Confira vagas de emprego e de estágio em Ilhéus e em Itabuna hoje (10)
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Empresas instaladas em Itabuna têm oferta de 61 vagas de emprego e 2 de estágio para esta segunda-feira (14). As oportunidades são para níveis fundamental, médio e superior em áreas como Engenharia Civil, Administração, psicologia e construção civil.

A seleção para as vagas é feita com cadastro no SineBahia, no estacionamento superior do Shopping Jequitibá. O interessado deve apresentar carteiras de Trabalho e de Identidade, CPF e comprovantes de residência, escolaridade e vacinal. O atendimento é por ordem de chegada. Confira as vagas clicando em leia mais.

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SineBahia em Itabuna oferta 58 vagas de emprego e de estágio
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Empresas ofertam total de 58 vagas de emprego e de estágio em Itabuna, no sul da Bahia, nesta terça-feira (8). As vagas são intermediadas pelo SineBahia. São 57 vagas de emprego para os vários níveis de escolaridade e uma de estágio.

Os interessados devem procurar a unidade do serviço estadual de intermediação de emprego e estágio. Em Itabuna, o SineBahia funciona no piso superior do Shopping Jequitibá. A distribuição de senhas é por ordem de chegada.

O candidato deve se apresentar no SineBahia munido de carteiras de Identidade e de Trabalho (física ou digital), CPF e comprovantes de residência, escolaridade e de vacinação contra o coronavírus. Confira todas as vagas disponíveis abaixo, clicando no leia mais.

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Custos da construção civil acumulam alta superior a 20%
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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 1,07% em novembro, mantendo o patamar do mês anterior (1,01%). No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 20,33%, pouco abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (21,22%). O acumulado de janeiro a novembro ficou em 18,04%. Em novembro de 2020 o índice foi 1,82%.

“Está é a quarta menor taxa do ano. Desde agosto, os índices estão mais ou menos no mesmo patamar, diferente do período de janeiro a julho em que todas as taxas eram muito altas. E isso fica ainda mais evidente quando se compara com as taxas do ano passado: setembro (0.88%, ante 1,45% em 2020); outubro (1,01%, versus 1,71%) e novembro, (1,07% contra 1,82%). As variações não tiveram sobressalto grande e estão mais próximas umas das outras. Os últimos quatro meses apresentaram as menores taxas do ano”, analisa o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em outubro foi de R$ 1.490,88 passou em novembro para R$ R$ 1.506,76, sendo R$ 903,22 relativos aos materiais e R$ 603,54 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 1,66%, 0,39 ponto percentual acima do mês anterior (1,27%). Frente ao índice de novembro de 2020 (3,15%), observa-se queda significativa, 1,49 ponto percentual.

ALTA GENERALIZADA

O gerente explica que a parcela de materiais continua pesando mais, com alta generalizada, embora em menor intensidade. Essa alta generalizada dos materiais ocorreu em todos os estados, com destaque para o Centro-Oeste que registrou a maior variação no mês (1,60%). A região também foi impactada pelo dissídio no Distrito Federal.

“Como tivemos diversos insumos com alta, mas com intensidade menor, é difícil destacar um material que tenha impacto significativo. Mas o segmento de tintas teve um número maior de estados apresentando altas”, diz Oliveira.

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Setor de supermercados registra saldos de empregos|| Foto Eduardo Peret
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A Bahia gerou 13.881 postos de trabalho com carteira assinada em novembro. No mês passado, foram registradas 53.506 contratações e 39.625 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na quarta-feira (23).

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, ainda em função da influência do coronavírus, o saldo é negativo de 4.798 postos. A maioria dos setores gerou postos de trabalho com carteira em novembro de 2020.

Os maiores saldos são do Comércio (+8.529 postos), Alojamento e alimentação (+2.298 postos), Informação, comunicação e outras atividades (2.200 postos), Construção (+1.047 postos), Transporte, armazenagem e correio (+973 postos), Outros serviços (+443 postos).

Os segmentos que apresentaram saldo negativo foram agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1.393 postos) e Administração pública (-263 postos). Não houve registro de perdas ou criação de novos postos em Serviços domésticos.

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Êmpresas da construção civil denunciam preços abusivos de insumos
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O setor da Construção Civil, que gera atualmente 45 mil empregos formais na Bahia, apresentou ao vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), na terça-feira (22), um manifesto constando a preocupação dos empresários diante dos aumentos, que consideram abusivos, nos preços dos insumos para construção civil, que podem gerar grave desabastecimento e ameaça a manutenção dos postos de trabalho. Cimento, aço e PVC são os itens que mais tiveram elevação de preço.

