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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje (15) a distribuição e comercialização em todo o território nacional do cosmético gel antisséptico Premisse, fabricado pela empresa Proline Indústria e Comércio Ltda. A restrição é para os lotes 000564, com validade até março de 2016, e 000585, válido até abril do ano que vem.

De acordo com a Anvisa, laudos de análise fiscal, emitidos pela Diretoria do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal, apresentaram resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico do produto. A suspensão foi determinada porque a empresa responsável pelo cosmético não apresentou recurso solicitado na perícia de contraprova.

Em resolução publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, a Anvisa determina ainda que a empresa recolha todo o estoque existente no mercado relativo aos lotes do produto descrito.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje (19) a distribuição, comercialização e o uso, em todo o território nacional, do Lote nº 713005 do medicamento Aldosterin (Espironolactona 100mg, cartela com 16 comprimidos). O produto, fabricado pela empresa Aspen Pharma Ind. Farm. Ltda., tem validade até 4/2016.
De acordo com a Anvisa, a suspensão se deve a resultados insatisfatórios obtidos em ensaios de descrição de amostra e aspecto. A Anvisa determinou ainda que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado. A medida foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

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Venda e uso de lote de medicamento são suspensos.
Venda e uso de lote de medicamento são suspensos.

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (18) no Diário Oficial da União suspende a distribuição, o comércio e uso, em todo o território nacional, do Lote 130886 (val.: 8/2015) do produto Mebendazol 20mg/ml, suspensão oral 30ml, fabricado pela empresa Mariol Industrial Ltda.
De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz apontou resultado insatisfatório no ensaio de aspecto, no qual foi constatada a presença de grumos e sedimentos depositados. A Anvisa determinou ainda que a empresa promova o recolhimento das unidades existentes no mercado relativas ao lote.
Por meio de nota, a empresa Mariol Industrial Ltda informou que, em alguns lotes do produto Mebendazol 20mg/ml, foi identificada uma suspensão não homogênea, com grumos e sedimentos depositados no fundo do frasco após agitação. Ainda segundo o fabricante, foi aberto processo de investigação e o medicamento teve sua produção temporariamente suspensa.
“A parada da comercialização do produto em questão não vai gerar desabastecimento do mercado, pois os pacientes terão outras alternativas terapêuticas com medicamentos substitutos existentes no mercado nacional, na mesma concentração e forma farmacêutica”, informou a empresa. Da Agência Brasil.

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SÃO LOURENÇO ÁGUAResolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (15) no Diário Oficial da União proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do Lote 32966047S1 (validade: 23/10/2014) do produto Água Mineral Natural da marca São Lourenço, produzido pela Empresa Nestlé Waters Brasil – Bebidas e Alimentos Ltda.
De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação sanitária no lote. A resolução entra em vigor nesta sexta-feira.
Segundo o Departamento de Química da Universidade de São Paulo (USP), a bactéria atinge principalmente os pulmões de pessoas que apresentam imunidade baixa.

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (14) no Diário Oficial da União suspende, em todo o território nacional, propagandas divulgadas pelo site  e em todo e qualquer tipo de mídia relativas ao produto Keraplex Bio.
De acordo com o texto, o site apresenta alegações como “Keraplex Bio é ideal para toda mulher que tenha queda de cabelo – independentemente da idade”; “Keraplex Bio combina estas substâncias numa fórmula ideal para o tratamento da queda de cabelo”; e “Keraplex Bio é projetado especificamente para trabalhar com a química do cabelo que está afinando ou caindo e inclui ingredientes importantes na nutrição e reforço do cabelo”.
Segundo a Anvisa, a legislação brasileira prevê que alimentos embalados não devem apresentar rótulo que aconselhe seu consumo para melhorar a saúde, para prevenir doenças ou com ação curativa. Da Agência Brasil.

