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A equipe médica do Hospital Estadual Costa das Baleias (HECB), em Teixeira de Freitas, fez as primeiras cirurgias cardíacas da unidade inaugurada no início deste mês. Com isso, moradores de 22 municípios do extremo-sul da Bahia passaram a contar com as subespecialidades que contemplam a Unidade de Alta Complexidade em Cardiologia, incluindo cirurgias cardíacas e hemodinâmica.

As primeiras cirurgias beneficiaram dois pacientes que foram submetidos a procedimento para implante de marcapasso cardíaco. “O Serviço de Cirurgia Cardíaca é responsável por procedimentos como cirurgias endovasculares, de aorta, cirurgias cardíacas convencionais, cirurgias cardíacas minimamente invasivas e implante de dispositivos cardíacos artificiais, que são os marcapassos cardíacos”, explicou o coordenador médico do Serviço, Douglas Barbosa.

Cirurgias de maior complexidade estão programadas para os próximos dias, conforme adiantou Douglas Barbosa. “A região precisava de um hospital com estrutura desse porte, que atenda todas as subespecialidades para dar um atendimento por completo não só voltado à cirurgia cardíaca, como as outras especialidades. Todas são muito importantes para a população”, afirmou o profissional.

ESTRUTURA

Com 216 leitos, dentre os quais 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o HECB faz diagnósticos e tratamentos nas especialidades de clínica geral, ortopedia, cardiologia e angiologia, além de urologia, mastologia, cirurgia torácica, cirurgia vascular, neurocirurgia e oncologia.

Também integram o parque tecnológico do Hospital Estadual Costa das Baleias centro de bioimagem, ressonância magnética e tomografia computadorizada; ultrassonografia, eletroencefalograma (EEG), mamografia, eletrocardiograma (ECG), endoscopia e raio-x. O paciente é encaminhado para a unidade via Central Estadual de Regulação ou Sistema Lista Única.

Movimento alerta para malefícios do cigarro eletrônico || Foto Jóedson Alves/ABr
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No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta sexta-feira (31), a Fundação do Câncer lançou o #movimentovapeOFF, para chamar a atenção para o uso crescente dos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes. Dados da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) mostram que o consumo de vape aumentou 600% nas Américas, nos últimos seis anos.

O movimento da Fundação do Câncer faz parte da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) Proteger as crianças da interferência da indústria do tabaco, que visa evitar a formação de novos fumantes. A campanha pretende que os governos façam cumprir as determinações estabelecidas na Convenção Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) e as diretrizes adicionais do Artigo 13, adotadas na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2004 (COP 10), sobre proibição da propaganda, promoção e patrocínio do tabaco.

De acordo com a OMS, as empresas de tabaco gastam mais de US$ 8 bilhões por ano em marketing e publicidade. O foco principal, segundo o diretor executivo da Fundação do Câncer, cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni, é a população mais jovem, onde se dá o início da dependência, tentando estimular o consumo do cigarro eletrônico.

PRESSÃO

Maltoni destacou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a proibição de entrada no Brasil do cigarro eletrônico, mas admite que há uma pressão imensa por parte das indústrias de tabaco no sentido de formação de novos fumantes, “o que traz um risco grande para a população mais jovem e mais vulnerável”.

Para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco, a fundação optou por lançar o #movimentovapeOFF para passar a mensagem para os jovens que isso é ruim, com conteúdo importante sobre os malefícios que esses dispositivos trazem.

“A ideia do movimento é mobilizar de fato a sociedade, entidades públicas e privadas, para a gente vir juntos nessa causa, com objetivo de oferecer um futuro saudável para os nossos jovens. É por isso que estamos fazendo esse chamado de vir com a gente nesse movimento e se tornar um vapeOFF”, disse Maltoni à Agência Brasil.

De acordo com o médico, há uma falsa ilusão de que o cigarro eletrônico ajuda o fumante a largar o vício. “Isso não acontece. Acaba sendo uma porta de entrada para o vício. A gente já sabe também que quem começa a fumar o cigarro eletrônico tem o dobro de possibilidades de migrar para o cigarro convencional”, alerta.

Maltoni lembrou que não há nenhuma publicação científica que comprove a eficácia da utilização do cigarro eletrônico como instrumento para parar de fumar. “Pelo contrário. Só tem riscos. Há um volume de substâncias tóxicas, de substâncias cancerígenas e, sobretudo, um percentual de nicotina alto, que leva à dependência”.

