Na foto, um filhote de tamanduá-bandeira resgatado por policiais rodoviários federais no quilômetro 506 da BR-101, em Itabuna, sul da Bahia, hoje, às 9h30min. O animal atravessava a pista em busca de alimento. O bichinho foi levado para a sede regional da Ceplac, na Ilhéus-Itabuna.
A direção geral da Ceplac decretou luto oficial de três dias pela morte do cientista e ceplaqueano aposentado Paulo de Tarso Alvim. As atividades alusivas aos 54 anos do órgão federal, programadas para segunda (21) foram suspensas por causa do falecimento do renomado cientista brasileiro.
Alvim morreu de causas naturais ao final da manhã desta sexta-feira em casa, no município de Ilhéus (confira mais informações aqui). O velório ocorre na Loja Maçônica Regeneração Sul Bahiano, na rua Antônio Lavigne de Lemos, 173, centro. O enterro de Alvim será neste sábado, às 11h, no Cemitério da Vitória, em Ilhéus.
Informa ainda que o velório do Dr. Paulo Alvim será realizado
na Loja Maçônica Regeneração Sul Bahiano, Avenida Antonio Lavigne
Lemas, 173, em Ilhéus-Bahia e a cerimônia fúnebre ocorrerá amanhã, dia
19 de fevereiro de 2011, às 11:00 horas no Cemitério da Igreja da Vitória,
O cientista e fundador do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec-Ceplac), Paulo Alvim, faleceu nesta manhã de sexta-feira (18), em sua residência, no município de Ilhéus. Alvim estava aposentado, tinha 92 anos e morreu por volta das 11h. O engenheiro agrônomo era uma das maiores autoridades em cacau e café no mundo.
Nos últimos anos, o criador da Fundação Pau-Brasil enfrentava problema renal crônico, segundo Fátima Alvim, filha do cientista. A família informará, nesta tarde, onde o corpo do cientista será velado e horário e local de sepultamento. Paulo Alvim era casado com Simone Alvim, tinha seis filhos, seis netos e uma bisneta e deixa um grande legado para a ciência.
O jornalista Walmir Rosário, ex-ceplaqueano, lembra que Paulo de Tarso Alvim entrou para a Ceplac na fundação do órgão federal. “Ele trabalhava na Organização das Nações Unidas (ONU) quando veio para cá, emprestado. e já era um cientista de renome internacional”. Veio para cá e ficou.
Alvim foi responsável por arregimentar grandes pesquisadores para a Ceplac e colocar o órgão federal no circuito internacional científico. Mineiro de Ubá, Paulo Alvim também lutou pela ampliação da pesquisa e extensão na região cacaueira. Deixa ainda a Fundação Pau-Brasil, hoje presidida pelo cientista Raúl Vale.
Paulo de Tarso Alvim se formou em Agronomia na Universidade Federal de Viçosa e possuía doutorado em Fisiologia Vegetal pela Universidade de Cornell (EUA). O cientista era aposentado da Ceplac desde 1989, e era professor honorário da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tinha o título de doutor honoris causa da Universidade Federal do Amazonas.
Órfão de pai já aos dois anos de idade, Alvim e os três irmãos eram sustentados com o que a mãe tirava como costuteira, lembra o site da Associação Brasileira de Ciência (ABC). Ele se formou em Agronomia em 1940 e seus estudos em mais de 70 anos de pesquisas renderam diversos títulos, honrarias e premiações pelo mundo.
As pesquisas de Alvim no período em que residiu no Peru resultaram na descoberta do fenômeno identificado como “hidroperiodismo”. Conforme a Associação Brasileira de Ciência (ABC), ele foi o inventor do primeiro porômetro portátil, batizado depois como “Porômetro de Alvim”.
A crise certamente trouxe lições. A região está hoje mais amadurecida, conhece a necessidade de diversificar sua base produtiva e de não se limitar ao setor primário.