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (30) no Diário Oficial da União suspende a distribuição, a comercialização e o uso, em todo o território nacional, do lote 12096555 (validade: 09/2015) do medicamento Imipra 25mg (cloridrato de imipramina), apresentação de 200 comprimidos, fabricado pela empresa Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
De acordo com o texto, a própria empresa encaminhou à Anvisa um comunicado de recolhimento do produto devido a resultados insatisfatórios no teste de teor de princípio ativo.
A agência determinou que a empresa recolha todo o estoque existente no mercado relativo ao lote. A resolução entra em vigor hoje.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (29) a promoção de consulta pública para definir alterações nos rótulos de alimentos que contém ingredientes capazes de provocar alergia.
Entre as chamadas substâncias alergênicas a serem listadas nas embalagens dos produtos estão cereais com glúten, crustáceos, ovo, peixe e amendoim; o leite, a soja, castanhas em geral, nozes e os sulfitos (presentes no vinho). Alimentos que contenham traços ou derivados desses ingredientes devem mostrar o aviso em seus rótulos.
O diretor da Anvisa, Renato Porto, admite que a atual rotulagem de produtos muitas vezes não traz a informação clara de quais substâncias alergênicas estão contidas no alimento. Um dos exemplos citados por ele trata do caseinato de sódio, proteína derivada do leite e que pode provocar efeito adverso severo em crianças com intolerância à lactose. “As pessoas precisam saber que o alimento tem algum produto que pode ter traço alergênico, e que as severidades para o efeito adverso podem ser graves”, explicou.
A consulta pública, segundo Porto, ficará disponível pelo maior prazo possível, de 60 dias, para que a sociedade possa contribuir para a escolha da melhor forma de informar ao consumidor a presença de ingredientes alergênicos em alimentos. “A gente espera que, em 60 dias, a demanda volte para Anvisa, e que ela consiga trazer a melhor forma de regulamentação”, disse, ao se referir, por exemplo, à definição de tamanho e localização, no rótulo, do aviso de ingrediente alergênico.

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restaurante2Aline Valcarenghi | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou proposta que prevê categorização de serviços de alimentação. A intenção da agência reguladora é informar o consumidor sobre a limpeza do bar, da lanchonete, ou do restaurante que frequentam. Os estabelecimentos podem ser classificados em três categorias: A, B e C, sendo A a melhor classificação.
A princípio, 2.500 estabelecimentos das cidades com jogos da Copa do Mundo de 2014 e de alguns municípios interessados vão participar voluntariamente do projeto piloto, que será aplicado durante a copa. Cada cidade participante escolheu os critérios para os estabelecimentos participarem do projeto. Algumas cidades escolherem avaliar lugares que servem pratos regionais, outras decidiram avaliar por critério geográfico, como localização perto de shopping ou de metrô, caso de São Paulo.
A proposta brasileira baseia-se em experiência semelhante de cidades estrangeiras como Los Angeles e Nova York, nos Estados Unidos, e Londres, na Inglaterra. Os critério higiênicos e sanitários serão avaliados pela vigilância sanitária de cada município. O projeto se estende até o dia 31 de agosto, quando será avaliado.

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ronco insôniaDa Agência Brasil
Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta quinta-feira, 23, no Diário Oficial da União, suspende a importação, distribuição, comércio e o uso, em todo o território nacional, do produto Anel para Ronco.
De acordo com o texto, o produto, vendido por meio de propaganda no site www.deixarderoncar.com.br (que já está fora do ar) para o tratamento de ronco, insônia e sono agitado, não tem registro ou cadastro na agência.
Também fica suspenso qualquer tipo de propaganda ou publicidade do produto realizadas em todos os meios de comunicação.

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Paula Laboissière | Agência Brasil
Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (10) no Diário Oficial da União suspende a fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso de todas as tintas para tatuagem da marca Supreme, fabricadas por Tseva Indústria e Comércio de Tintas Artísticas Ltda.
O texto também determina a apreensão e a inutilização dos produtos em todo o território nacional. De acordo com a publicação, foi constatada fabricação e comercialização irregular das tintas para tatuagem que, segundo a Anvisa, não têm registro ou autorização de funcionamento.
A resolução entra em vigor na data da publicação.

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Vai apimentar a noite? Cuidado!
Vai apimentar a noite? Cuidado!

Quem planeja “algo mais” para esta noite de sexta-feira, 13, deve ficar esperto para o caso de recorrer a algum produto erótico. É que alguns desses itens que atiçam a libido são comercializados sem registro e acabam de ser alvo de uma medida dura (ops!) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Conforme está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União, a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, venda e uso de mais de 30 produtos eróticos. A restrição atinge pelo menos seis empresas que atuam em todo o País.

Na lista de itens que devem ser imediatamente retirados das prateleiras, constam os seguintes: “Gotas do Delírio Afrodisíaco”, “Dose de Amor – Magia do Sexo” e “Prolong – retardante masculino”. A relação inclui ainda lubrificantes, sprays analgésicos, energéticos e óleos “beijáveis”.