Com mais de 200 sabores e aromas, de formatos variados, os cigarros eletrônicos enganam os jovens quando, na verdade, provocam catástrofes, como pneumonias graves, queimaduras, explosões, segundo especialistas. “Não tem nada de bom isso”, sustentou Maltoni.

Ele avalia que o grande desafio do movimento é chegar na população que está se formando e é vulnerável à entrada no vício e se transformar em um tabagista. “Acho que o grande desafio do movimento é mobilizar e informar, trazer questões claras”.

DESAFIO

Pesquisa do Ministério da Saúde revela que mesmo proibido no país, o cigarro eletrônico já foi experimentado por cerca de 1 milhão de brasileiros, dos quais 70% são jovens na faixa etária de 15 a 24 anos.

Segundo o epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer Alfredo Scaff, “além dos diversos malefícios, há uma prevalência de que crianças e adolescentes que usam vapes têm duas vezes mais probabilidade de fumar cigarros tradicionais na vida adulta”.

A Fundação do Câncer está formalizando parceria com o braço social da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), visando lançar um desafio universitário que convoque alunos de universidades públicas e privadas de todo o Brasil e professores para desenvolverem projetos que cheguem nos jovens, com a temática do cigarro eletrônico.

“Eles estão nos apoiando a construir um segundo movimento, um segundo desafio universitário para o Brasil todo, que é, justamente, a gente estimular o desenvolvimento de projetos que cheguem nos mais jovens até o nível secundário escolar, que possam sensibilizá-los, utilizando o linguajar dos jovens para que eles entendam que o cigarro eletrônico é tão ruim ou pior que o cigarro convencional”, disse Scaff.

Esse desafio será lançado no próximo ano. O projeto está sendo desenvolvido em conjunto pela Fundação do Câncer e Anup Social, prevendo-se ainda este ano o lançamento do edital. “Acho que é o único caminho: informação qualificada batendo na tecla e, sobretudo, sensibilizar os mais jovens, adolescentes, universitários. Eles podem ser fortes aliados dessa história”.

MORTES

De acordo com a OMS, há 1,3 bilhão de usuários de tabaco em todo o mundo. O tabaco mata cerca de 8 milhões de pessoas por ano, sendo mais de 7 milhões de fumantes ativos e em torno de 1 milhão de não fumantes passivos. Desse total, 1 milhão óbitos ocorrem nas Américas. A expectativa de vida dos fumantes é, pelo menos, 10 anos mais curta do que a dos não fumantes.

Pais alegaram motivo religioso para negar transfusão
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A equipe médica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, pode fazer transfusão de sangue para criança recém-nascida internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), se houver necessidade, independentemente do consentimento dos pais. A decisão é da Justiça da Bahia, ao acatar ação do promotor de Justiça Pedro Nogueira Coelho, do Ministério Público Estadual.

Conforme o promotor, apesar de informados sobre o risco de morte da criança, os pais alegaram motivos religiosos e não permitiram a transfusão sanguínea. Na decisão da última sexta-feira (24), a Justiça autorizou esse e qualquer outro procedimento necessário à preservação da vida e da saúde da criança.

A recém-nascida tem compleição física frágil e apresentou insuficiência respiratória, sendo mantida em ventilação mecânica, com problemas cardiológicos e hemorragia digestiva.

De acordo com o promotor de Justiça, direito à liberdade religiosa não deve se sobrepor ao direito à vida, que prevalece e deve ser salvaguardado. “Em que pese o profundo respeito ao direito concedido aos pais de dirigir aos seus filhos a criação e educação, devendo o Estado também respeitar as responsabilidades, os direitos e os deveres destes, é, por outro lado, imperioso verificar-se que não se pode restringir o direito da criança a ter sua vida e saúde protegidas, por conta da convicção dos pais”, argumentou Paulo Coelho.

ACOMPANHAMENTO

A pedido do MP-BA, a Justiça também determinou que o Serviço Social do Hospital faça visita técnica à residência da família, quando a criança tiver alta, para verificar as condições de acolhimento ao bebê.

O Hospital Materno-Infantil se manifestou sobre a decisão judicial, em nota. Segundo a instituição, a criança continua em estado grave. Contudo, até o momento, não houve necessidade da hemotransfusão. Atualizado às 11h30min para acrescentar a informação do Hospital.