Algo fantástico acontece quando se percebe que estamos vivendo um momento verdadeiramente histórico e importante. Para os brasileiros, a vitória de Lula, não somente eleitoral, mas como o maior presidente que o Brasil já teve, seguida da eleição da primeira mulher presidenta, significou uma ruptura com a velha ordem. Quem teve e tem a oportunidade de vivenciar toda a riqueza desse período pode se considerar um agraciado pela História, com “H” maiúsculo.
Tenho igual sentimento com a fase em que se encontra a rica e abençoada, embora sofrida, região cacaueira da Bahia. Após décadas de crise, a lavoura ressurge com toda força, embalada pelo PAC do Cacau, por um trabalho heroico e incansável da Ceplac e pela elevação do preço da commodity.
As fazendas vêm elevando sua produção e centenas de produtores tiveram a oportunidade de renegociar suas dívidas com os bancos oficiais. O clima é de um otimismo que há muito tempo não se via na região, o que traz enorme alegria a este deputado que teve a chance e a honra de participar da primeira Câmara Setorial do Cacau.
A crise certamente trouxe lições, pois esse é um dos atributos das dificuldades: o de ensinar a trilhar novos caminhos e refazer estratégias. A região está hoje mais amadurecida, conhece a necessidade de diversificar sua base produtiva e de não se limitar ao setor primário. Hoje se tem a noção exata da importância de não se limitar à produção do fruto para vendê-lo “ in natura”. A industrialização chega ao sul da Bahia, trazendo consigo a expectativa de um desenvolvimento sólido e perene.
Em paralelo, a região debate cheia de expectativas a questão do Porto Sul, um investimento bilionário que também representa um marco. Pela primeira vez em décadas, o interior do Estado recebe um empreendimento de tal porte, que inclui uma ferrovia com 1.100 quilômetros somente no território baiano (de Barreiras a Ilhéus), um aeroporto internacional e um porto para navios de grande calado. Essa infraestrutura permitirá o escoamento de produtos como grãos, fertilizantes e minérios, beneficiando o estado com o aumento da arrecadação e a geração de novos empregos.
O Porto Sul traduz a opção do Governo da Bahia, com o apoio do Governo Federal, de interiorizar o desenvolvimento baiano, há décadas concentrado em Salvador e Região Metropolitana. É uma opção corajosa e coerente, que demonstra visão estratégica e compromisso com o crescimento de nosso Estado.
Não deve passar despercebido o alerta do governador Jaques Wagner, que, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira, 15 de fevereiro, chamou atenção para as movimentações de forças políticas de outros estados, interessadas em impedir que a Bahia dê esse salto para um novo ciclo de progresso.
O envolvimento das lideranças e a participação efetiva da sociedade baiana nesta questão é fundamental para que o Porto Sul não “morra na praia”. Viver esse momento histórico não é apenas um privilégio, pois implica em assumir desafios e não se deixar atropelar pelos fatos. Quem entende a demanda e assume essa postura tem uma oportunidade a mais: a de fazer história.
Outro ponto importante é que a defesa do Porto Sul não significa passar ao largo da questão ambiental e da responsabilidade com o desenvolvimento sustentável. O debate está aberto e deve ser travado de maneira democrática, com foco no interesse regional e buscando caminhos para que o impacto no meio ambiente seja o menor possível. Frisamos ainda que não se deve colocar os defensores do projeto em área oposta aos que lutam pela preservação da natureza, pois isso empobrece a discussão. Todos devemos nos posicionar em defesa do meio ambiente, mas há muito tempo isso deixou de ser obstáculo ao crescimento.
Josias Gomes é deputado federal e ex-presidente do PT da Bahia.
.Henrique: diárias em dobro (Foto Pimenta).
Há mais de três meses, Durval Libânio teve de deixar a diretoria técnica do Instituto Biofábrica de Cacau. Contrariado. Conselheiros apontaram irregularidade na sua permanência no cargo, já que o mesmo era professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), por semelhante jornada de 40 horas semanais.
