Canoístas do sul da Bahia vão disputar prova internacional
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A Confederação Brasileira de Canoagem convocou três atletas do sul da Bahia para a prova Olympic Hopes 2021, competição internacional que será realizada de 9 a 12 de setembro, na cidade de Racice, República Tcheca. Foram chamados os canoístas Jonata Coutinho dos Santos, Evely Santos Gomes e Radija Ferreira da Conceição.

Além dos três canoístas, integram a delegação brasileira os técnicos Ronilson Matias de Oliveira, Figueiroa Conceição Souza e Álvaro Acco Koslowski. Jonata, Evely e Radija participaram das edições do projeto social de iniciação na canoagem Remando no Rio de Contas e que, no ano passado, foi rebatizado como Remando no Litoral Sul.

O projeto é mantido, desde 2017, pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb).
Os canoístas Jonata e Evely foram alunos do projeto social na edição 2019/2020. Radja participou no período 2020/2021. Os atletas baianos embarcam para o país europeu em 4 de setembro e retornam ao Brasil no dia 13 do mesmo mês.

Isaquias ( entre o chinês Hao Liu e Serghei Tarnovschi, da Moldávia) Foto reprodução Sport TV
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Além de um lugar seleto na história olímpica brasileira, Isaquias Queiroz vai capitalizar ainda mais com a medalha de ouro conquistada neste sábado na prova do C1 1000m na canoagem velocidade, no Canal Sea Forest, às margens da baía de Tóquio. O baiano de 27 anos vai receber um bônus robusto pela façanha e uma licença estendida para se recuperar. Ou melhor, para se preparar para os Jogos de Paris, em 2024.

O canoísta vai levar R$ 80 mil apenas da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa). Também vai ganhar R$ 250 mil do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Até mesmo o técnico da seleção nacional, Lauro de Souza Júnior, o Pinda, será agraciado: levará R$ 40 mil da confederação.

Em 2016, depois de subir ao pódio três vezes (duas pratas e um bronze) na Rio 2016, Isaquias faturou R$ 132 mil.

O canoísta e Pinda haviam concordado que, caso a medalha de ouro viesse, ele teria direito a férias bem prolongadas. Mais precisamente, até janeiro de 2021.

– Eu fiz um acordo com ele que ganhando aqui eu só queria vê-lo em janeiro treinando. Ele vai ficar com a família, com o povo dele na Bahia. Logicamente que em um momento vamos retomar o tema e iniciar o treinamento em janeiro – afirmou Pinda.

Isaquias quer aproveitar as férias para se casar com Laina, com quem tem um filho (Sebastian), viajar para o México e rever os familiares na Bahia. Ele só não tem tanta certeza de que o treinador vai ser bondoso desse jeito.

– Olha que eu vou cobrar, hein? Porque acho que eles vão é me ligar antes e mandar eu voltar – disse. As informações são do GE.

Canoístas do sul da Bahia disputam medalhas neste sábado na Hungria|| Foto Rodolfo Vilela/rededoesporte
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O sul da Bahia terá três atletas entre os 10 brasileiros que vão disputar a 1ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade e Paracanoagem, que começa na quinta-feira (13) e prossegue até o dia 16, em Szeged na Hungria. Os representantes da região são os canoístas Isaquias Queiroz, Erlon de Souza e Filipe Santana Vieira.

Isaquias e Filipe são de Ubaitaba, e Erlon nasceu em Ubatã. Os três, juntamente com Jacky Godmann, disputarão as provas da canoa. A 1ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem será um ciclo de preparação e uma rodada de treinamentos. O principal objetivo será a avaliação dos atletas brasileiros em relação os concorrentes internacionais.

De acordo com a Confederação Brasileira de Canoagem (CBC), haverá uma mudança de estratégia. A dupla da canoa brasileira que disputará a prova do C2 Masculino 1000 metros na Canoagem Velocidade será formada por Isaquias Queiroz e Jacky Godmann.