Se você é do tipo que não dispensa tais adjutórios, vale a pena indagar sobre o regularidade do produto que compra. Vai que…

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Depois de anular concurso realizado no dia 2 de junho, por conta de irregularidades, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira, 28, as novas datas nas quais os candidatos serão submetidos às provas. Elas irão ocorrer nos dias 1º de setembro (para os que concorrem a cargos de nível superior) e 15 de setembro (para quem disputa cargos de nível médio).
Segundo a Agência Brasil, as irregularidades detectadas no dia 2 atingiram de 2 a 3 mil candidatos em três estados. Cerca de 125 mil participam do concurso, organizado pelo Instituto Cetro.
Os candidatos que não quiserem mais participar do certame podem pedir devolução da taxa de inscrição. O requerimento deve ser apresentado de 2 a 4 de julho, no site da Cetro Concursos.

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concursosO novo concurso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deverá ser aplicado em agosto, informou hoje (14) o diretor-presidente da agência, Dirceu Barbano. Segundo ele, essa é uma data provável, considerando que a Anvisa prevê que a empresa responsável pelo certame, a Cetro, terá até 60 dias para organizar um novo concurso.
A prova aplicada no dia 2 deste mês foi anulada porque foram verificadas irregularidades em três estados. Os mais de 125 mil candidatos em todo o país terão de fazer uma nova avaliação, elaborada pela mesma banca, apesar do ocorrido. Estima-se que entre 2 mil e 3 mil pessoas tenham tido problemas no dia da prova.
Segundo Barbano, um novo concurso terá de ser feito nacionalmente, para todos os cargos, porque não é possível garantir que não vazaram informações a outros candidatos. “Ainda que os problemas identificados se refiram a apenas algumas pessoas, não é possível afirmar que não tenha havido contaminação para o restante. Não podemos ter o concurso gerando qualquer atitude não isonômica de participação dos candidatos.”
Ainda em relação ao novo certame, caso algum candidato não tenha interesse em fazê-lo, a Cetro terá de reembolsar o valor da taxa de inscrição – R$ 70 para as provas de nível superior, R$ 50, para as de nível médio. Informações da Agência Brasil.

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sibutramina Agência BrasilDa Agência Brasil
Os emagrecedores à base de sibutramina continuarão com a venda liberada no país. A decisão, tomada hoje (27), é da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência reguladora monitorou o medicamento ao longo do ano passado.
Em 2011, a Anvisa decidiu banir os emagrecedores à base de anfepramona, femproporex e mazindol, os chamados anfetamínicos. Já a sibutramina permaneceu liberada, mas com restrições. Pacientes e médicos devem assinar um termo de responsabilidade, apresentado junto com a receita na hora da compra.
A Resolução 52, de 2011, da Anvisa, definiu que profissionais de saúde, empresas detentoras de registro e farmácias e drogarias têm de notificar, obrigatoriamente, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária em casos de efeitos adversos associados ao uso de medicamentos com sibutramina.
Em março, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, declarou não haver motivos para proibir a venda da substância, uma vez que estudos feitos pela agência não indicaram aumento no uso da sibutramina, mesmo com a proibição de outros emagrecedores.

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adesA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução no Diário Oficial da União  desta segunda-feira (8) revogando a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo de produtos da marca AdeS alimento com soja, fabricados pela linha de produção TBA3G da Unilever Brasil, em Pouso Alegre (MG).
A resolução esclarece que a decisão de suspender a proibição levou em conta relatório de inspeção sanitária feita na empresa pela Vigilância Sanitária de Minas Gerais e de Pouso Alegre, entre 18 e 22 de março. A agência considerou  satisfatórios os esclarecimentos apresentados pela empresa.
A mesma resolução mantém a proibição de distribuição, comercialização e exposição ao consumo em todo o país do lote AGB25 do alimento com soja sabor maçã, de 1,5 litro, da marca Ades, por estar “em desacordo com as regras da legislação sanitária e por apresentar risco à saúde”.  Trata-se de lote fabricado no dia 25 de fevereiro e que teria validade até o dia 22 de dezembro deste ano.
Em nota, o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares, disse que as investigações realizadas pela agência mostraram que a “falha foi pontual”. À Agência Brasil ele esclareceu que a Anvisa vai monitorar as medidas corretivas que estão sendo implantadas pela empresa. Segundo o diretor, a liberação da linha de produção não exime a empresa de dar continuidade às ações de recolhimento do produto Ades sabor maçã, lote AGB25, 1,5L.