Agora, quem está na mira é o diretor-geral, Henrique Almeida. Descobriu-se que Almeida viajou a Belém do Pará e também participou de uma missão baiana ao continente asiático acumulando diárias em duplicidade, recebendo-as, ao mesmo tempo, da Biofábrica e do Governo Federal, via Ministério da Agricultura.
Almeida participou de uma missão institucional e empresarial à China entre 13 a 23 de maio. Apesar da viagem ser na condição de presidente da Associação dos Produtores de Cacau (APC), Almeida acumulou diárias pagas pela Biofábrica e Ceplac (R$ 4.014.67 mais R$ 4.775,00) para o mesmo período e missão.
A missão foi coordenada pelo governo baiano e os seus integrantes foram na condição de convidados da nação asiática, com passagens e hospedagem pagas pelo governo.
O recebimento de diárias em duplicidade ocorreu em viagem ao norte do País. Com valores mais modestos, mas incorrendo em igual erro, acumulou R$ 626,00 em diárias pagas pela Ceplac e R$ 855,00 pagos pela Biofábrica. A diferença é que os valores recebidos pela Biofábrica foram referentes a diárias de 22 a 25 e da Ceplac de 23 a 25 do mesmo mês.
O Pimenta não conseguiu ouvir o dirigente da Biofábrica. Na viagem ao Pará, o interesse era do governo daquele estado. Apesar disso, tanto a Ceplac como o instituto sul-baiano pagaram a diária.
Barulho na Ceplac.
Servidores do órgão federal gritam contra uma suposta dívida com planos de saúde referente ao período de 1995 a 2002.
Em alguns casos, a cobrança por parte do Ministério da Agricultura atinge R$ 70 mil de um só servidor. O valor se refere a parcelas mensais do plano não lançadas em contracheque por falta de margem consignável ou divergências.
O Ministério da Agricultura havia coberto o pagamento nesse período e o Tesouro Nacional apontou a necessidade de cobrar dos servidores, agora.
Alguns funcionários descobriram alguns absurdos ao acionar a calculadora: em vez de dívida, têm a receber do Ministério.
Um servidor da Ceplac em Ilhéus foi cobrado em R$ 2.071,00, mas sustenta que é o ministério que lhe deve. Na ponta do lápis, o saldo positivo é de aproximados R$ 70,00.
Na média, a correção da dívida atingiu estratosféricos 300%. Quem acumulou R$ 1 mil em parcelas, hoje deveria R$ 4 mil ao Ministério, que adiantou ao plano de saúde nos anos 90 e início dos anos 2000.
O “prego” será contestado em nível administrativo. Se não houver saída, os servidores acionarão a Justiça.
O Brasil importa cerca de 170 mil toneladas de borracha para suprir a demanda interna, apesar de contar com extensas áreas adequadas para este tipo de cultura. Conforme dados do Ministério da Agricultura, o país responde por apenas 1,6% da produção mundial de borracha.
De olho nesse mercado potencial, a Bahia espera expandir para até 100 mil hectares a área utilizada no cultivo de seringueiras. O estado atrairá as atenções nacional e internacional durante toda a semana, quando sedia o II Congresso Brasileiro de Heveicultura.
O evento acontecerá no Centro de Convenções de Ilhéus, a partir da próxima terça-feira, 10, e vai até a sexta, 13. Inscrições online podem ser feitas no site www.ceplac.gov.br.
Antes, já nesta segunda, 9, às 13h30min, acontecerá a 15ª reunião da Câmara Nacional Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha Natural, órgão de assessoramento do Ministério da Agricultura. A reunião será comandada pelo diretor-geral da Ceplac, Jay Wallace. O dirigente representará o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, no Congresso de Heveicultura.
Informações sobre o congresso também podem ser obtidas pelo telefone (73) 3214-3220.
