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Autoridades e entidades baianas lamentaram a perda do radialista Jota Silva, assassinado nesta terça-feira (5), em Itabuna. A Polícia Civil tenta identificar o suspeito do crime (veja aqui).

O secretário de Comunicação Social da Bahia, André Curvello, enviou nota de pesar à Rádio Jornal AM de Itabuna, onde o radialista trabalhava. “Solidarizo-me profundamente com todos aqueles que conheceram ou conviveram com Jota. Também lamento o trágico crime e ressalto que o governador Rui Costa determinou rigorosa apuração do caso, já a cargo da Polícia Civil da Bahia”, escreveu.

O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), afirmou que o comunicador será lembrado por sua amizade, companheirismo e dedicação. “Jota Silva soube ajudar as pessoas e defender o que acreditava ser a verdade pelo bem comum”.

Já o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), e o vice-prefeito Bebeto Galvão (PSB), em nota conjunta, declararam que Jota Silva marcou sua trajetória profissional com carisma e simplicidade e deixou um legado para a comunicação do sul da Bahia.

Amigo do radialista, o ex-vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), prestou condolências aos familiares, amigos e ouvintes do comunicador. “Era um profissional admirado pelo carinho com que lidava no tratamento de cada notícia veiculada. Sua morte desfalca o time do rádio evoluído e de comunicação popular de Itabuna”, disse.

A Associação Bahiana de Imprensa, em nota, manifestou pesar pelo crime e exaltou a história de mais de 40 anos de Jota Silva no rádio. “Aproveitamos o ensejo para solicitar às autoridades de segurança pública do estado uma investigação rigorosa deste crime e que os responsáveis possam ser punidos”, acrescentou a entidade.

O assassinato também levou a Associação dos Municípios do Sul, Extremo-sul e Sudoeste da Bahia (Amurc) a se manifestar. Segundo a Associação, o rádio baiano perdeu um profissional competente e muito querido.

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