de hoje do jornal A Tarde.

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As redes Insinuante e Ricardo Eletro decidiram se unir para criar a segunda maior empresa do varejo no Brasil, perdendo apenas para o grupo Pão de Açúcar/Casas Bahia. A união tem como objetivo ampliar os negócias das duas empresas no Nordeste e nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Juntas, as duas empresas têm 460 lojas e faturamento de R$ 4,6 bilhões, ano. A Insinuante nasceu em 1959 em Vitória da Conquista (BA) e a Ricardo Eletro na mineira Divinópolis, em 1989.

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Em entrevista concedida na manhã desta segunda-feira, 29, ao programa Bom Dia Bahia (Rádio Nacional), o deputado federal Geraldo Simões (PT) afirmou que não teve qualquer relação com as vaias dirigidas ao ministro Geddel Vieira Lima durante a inauguração do Gasene.

Segundo GS, as vaias foram uma manifestação espontânea de grande parte das cerca de 8 mil pessoas que participaram da solenidade na sexta-feira, 26, em Itabuna, na qual estavam presentes o presidente Lula e o governador Jaques Wagner, entre outras autoridades.

“Sou contra as vaias, mas não tenho como evitar o sentimento e as emoções das pessoas”, disse o deputado petista, mas sem deixar de dar uma alfinetada em Geddel, seu desafeto. “O que as pessoas não entendem é como Geddel é ministro por causa de Wagner e agora está contra”, declarou.

Com certa ironia, o deputado disse que já levou vaias e as recebeu “com humildade”.

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Um pré-candidato a deputado estadual vem chamando a atenção de quem atua nos bastidores da política baiana. A queixa generalizada (dos adversários) é a de que o homem tem inflacionado o sempre próspero mercado da compra de apoios (e de votos!). A comercialização é no atacado e no varejo. Em média, R$ 25 mil por “cabo eleitoral” em pequenos municípios. O que tem chovido de apoios de prefeitos e pequenas lideranças não está no gibi.