Tempo de leitura: < 1minutoO poeta e ceplaqueano Ulisses Prudente.
Ulisses Prudente, 49 anos, poeta, funcionário da Ceplac e estudante de Agronomia, está desaparecido desde a última terça-feira, 15, segundo o seu cunhado, o advogado Davi Pedreira. A polícia já foi acionada.
De acordo com Davi Pedreira, Ulisses saiu de casa na terça e foi visto pela última vez às 16h da terça-feira. A família disponibilizou números de telefone para qualquer informação sobre o paradeiro do ceplaqueano e poeta.
Os telefones para contanto são estes: 8849-0038/9972-7463 (Davi Pedreira – cunhado), 8817-2604 (Pedro – filho) e 8851 -6156 (Raquel Prudente –irmã).
O corpo do engenheiro agrônomo Antônio Sérgio Garcia de Oliveira, da Ceplac, será sepultado às 16 horas desta segunda, em Itabuna. O velório ocorre no SAF, ao lado do cemitério Campo Santo.
Na quarta-feira passada, o agrônomo sofreu isquemia cerebral no escritório da Ceplac, na Mangabinha, e foi levado para o Hospital Calixto Midlej Filho. Mas ele não resistiu.
A equipe médica que o atendia confirmou a morte cerebral do paciente neste final de semana. Antônio Sérgio era filho de José Freitas Oliveira, que muitos conheciam como “Poli da Gráfica”.
Tempo de leitura: < 1minutoSede regional da Ceplac, no sul da Bahia.
A lista com os 78 nomes ‘homenageados’ no inquérito da fraude dos contracheques na Ceplac elevou a tensão no órgão federal. Isso, porque novos nomes serão adicionados à relação já existente. Todos serão tornados públicos quando a Polícia Federal concluir o inquérito.
A estimativa é de que a investigação alcance, pelo menos, 100 servidores da ativa e aposentados. Eles aceitavam adulterar os contracheques para contrair novos empréstimos, cedendo até 25% para os estelionatários.
Estima-se que o esquema tenha facilitado a obtenção de R$ 2 milhões em empréstimos consignados em três agências da Caixa Econômica Federal em Itabuna e Ilhéus. O esquema estourou em novembro de 2008.
O número de indiciados pela Polícia Federal na investigação da fraude em contracheques de servidores públicos federais na Ceplac pode chegar a 100, segundo revela reportagem do jornal A Região que chega amanhã às bancas.
No início da semana, este blog divulgou que seriam 66 os indiciados, mas a PF ainda não analisou a lista de uma terceira agência da Caixa Econômica Federal onde também ocorreu a tomada de empréstimos com a apresentação de contracheques adulterados.
A edição deste final de semana d´A Região trará reportagem completa mostrando como funcionou todo o esquema de fraude e como os criminosos lucravam em cima de aposentados e funcionários da ativa da Ceplac.
O escândalo dos contracheques fraudados de funcionários da Ceplac tem novo capítulo. De acordo com informações obtidas por este blog, o inquérito da Polícia Federal conclui pelo indiciamento dos 66 servidores da Ceplac envolvidos no esquema que movimentou, pelo menos, R$ 1,5 milhão.
Os contracheques eram adulterados para permitir que estes servidores, já endividados, aumentassem as suas margens para obter empréstimos consignados. O escândalo foi denunciado com exclusividade pelo Pimenta na Muqueca em novembro de 2008.
A fraude acontecia fora da Ceplac. Servidores que recebiam R$ 3 mil de salário, por exemplo, apresentavam contracheque adulterado à Caixa Econômica Federal com vencimentos de R$ 5 mil, R$ 6 mil. Neste caso, o limite de empréstimo saltava de R$ 900,00 para R$ 1,5 mil ou R$ 1,8 mil.
A fraude foi descoberta com o cruzamento de informações cedidas pela antiga direção da Ceplac à Caixa Econômica Federal. O esquema era aplicado em solicitações de empréstimo em agências da Caixa nas cidades de Ilhéus, Itabuna e Salvador.