Com tumor, itabunense vai completar dez meses na fila da regulação || Arquivo Pessoal
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A regulação é uma forma de otimizar e democratizar o acesso a serviços do Sistema Único de Saúde. A ideia é levar o paciente à unidade capaz de responder às especificidades de cada demanda. Por isso é comum ouvir que fulano está na “fila da regulação”, que estabelece a classificação de risco dos casos e determina o nível de prioridade de atendimento. Moradora de Itabuna, no sul da Bahia, Edimária Nascimento Silva, de 45 anos, está na fila da regulação desde julho passado (relembre).

Com um tumor de células gigantes no pé direito, ela ainda não conhece os efeitos da otimização do acesso ao SUS. Até aqui, sua experiência com a regulação da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) tem sido marcada por frustração, despesas e dor, segundo relato da paciente ao PIMENTA, nesta quinta-feira (16). A Secretaria nega a ocorrência de falha (leia ao final do texto).

No dia 5 de abril deste ano, ela foi a Salvador com a expectativa de ser atendida no Hospital do Subúrbio. A Sesab pagou as passagens de ônibus, mas, como não conhece a capital baiana e está com os movimentos limitados, Edmária custeou a viagem de acompanhante. Ao chegar no Hospital, recebeu a informação de que a unidade não faz os procedimentos necessários ao seu caso.

“Eles disseram para eu ir no Hospital Aristides Maltez. Eu fui e a equipe do Maltez disse que não me atenderia porque não houve encaminhamento [formal]. Só atenderiam se estive com câncer comprovado ou se tivesse sido encaminhada ou já internada no hospital”, disse Edmária.

Paciente aguarda confirmação de que tumor não é maligno || Arquivo Pessoal

Ao PIMENTA, a paciente esclareceu que um exame de ressonância magnética, no ano passado, indicou que o tumor é benigno, porém não se trata de diagnóstico definitivo, o que dependeria de biopsia, acrescentou. O nódulo cresce lentamente, mas de modo constante. Por trabalhar em pé, ela tem sofrido com inchaço e dores.

OUTRO LADO

O PIMENTA entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria da Saúde do Estado, que nega a ocorrência de falha. Segundo a Pasta, a solicitação inserida no sistema em nome da paciente era para consulta com especialista em pés. “Não havia nenhuma indicação ou sugestão de questões oncológicas”.

Conforme a Sesab, a paciente foi encaminhada para a consulta com o médico especialista segundo havia sido solicitado. “Edimária passou pela consulta e foi orientada a buscar atendimento na área de oncologia, serviço que não é ofertado no Hospital do Subúrbio.
Foi feita uma nova solicitação no sistema Lista Única e a paciente deve ser atendida em breve”, concluiu a Secretaria Estadual, em nota. Atualizado às 16h50min para acrescentar a informação da Sesab.

Conselho de Saúde aprova solicitação de auditoria ao DenaSUS || Foto PMI
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Do PIMENTA

O Conselho Municipal de Saúde aprovou, em votação unânime, a solicitação de auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) sobre a contratação de médicos como pessoas jurídicas pela Secretaria de Saúde de Ilhéus. O objetivo do órgão de controle social é que seja apurada a regularidade da prestação de serviços e dos respectivos pagamentos dos contratos firmados desde 2022.

O DenaSUS é o braço fiscalizador do Ministério da Saúde. Aprovado na última reunião do Conselho, quinta passada (9), o pedido de auditoria se baseou em informações da Aliança, entidade representante da sociedade civil com assento no colegiado, que fez visitas às unidades básicas de saúde do município e recolheu depoimentos de usuários do SUS, em abril, nas pré-conferências de saúde.

Uma das queixas mais recorrentes é a dificuldade de acesso a atendimento médico nos postos de saúde. Também foi apontada superlotação dos hospitais de referência (Costa do Cacau e Materno-Infantil) devido, em parte, à falta de resolutividade da Atenção Primária à Saúde em Ilhéus.

CONCURSO PÚBLICO

Perto do final do segundo mandato, o prefeito Mário Alexandre (PSD) não promoveu concurso público, até o momento. Há três anos, o Conselho Municipal de Saúde decidiu que o município deve seguir o que manda a Constituição e fazer concurso para os cargos na área de saúde, notadamente para a assistência nos postos e unidades de pronto-atendimento (UPAs).