Já o atleta Erlon de Souza, tradicional parceiro de Queiroz, está em um processo de recuperação de uma lesão no quadril e será poupado na disputa em duplas e vai competir somente no C1 Masculino, nas distâncias 1000 metros e C1 Masculino 500 metros.  Segundo o treinador Lauro Cesar Júnior, o principal objetivo é realizar bons estudos e não pódios.

“Já faz dois anos que a equipe não compete em virtude da pandemia, para gente é importante dar aos atletas a sensação da competição novamente e também é importante a gente fazer uma avaliação de como estão os nossos atletas estão em relação aos principais adversários”.

Lauro Cesar Júnior explica que o foco é Tóquio. “Estamos aqui na Copa do Mundo e não temos o objetivo principal medalhas e sim um laboratório para a equipe, estamos bem preparados há possibilidades de garantir pódio. Tivemos esse contratempo como a recuperação do quadril do Erlon.  Por isso, ele será poupado e disputará só na canoa individual para não forçar e assim evitar um desgaste competitivo em varias provas”, explicou.

Isaquias retorna a Szeged depois dois anos depois com o favoritismo de campeão mundial na prova do C1 Masculino 1000 metros e bronze no C2 1000 metros dividindo o barco com Erlon conquistados em 2019.

PRIMEIRA VEZ DA DUPLA EM COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

O baiano de Ubaitaba está na expectativa de manter essa liderança na prova individual e também empenhado no novo teste ao lado de Jacky Goldmann. Essa será a primeira vez que a dupla disputará uma prova internacional. Queiroz acredita que a competição na Hungria será uma boa experiência para avaliar os concorrentes depois um longo período sem participar competições.

O atleta lembra que a última vez competiu internacionalmente foi em Szeged. “Esse um ano a gente continuou a preparação bem forte. Como não teve provas, a gente não conseguiu avaliar o desempenho dos outros atletas. Nessa prova será muito bom porque todo mundo vai estar tudo junto na água”.

Isaquias Queiroz e Jacky Goldmann são parceiros no time do Flamengo. “A gente ganhou o último brasileiro que foi em 2019 na mesma canoa. Ele é um bom a atleta, treina com a gente há alguns anos e vai ser uma ótima experiência para a nossa equipe do Brasil”, conta.

Pan-Americano de Canoagem é cancelado
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A Confederação Pan-Americana de Canoagem (COPAC) confirmou,  nesta sexta-feira (5), o cancelamento do Campeonato Pan-Americano de Canoagem Velocidade que seria realizado em Curitiba, no Paraná. A  competição estava prevista para o período de 8 a 11 de abril. O torneio serviria também de Seletiva Olímpica das Américas.

A confederação informou que o cancelamento é porque a região de Curitiba sofre com restrições sanitárias que impedem competições esportivas e não existirem garantias de que a situação possa melhorar em um futuro próximo.

A entidade alegou que o cancelamento foi a melhor decisão para preservar a saúde dos atletas, técnicos e pessoal de apoio e adiantou que a confederação esclarecerá o sistema para que as 14 vagas olímpicas das Américas sejam alocadas.

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA 

A Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) lamentou o cancelamento do evento. “A CBCa estava trabalhando exaustivamente com as autoridades locais de Curitiba para seguir todas as regras sanitárias para que o evento tivesse total segurança na sua realização”.

De acordo com a CBCa, foi apresentado um protocolo completo, prevendo regras de distanciamento social, bolhas sanitárias para evitar contatos e outras medidas. Foi sugerido um adiamento do evento, mas a entidade pan-americana decidiu pelo cancelamento”, disse a entidade por meio de nota oficial.

A Federação Internacional de Canoagem  garantiu que, até o momento, todos os demais qualificatórios olímpicos, incluindo o Pan-Americano de Canoagem Slalom, previsto para o Rio de Janeiro no final de abril, seguem confirmados.

O Brasil, que já tem duas vagas garantidas para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020, com os medalhistas da Rio-2016 Isaquias Queiroz e Erlon Souza, teria condições de disputar mais seis cotas. A confederação da modalidade aguarda uma posição sobre a distribuição das vagas restantes.