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O chefe de Gabinete da Prefeitura de Ilhéus, José Nazal Pacheco, é quem assume interinamente o comando da secretaria municipal de Assistência Social e Trabalho.
Ele entra no lugar de Augusto Macedo, afastado pelo mesmo prefeito Newton Lima, por praticar irregularidades na pasta.
Mesmo com a apuração da comissão de sindicância criada para investigar o caso, a missão de Nazal é continuar com os diversos projetos sociais que não podem ser paralisados no município.
Estavam sob a responsabilidade de Augusto Macedo o setor de convênios e os projetos federais e estaduais de apoio aos portadores de necessidades especiais, à criança e ao adolescente e ao idoso.
Além deles, Augusto Macedo também era o responsável pelos serviços de promoção e desenvolvimento humano, de erradicação do trabalho infantil, projeto Sentinela, ProJovem, Bolsa Família, Credibahia, distribuição de sopa e de leite e ao Cras.

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O secretário de Assistência Social, Formigli Rebouças, talvez tenha saído atônito da missa no domingo à noite, na catedral de São José.
Um jovem da Pastoral da Criança exibia slides com fotos do Lixão e da realidade das famílias que ali vivem. Ao final da apresentação, pediu aos fiéis para ajudá-las.
Formigli Rebouças levantou-se e empunhou o microfone. Dentre outras, disse que a realidade era bem diferente e se as famílias ali permaneciam era por vontade própria. Ainda acrescentou: quem tenta tirá-los de lá é ameaçado de morte.
O jovem da pastoral, visivelmente contrariado, convidou a todos para comprovar que estava dizendo a verdade. Foi aplaudido efusivamente pelos fiéis.
Já o secretário…

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A prefeitura de Itabuna deixou cerca de 40 servidores e pacientes do Centro de Atenção Psicossocial (Caps 2) com fome, nesta terça. Só às 12h30min um preposto da Secretaria de Assistência Social informou da suspensão das refeições.

Houve reclamação geral, principalmente porque os atendidos na unidade chegam logo cedo e saem só à tarde – além de sofrerem de problemas de saúde mental.

As refeições são fornecidas, de segunda a sexta, pelo Restaurante do Povo, unidade criada pelo Governo Federal e mantida pelo município. Até agora, no entanto, ninguém explicou por que motivo as refeições foram suspensas.

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A auditoria que técnicos da Controladoria-Geral da União fizeram nas pastas de Assistência Social e Educação em Itabuna deu pano para manga.

O relatório da CGU informa que a rede municipal não realizou licitação para a aquisição da merenda, alimentos foram comprados em endereços comerciais inexistentes e só uma escola emitiu, pelo menos, três cheques sem fundos para quitação de compras para a merenda.

Observou-se, ainda, que monitores de programas sociais, como o Peti, davam como presentes alunos que não compareciam às atividades. O relatório completo está disponível na página da CGU (clique aqui). Ele também condena os prejuízos gerados na construção e reforma do Restaurante Popular e observa irregularidades no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).