No entanto, em 2022, a Secretaria Municipal de Saúde solicitou ao Conselho autorização para contratar médicos como pessoas jurídicas, alegando dificuldade de atrair os profissionais com os vencimentos pagos aos servidores efetivos.

Para o Sinpojud, que representa os servidores do Poder Judiciário no Conselho de Saúde e pautou o pedido de auditoria ao DenaSUS, os contratos de pessoas jurídicas devem ser substituídos por contratações efetivas, por meio de concurso, como determina a Constituição de 1988 – mesmo argumento usado pelo governo municipal em 2019, ao afastar os servidores não efetivos contratados entre 1983 e 1988.

O QUE DIZ A SECRETARIA DE SAÚDE DE ILHÉUS

Secretário Eduardo Nora: Sesau não tem nada a esconder

Nesta terça-feira (14), o PIMENTA ouviu o secretário de Saúde de Ilhéus, Eduardo Nora, sobre a decisão do conselheiros. Segundo o gestor, o Conselho errou ao solicitar auditoria no setor de Recursos Humanos, pois os contratos com pessoas jurídicas são da área de prestação de serviço médico. Ainda assim, a Sesau está à disposição para fornecer todos os dados, acrescentou. “Não temos nada a esconder”.

Eduardo Nora reconheceu a ocorrência eventual de falta de médico ao trabalho em posto de saúde, mas alegou que as faltas são descontadas dos valores contratados. O mesmo vale para o descumprimento de horário, afirmou. “Tenho problema de médico que falta, mas corto o ponto. Tenho problema de médico que não atende o tempo todo [previsto em contrato], e a gente tem cortado, trocado empresas. A gente tem cadastrado novas empresas”.

O secretário diz apoiar que o município faça concurso público, mas explicou que, em Ilhéus, essa é uma atribuição da Secretaria de Gestão. De todo modo, ele acredita que o certame não iria atrair médicos para cargos efetivos, por causa da remuneração ofertada, considerada baixa pelos profissionais da área, segundo ele. “Acho que é uma coisa irreversível os médicos trabalharem como PJ [pessoa jurídica]”, vaticinou.

Na avaliação de Eduardo Nora, a grande rotatividade dos profissionais no postos torna a pejotização o formato ideal para os contratos das secretarias municipais de saúde.

Hoje, em Ilhéus, um médico especialista recebe R$ 2.500 por plantão de 24h como PJ, enquanto o clínico geral ganha R$ 4.500 por mês, em regime semanal de 20h; e R$ 9 mil por 40h. Avaliar o impacto financeiro das contratações precárias (pejotizadas) na comparação com um cenário de contratos efetivos será um dos objetivos da auditoria do DenaSUS.

Diretor Egídio Feitosa apresenta balanço trimestral do HRCC || Foto PIMENTA
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Do PIMENTA

A direção do Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, promoveu a segunda reunião do Conselho Comunitário, formado por representantes dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), administração da unidade, povos originários, Maçonaria, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Ilhéus (CDL) e Igreja Católica. No encontro, a equipe técnica apresentou dados do fluxo de atendimentos no primeiro trimestre deste ano.

Nesse período, o setor de emergência do Hospital funcionou sobrecarregado, com ocupação acima de 100%. Segundo o balanço, o Costa já chegou a ter mais de 120 pacientes num local feito para acolher 45.

Ouvido pelo PIMENTA, o médico intensivista Egídio Feitosa Filho, diretor técnico do Hospital, afirmou que o setor funciona com alto desempenho, sob os cuidados de diversos profissionais. “É uma emergência com qualidade, do SUS, que tem todas as especialidades médicas e cirúrgicas. Temos neurocirurgião, cirurgião vascular, urologista, cirurgião geral etc.”.

Apesar da capacitação da equipe, segundo o diretor, a emergência é o maior desafio no cotidiano do Hospital. Porém, os casos são resolvidos de forma satisfatória, afirma. “No final, temos uma avaliação muito positiva, mas ainda é um lugar que precisamos criar uma dinâmica para melhor atender a essas pessoas, por conta de um volume grande de pacientes”.

De acordo com a direção do HRCC, a Secretaria da Saúde da Bahia contratou 36 leitos de retaguarda no Hospital São José, em Ilhéus, para receber casos menos graves. No entanto, tem havido dificuldades para transferir pacientes para a instituição privada, problema já notificado à Sesab.

