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O governo baiano deve esclarecer, imediatamente, as circunstâncias das cenas de violência policial na Governadoria, ontem, quando um capitão chutou e quebrou a imagem de Santo Expedito – o das causas impossíveis. O capitão era o responsável – do momento – pela segurança da Governadoria.
A imagem do santo seria entregue a Jaques Wagner, de quem os sindicalistas cobram as nomeações de agentes penitenciários aprovados em concurso público. Dirigentes do sindicato dos agentes penitenciários prometem entregá-la assim mesmo – danificada, aos pedaços- ao governador.
Sindicalista há quase 40 anos, o governador Jaques Wagner tem o dever de esclarecer o ataque aos mais de 20 agentes que protestavam – pacificamente, pelo que se sabe. Ou dará maior significância – e até apoio – aos atos arbitrários e violentos de uma minoria de militares.