O caso agora foi remetido para o Ministério Público Federal e será julgado pela Justiça Federal. Os 66 funcionários deverão ser demitidos.
Detido por investigadores da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, em Eunápolis, no sul da Bahia, acusado por receptação de equipamentos roubados pertencentes à Ceplac, Ronaldo Pereira, 48 anos, está preso.
Interrogado, ele negou saber a procedência dos equipamentos. Disse que comprava o material de segunda mão, sem saber que eram ilegais.
Com Ronaldo, a polícia apreendeu um computador completo, PCs, três monitores de 14 polegadas, dois teclados, caixa de som, estabilizador, roteador e sanduicheira.
Pressionado, admitiu ter comprado os PCs por R$ 120,00 de um assaltante conhecido por “Roni Ceto”, já preso.
O servidor federal Eduardo Magalhães não mais pertence aos quadros da Ceplac. É funcionário do Ministério da Agricultura. Apesar disso, ainda preside (e não quer largar) o Fundo de Assistência aos Servidores da Ceplac (Fasec).
O mandato de “Dudu” expirou em dezembro e, até agora, nada de eleição para renovar a diretoria. Uma assembleia foi convocada em março. Estica daqui, estica dali… E, misteriosamente, Dudu continuou no comando.
O estatuto proíbe que permaneça à frente do fundo quem não mais pertence aos quadros do órgão federal de apoio à lavoura cacaueira. Alguns brincam e dizem que forças estranhas mantêm Dudu na direção do fundo.
O Fasec é o mesmo que, dentre outras atribuições, negocia a assistência médica aos ceplaqueanos. São 10 mil vidas em jogo e um contrato pra lá de interessante com a Unimed. Ou seja, é um poder e influência grandes.
Ilhéus tem hoje um Pólo de Informática que, de acordo com informações do Sinec, produz 15% dos computadores comercializados no Brasil.
Porém, a história da informática na nossa região, na época chamada de “processamento de dados”, começa em 1970, com a instalação de um computador na CEPLAC.
A instalação contou com a participação inicial de quatro ilheenses: Carlos da Silva Mascarenhas, José Alberto Maia, José Dias Santos e Martial Batista Câmara, que foram selecionados e treinados por técnicos da IBM do Brasil. Ainda nesta época, outros ilheenses vieram se juntar à equipe. Foram eles Cecília Tavares, Marcelo Mendonça e Guy Valério.
Modelo de computador usado em 1970 pela Ceplac.
Ilustramos este artigo com a foto de um computador IBM /360 modelo 25, mas na verdade o computador instalado na CEPLAC tinha menos recursos que o que aparece na foto, pois não tinha fitas e tinha apenas uma unidade de discos com dois drives.
Veja a seguir a configuração do primeiro Cérebro Eletrônico, como se chamava na época, instalado no interior do Estado da Bahia:
CONFIGURAÇÃO
– IBM /360, modelo 25
– 24 kbytes de memória
– 2 (duas) unidades de disco com 7,5MB cada
– 1 leitora/perfuradora de cartões de 80 colunas
– 1 impressora de 600 linhas por minuto com 132 caracteres por linha
Pois é, assim começou a história da informática na nossa cidade. E naquela época ninguém poderia imaginar que 40 anos depois teriamos aqui um Pólo de Informática. Apesar das dificuldades que atravessa, o pólo ainda é um grande gerador de empregos e renda.
Com a instalação de um Núcleo Softex ao seu lado, luta que deve ser encampada pelos nossos políticos, com algumas mudanças na legislação, com um aeroporto alfandegado e com um maior apoio do Governo do Estado, poderá vir a se consolidar e ter uma importância ainda maior na nossa economia.
Carlos Mascarenhas é especialista em Tecnologia da Informação e mantém o blog da Consultic