REGULAÇÃO PRÉVIA

A equipe do Hospital Regional Costa do Cacau dialoga com as secretarias municipais de Saúde dos 91 municípios pactuados com a unidade, visando racionalizar o procedimento para o envio de pacientes. O principal objetivo é assegurar a regulação prévia. Segundo a direção, o Costa já recebeu 40 ambulâncias sem qualquer tipo de informação prévia em um só dia. Após diálogo com as prefeituras, mediado pelo Ministério Público da Bahia, o problema tem sido atenuado.

– Temos em torno de 53% dos atendimentos demandados por municípios sem regulação prévia. Apesar da porta aberta, precisamos de comunicação prévia, inclusive para o Hospital estar preparado para receber o paciente. Na grande maioria, os municípios pequenos não têm estrutura adequada de atendimento e vêm, sim, pacientes classificados como azul e verde, o que deveria ter sido resolvido lá [na cidade de origem do caso] – explicou o diretor Egídio Feitosa Filho.

REUNIÕES A CADA 90 DIAS

O médico ressaltou que as reuniões do Conselho Comunitário serão organizadas a cada 90 dias, para que o Hospital e a comunidade tenham interlocução direta. “Aqui a gente mostra o que acontece no Hospital. Trazemos os números, os atendimentos e qual foi a mudança que o Hospital trouxe para a nossa região. Mas o Conselho também está aqui para receber as demandas, para que a gente possa abraçar e tentar ajudar”.

Rosângela Melo: HRCC deve ser defendido por todos os segmentos || Foto PIMENTA

A médica pneumologista Rosângela Carvalho de Melo é professora da Universidade Estadual de Santa Cruz e coordenadora da Residência em Clínica Geral do Costa. No Conselho Comunitário do Hospital, representa o Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb). Para ela, a instância de controle social é um espaço democrático, em que os profissionais e usuários do SUS podem se manifestar e contribuir para o aperfeiçoamento do Hospital,

“O Hospital Regional Costa do Cacau foi uma grande conquista para essa região. Muitas coisas que eram barreiras, que não existiam na região, puderam ocorrer. Sempre existem melhorias a serem buscadas, mas eu acho que esse Hospital é uma instituição para ser defendida, com todas as forças, por todos os segmentos, usuários, médicos, enfermeiras, assistentes sociais, fisioterapeutas. Aqui encontramos um lugar para exercer a prática profissional com dignidade e qualidade”, concluiu.

Vacina liberada para todos acima de seis meses de idade || Foto PMI
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A Secretaria de Saúde de Ilhéus seguiu recomendação do Ministério da Saúde e liberou a vacina contra a gripe Influenza para todas as pessoas acima de seis meses de idade. Segundo a Prefeitura, a decisão considera a realidade epidemiológica e o estoque disponível.

A Prefeitura ressalta a manutenção dos esforços para vacinar os grupos prioritários, a exemplo de gestantes, puérperas, idosos, crianças menores de cinco anos e indivíduos com comorbidades ou condições clínicas especiais, como diabetes e obesidade.

Segundo levantamento feito pelo PIMENTA no Painel Influenza 2024, do Ministério da Saúde, os grupos prioritários somam 92.382 pessoas em Ilhéus. Desse total, 6.346 receberam a vacina, equivalente a 8,82% do público-alvo.

Conforme a Prefeitura, para ser vacinado, basta se dirigir com documento de identificação ao posto de saúde mais próximo de casa. Para menores de 18 anos, também é necessário estar acompanhado dos pais ou responsáveis.

Coordenadoras apontam falta de insumos e profissionais no Hospital Materno-Infantil
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A coordenação da UTI Neonatal do Hospital Materno-infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, suspendeu a admissão de novos pacientes neste domingo (5), devido à falta de insumos, segundo comunicação interna à qual o PIMENTA teve acesso. Ouvido pelo site, o diretor médico do Hospital, Samuel Branco, confirmou a interrupção temporária das internações e informou que elas foram retomadas hoje (6), após a chegada dos materiais.

Assinada pelas coordenadoras da Neonatologia do Hospital, Nayana Galavotti e Verusca Lino, a comunicação aponta que a escassez de medicamentos básicos afeta a qualidade do atendimento em diversos setores, principalmente o de neonatologia. “Médicos, enfermeiros e técnicos são forçados a tomar decisões difíceis sobre o uso de recursos limitados”, diz o documento.

As coordenadoras também solicitaram a contratação de profissionais de enfermagem para suprir as demandas da UTI Neonatal, do Alojamento Conjunto e de mais duas unidades (UCINCo e UCINCa).