“Vamos analisar uma forma adequada e eficaz de ajudar a equacionar esta questão, no sentido de proteger a sobrevivência das indústrias da construção civil, as empresas de todos os portes, com vistas, sobretudo, na manutenção dos empregos e no crescimento deste estratégico setor produtivo. Vamos buscar um diálogo também com as indústrias que fornecem os insumos, pois ambos os segmentos são importantes para o desenvolvimento da Bahia”, declara Leão.

O segmento foi representado no encontro pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), Associação Comercial da Bahia (ACB) e pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim). O movimento conta ainda com o apoio da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor).

“No momento da retomada da economia, fomos surpreendidos com o desabastecimento dos insumos da cadeia produtiva, com destaque para o aço. Veio a seguir o cimento e por último o PVC, que subiu tremendamente, mesmo com produção na Bahia. A situação ameaça atividades na produção do imóvel residencial para baixa renda, afetando toda a cadeia, inclusive a de obras públicas, cujos contratos não se sustentam se não repassarmos esses custos, essa é a grande preocupação do nosso setor”, afirma o presidente do Sinduscon, Carlos Marden do Valle Passos.

“Nosso pleito envolve a construção civil, setor imobiliário e de pré-fabricados de concreto que são estratégicos na geração de emprego e renda, abarcando as obras habitacionais e de infraestrutura. Estamos vivenciando um aumento abusivo e um desabastecimento de importantes insumos e não encontramos justificativa para tais fatos. O aço chegou a aproximadamente 40% de aumento entre janeiro e setembro deste ano, o cimento em torno de 10%. Importante lembrar que o aço tem impacto de 50% no custo do produto pré-fabricado de concreto”, relata o vice-presidente da ACB, Carlos Henrique Jorge Gantois.

“A ADEMI-BA vem ao encontro do vice-governador e secretário da SDE transmitir a preocupação dos seus associados em relação ao aumento súbito de preços e desabastecimento de insumos, o que está desestabilizando o planejamento das empresas sobre lançamentos e execução de suas construções, logo num momento de retomada pós pandemia e expectativa de reaquecimento do mercado imobiliário baiano. Quando as expectativas frustram o planejamento, o empresário adia a tomada de decisão e gera desemprego no curto prazo”, diz Pedro Mendonça diretor técnico da Ademi-BA.

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Primeira mestre de obras na Bahia|| Foto Carol Garcia/Gov.BA

Nascida num povoado de Jaguaripe, no Recôncavo baiano, Maria do Amparo Xavier, 62 anos, ficou conhecida por ser a primeira mestre de obras da Bahia. Atualmente, ela dá palestras e luta pela inserção das mulheres no mercado de trabalho, mais especificamente, na Construção Civil.
Muito pobre, passou a infância dentro de uma casa de palha e, conta que, “assim que viu um lar construído com vários tijolinhos”, teve a certeza de que passaria a vida entre vigas e concretos, erguendo edificações e fazendo história. “Nunca foi fácil para a mulher estar inserida na Construção Civil, pois se trata de um trabalho tipicamente masculino. Mas, tratando-se desse segmento, posso falar que conheço tudo, seja na construção leve ou pesada”.
A carreira começou aos 14 anos, varrendo um canteiro um canteiro de obras. Com muita luta, suor e perseverança Maria foi subindo de posição – servente, carpinteira, pedreira e armadora – até chegar a comandar importantes obras, como empregada de grandes construtoras.
 
Obra do Largo do Campo Grande foi supervisionada por Maria do Amparo|| Foto Carol Garcia/Gov.BA

No início dos anos 90, liderou inúmeros homens nas intervenções que requalificaram a Praça Dois de Julho, conhecida pelos soteropolitanos como ‘Praça do Campo Grande’. “Eu fui a encarregada de toda a reforma da praça, uma obra maravilhosa, que na época gerou uma repercussão enorme. Eu era única mulher na obra. Cada cantinho dessa praça tem um pouquinho de mim”, diz orgulhosa.
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Da Agência Brasil

Dilma TV pronunciamentoA presidente Dilma Rousseff disse hoje (25) que o governo vem usando um método inovador para acelerar a construção de creches no país. Pelo sistema alternativo, as estruturas do prédio, as vigas, as paredes e o telhado vêm prontos de fábrica e são montados no canteiro das obras.

Com isso, de acordo com a presidente, o tempo de entrega das unidades cai de dois anos para um prazo de quatro a sete meses e reduz o custo da obra em até 24%, porque evita o desperdício de material.

Durante o programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou que o governo começou a contratar em agosto a construção de creches pelo novo método e a previsão é de que em dezembro – quatro meses depois, a primeira seja inaugurada em Aparecida de Goiânia (GO).