Inaugurado em dezembro de 2021, o Hospital Materno-Infantil foi construído pelo Governo da Bahia na área onde funcionou o extinto Hospital Geral Luiz Viana Filho, na Conquista. Ele é administrado pela Fundação Estadual Saúde da Família (Fesf-SUS). No mês passado, a unidade ultrapassou a marca de 7 mil partos.

Domilene, Patrícia e Samuel durante visita da superintendente ao Hospital
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Primeiro hospital da Bahia habilitado para o atendimento aos povos originários, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, recebeu a visita da superintendente de Políticas para os Povos Indígenas do Estado, Patrícia Pataxó. Acompanhada dos diretores da instituição, Domilene Borges (diretora-geral) e Samuel Branco (diretor-médico), Patrícia conheceu as instalações do HMIJS e teve acesso aos principais resultados obtidos pela unidade. Dentre os números apresentados, o nascimento de 252 bebês indígenas.

“Me sinto feliz e animada”, afirmou a superintende, que conheceu o trabalho do Hospital nesta segunda-feira (29). “Percebi, de fato, o acolhimento e o compromisso de toda a equipe e me dá tranquilidade saber que o meu povo está sendo muito bem tratado por uma equipe que respeita as nossas culturas e tradições”, completou Patrícia Pataxó.

A Bahia tem 229.103 habitantes indígenas de 31 etnias. Trata-se da segunda maior população de povos originários do Brasil e corresponde a 1,62% dos moradores do estado. Salvador é a segunda capital mais indígena do Brasil. No ranking das 50 cidades do Brasil com maior comunidade do grupo étnico, a Bahia ainda conta com Porto Seguro, em 14°, e Ilhéus, 21°. Entre a pesquisa de 2010 e de 2022, ocorreu em todo o Brasil um acréscimo de 88,8% no contingente absoluto de pessoas que se autodeclararam indígenas.

De acordo com Patrícia, o Materno-Infantil deve ser visto como um exemplo não só para a Bahia mas, também, para o Brasil. A unidade conta com 105 leitos, destinados à obstetrícia, à gestação de alto risco, pediatria clínica, UTI pediátrica, UTI neonatal e centro de parto normal, integrados à Rede Cegonha e atenção às urgências e emergências, com funcionamento 24h e acesso por demanda espontânea e referenciada de parte significativa da região sul da Bahia.

Construído pelo Governo da Bahia e entregue em dezembro de 2021, o Hospital recebeu investimentos de aproximadamente R$ 40 milhões, considerando obras e equipamentos. Nos dois anos e quatro meses de funcionamento, ultrapassou a marca de 7 mil partos e 15 mil internações.

Maraú registra primeira morte causada pela dengue em 2024
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A Bahia registrou, nesta sexta-feira (26), mais duas mortes causadas pela dengue. Os novos casos foram registrados em Caraíbas e Maraú, no centro-sul e baixo-sul do estado, respectivamente. Agora, o estado registra 49 óbitos decorrentes da doença em 2024.

A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) indicou um aumento de 702,9% nos casos da doença neste ano. Até o dia 20 de abril, 153.404 casos prováveis foram notificados no estado. No mesmo período de 2023, o registro foi de 19.106 casos.

Vitória da Conquista lidera o número de casos, com 24.111, seguida por Salvador, com 6.796, e Feira de Santana, com 6.239 casos prováveis da doença. A Bahia tem taxa de letalidade de 2,9%, menor do que a média nacional.

Vitória da Conquista também é a cidade com mais mortes por dengue neste ano, 10. Na sequência, vêm Jacaraci (4), Feira de Santana (3), Juazeiro (4), Piripá (3), Caetité (2), Santo Antônio de Jesus (2), Barra do Choça (2), Coaraci (2), Caetanos (1), Campo Formoso (1), Carinhanha (1), Encruzilhada (1), Guanambi (1), Ibiassucê (1), Irecê (1) e Palmas de Monte Alto (1).

E, ainda, Santo Estevão (1), Seabra (1), Várzea Nova (1), Bom Jesus da Lapa (1), Caculé (1), Ipiaú (1), Luís Eduardo Magalhães (1), Caraíbas (1) e Maraú (1).

Autistas terão passe livre em ônibus urbano em Porto Seguro || Reprodução
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Os vereadores de Porto Seguro aprovaram, em sessão nesta quinta-feira (25), o projeto de lei que assegura às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus acompanhantes o passe livre no transporte coletivo municipal.

Conforme o texto do Projeto de Lei nº 011/2024, de autoria do vereador Vinicius Parracho, para ter acesso à gratuidade, basta apresentar a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) ou qualquer outro documento que comprove a condição, como laudo médico.

Nos casos em que houver a necessidade de acompanhante, este também terá assegurado o passe livre, mediante a apresentação de declaração médica atestando que o passageiro com TEA não pode viajar desacompanhado.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, o vereador Vinicius Parracho criticou a burocracia que existe atualmente para obtenção do passe livre no município e disse que a aprovação do projeto vai facilitar o acesso gratuito das pessoas portadores de TEA ao transporte público. Veja mais no Radar64.

Evento científico na Afya discute autismo e novidades em psiquiatria e neurologia || Foto Divulgação
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A Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna/Afya promoveu o I Congresso Baiano de Psiquiatria e Neurologia, no auditório da instituição, na Avenida Ibicaraí, Nova Itabuna, na segunda e terça-feiras (22 e 23). Com programação abrangente e conferencistas de renome, o evento científico proporcionou dois dias de intenso compartilhamento de conhecimentos e experiências para os participantes.

Os trabalhos foram abertos com mesa-redonda com a coordenadora do curso de Medicina da Afya em Itabuna, Mércia Margotto, pelo diretor-geral, Luciano Tourinho, e pelo coordenador de Pós-graduação, Pesquisa, Extensão, Inovação e Internacionalização (Coppexiii), Pedro Campos, além de Thatiana Paz, docente e pós-graduada em transtorno do espectro autista.

Dentre os temas abordados ainda no primeiro dia, o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e suas diferentes abordagens, tendo Raphael Rangel Almeida como conferencista. Thatiana Paz falou sobre o transtorno do espectro autista, enquanto Arlete Petry e Marcos Petry abordaram o autismo na visão de um autista. Marcelo Masruha abordou os distúrbios motores, abordando movimentos atípicos na criança e no adolescente”.

A médica Ana Paula Rios Rodrigues falou de novos tratamentos em psiquiatria e Fernando dos anjos Schmitz abordou a importância do diagnóstico precoce da hidrocefalia na infância. Outra palestra que atraiu a atenção do público foi proferida por Lindomar Coutinho da Silva, abordando espiritualidade e saúde mental.

O evento científico ainda reuniu profissionais para abordar palestras sobre novidades no tratamento de quadros demenciais, o que fazer pela saúde mental e bem-estar e intervenções da psiquiatria moderna, com Antônio Fernando Ribeiro Silva, Christiane Vanessa de Oliveira e Gentil Neto, respectivamente. O encerramento teve espaço para a premiação dos melhores trabalhos científicos produzidos pelos discentes.

CONSTRUÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS

Para o diretor da Afya Itabuna, Luciano Tourinho,o Congresso visou não apenas o avanço científico, mas também o fortalecimento da comunidade acadêmica e o impacto positivo que isso tem na sociedade. “Ao longo desses dias, testemunhamos o compartilhamento de ideias, a construção de novos conhecimentos e, acima de tudo, o comprometimento de cada um em fazer a diferença na psiquiatria e na neurologia. Que possamos levar adiante o que aprendemos e, sobretudo, colaborar na promoção da saúde mental e o bem-estar em nossa comunidade”.

Reunião discute ações contra a dengue no estado
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Do início deste ano até o último dia 13, a Bahia notificou 134.953 casos prováveis de dengue e registrou aumento de 667% em relação ao mesmo período do ano anterior. A macrorregião de saúde do Sudoeste concentra 44% dos casos e 65% dos óbitos. No mesmo período de 2023, foram notificados 17.595 casos prováveis. Ao todo 269 municípios estão em epidemia.

A Bahia possui uma taxa de letalidade de 2,7%, menor do que a média nacional. Ao todo, foram confirmados 37 óbitos por dengue nos municípios de Vitória da Conquista (8), Jacaraci (4), Feira de Santana (3), Juazeiro (3), Piripá (3), Caetité (2), Santo Antônio de Jesus (2), Barra do Choça (1), Caetanos (1), Campo Formoso (1), Carinhanha (1), Coaraci (1), Encruzilhada (1), Guanambi (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Palmas de Monte Alto (1), Santo Estêvão (1) e Seabra (1).

CASO MAIS PREOCUPANTE

Nesta segunda-feira (15), durante a reunião semanal do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes), que reúne representantes de diversas esferas governamentais, além do Conselho Estadual de Saúde (CES) e Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-BA), o município de Vitória da Conquista foi citado como o caso mais preocupante.

“Vitória da Conquista lidera o número de casos prováveis e mortes da doença na Bahia. Hoje, o município tem o triplo de casos de Salvador e quatro vezes mais do que Feira de Santana. São 21.099 casos e 8 mortes confirmadas por dengue, isso sem contar as 2.378 notificações de Chikungunya e 1.123 de Zika”, afirmou o subsecretário da saúde do Estado, Paulo Barbosa.

O subsecretário da saúde enfatiza a necessidade de uma resposta coordenada e integrada para combater a expansão da doença. “Com cada um fazendo a sua parte é possível conter o avanço da dengue e evitar novas mortes. E neste cenário, o Governo do Estado já investiu mais de R$ 21 milhões, abrangendo a aquisição de novos veículos de fumacê, distribuição de kits para agentes de endemias, envio de medicamentos e equipamentos, além da oferta de treinamento para equipes assistenciais”, ressaltou.

Essas ações são complementadas pela mobilização das forças de segurança e emergência e pelo uso de agentes com bombas costais em apoio aos municípios para aplicar inseticida nas áreas mais afetadas.

Nos municípios mais afetados, como Vitória da Conquista e Feira de Santana, o Governo do Estado tem sugerido a imediata instalação de unidades de referência para acolhimento, notificação, coleta de amostras e referenciamento para unidade hospitalar, quando necessário. Contudo, as medidas propostas ainda não foram plenamente adotadas, segundo a gestão estadual.

VACINAÇÃO

Até o momento, a Bahia recebeu 170.469 doses de vacina contra a dengue, com 110.448 administradas. A campanha está focada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Público-alvo da campanha tem de 10 a 14 anos || Foto ABr.
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A sede provisória da Rede Frio, na Rua Nações Unidas, Centro de Itabuna, recebe, nesta quarta-feira (17), das 16h às 20h, mais uma ação noturna da campanha de vacinação contra a dengue, promovida pela Secretaria de Saúde do Município.  O objetivo é imunizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Segundo a com a coordenadora da Rede Frio, enfermeira Camila Brito, a adesão à campanha está baixa e precisa melhorar. Segundo ela, considerando apenas o público-alvo atual, Itabuna tem 15 mil habilitados, mas, até agora, só vacinou 1.223. “Não alcançamos nem 10% do público-alvo da meta da campanha. E olha que estamos falando de uma doença grave, epidêmica e que pode levar à morte”, alertou a enfermeira, dirigindo-se aos países e responsáveis.

Ela também ressaltou a segurança da vacina Quêdenga, a única em uso no País. O imunizante é do laboratório japonês Takeda.

Para receber a dose da vacina, é preciso que a criança ou adolescente esteja acompanhado dos pais ou responsável e apresente Cartão de Vacina, RG e CPF. “É importante lembrar que pessoas que tiveram dengue recentemente só podem ser vacinadas num intervalo de seis meses”, concluiu a enfermeira do município.

Dia D será neste sábado (13), com vacinação das 8h às 16h
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Seguindo o calendário do Programa Nacional de Imunizações, a Secretaria de Saúde de Itabuna promove, neste sábado (13), das 8h às 16h, o dia D de Vacinação contra a gripe Influenza. O atendimento será ofertado nas unidades de saúde Alberto Teixeira Barreto, na Califórnia;  Fátima II, no Fátima; Möise Hage, no Lomanto; Nova Ferradas; Roberto Santos, no Santo Antônio; José Edites dos Santos, no São Caetano; Lourdes Alves, no Jardim Primavera; e a Rede de Frio, na Rua Nações Unidas, no Centro.

O público-alvo da campanha é formado por crianças de seis meses a 5 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, professores, idosos, indígenas, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, pessoas com deficiência e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas que aumentam a vulnerabilidade à gripe.

E ainda, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso, trabalhadores portuários, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas.

O Ministério da Saúde informa, no Painel Influenza, que Itabuna tem 73.433 pessoas no grupo prioritário. Desse total, 5.687 (8,79%) receberam a vacina. Para ser imunizado, é necessário apresentar RG, CPF, Certidão de Nascimento e Cartão de Vacina.