A unidade vai atender a 120 crianças em tempo integral. Ela ressaltou que está aprovada a construção de 1.877 creches pelo sistema, largamente empregado em países desenvolvidos, e que foi licitado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser usado por qualquer cidade do Brasil.

Dilma Rousseff lembrou que das 4,7 mil creches contratadas em seu governo, 2 mil estão em construção ou já foram entregues. Até o final do ano, mais 1.950 unidades serão contratadas. Além dessas, 1.609 creches contratadas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão sendo pagas e construídas agora.

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empregoOs dois maiores municípios do sul da Bahia fecharam setembro no vermelho, apesar do Brasil ter apresentado um dos melhores saldos de novos empregos dos últimos anos. Itabuna cortou 26 postos de trabalho. Ilhéus atingiu 219 no mês passado.

O saldo negativo é ainda maior quando se leva em conta os nove primeiros meses do ano. Itabuna cortou 399 vagas de emprego com carteira assinada no período. Ilhéus foi além: 407.

O desemprego em Ilhéus em setembro foi puxado pelo setor da construção civil, que cortou 189 vagas formais. O mesmo setor abriu 9 postos de trabalho em Itabuna no último mês.

Nas duas cidades, o saldo em nove meses na construção civil é negativo:  corte de 86 vagas em Ilhéus e 106 no município vizinho.

Os resultados auferidos em 2013 estão entre os piores dos últimos dez anos, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em Itabuna, apenas o setor de serviços fechou o mês de setembro com ‘boa’ folga: 78 novas vagas.

A área industrial cortou 80 vagas em setembro e 486 no ano. O comércio apresentou saldo negativo de 35 vagas no mês passado. No acumulado de janeiro a setembro, menos 36 vagas.

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A André Guimarães e a AZ Produções confirmaram uma edição da Casa Cor no Sul da Bahia em 2014. O evento de arquitetura, decoração e paisagismo será realizado pela primeira vez no interior do Estado. 
Segundo Alexandre Brandão, da AZ Produções, a edição de 2014 em Ilhéus e Itabuna será realizado simultaneamente em Salvador.
A realização da Casa Cor no sul da Bahia foi assegurada pelo diretor da Cidadelle Empreendimentos, Denis Guimarães, durante evento realizado no espaço do empreendimento da Construtora André Guimarães, no quilômetro 24 da Rodovia Ilhéus-Itabuna.

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Fróis deixou legião de amigos (Foto Arquivo pessoal).
Fróis deixou legião de amigos (Foto Arquivo pessoal).

A missa de Sétimo Dia de falecimento do empresário Carlos Fróis será celebrada nesta segunda-feira, 18, às 19h, na Catedral de São José.
Fróis morreu em um acidente de trabalho na última terça, 12. O empresário da construção civil despencou de um andaime de aproximadamente 10 metros de altura, no prédio onde morava. Socorrido pelo Samu 192 e levado para o Hospital Calixto Midlej, Fróis não resistiu às múltiplas fraturas.
Além da esposa e quatro filhos, Carlos Fróis deixou legião de amigos e sempre teve forte militância política. Era filiado ao PDT.

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Marlon Silveira coordena a implantação da Ademi sul-baiana (Foto Maurício Maron).
Marlon Silveira coordena a implantação da Ademi sul-baiana (Foto Maurício Maron).

Os empresários ligados à construção civil na região vão fundar a regional da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Sul da Bahia (Ademi-Sul) nesta terça, 12, às 19h, durante assembleia no auditório da Associação Comercial de Ilhéus (ACI). A Ademi terá no quadro de sócios, além dos construtores, empresas de terraplenagem e de comércio de material de construção.
Marlon Silveira, advogado e empresário do setor, diz que o objetivo da Ademi é “contribuir com a região, com a promoção de palestras, opiniões e debates sobre os parâmetros urbanísticos das cidades que mais crescem no sul da Bahia”.
Coordenador da implantação da entidade, Marlon também afirma que a ideia é que a Ademi também contribua nas decisões administrativas relacionadas ao setor imobiliário e a modernização dos planos diretores dos municípios da Região Cacaueira. A criação da Ademi ocorre em um momento em que o setor da construção civil-imobiliário espera movimentar mais de R$ 300 milhões somente neste ano e em Ilhéus reúne 15 construtoras.

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Dirigentes de construtoras analisam números e cobram política de solo em Ilhéus.
Dirigentes de construtoras analisam números e cobram política de ocupação do solo em Ilhéus.

Empresas ligadas ao segmento da construção civil esperam movimentar em torno de R$ 300 milhões em Ilhéus neste ano. Os dados foram apresentados, hoje, por donos de construtoras ao prefeito Jabes Ribeiro. Eles cobram do município uma política clara na ocupação e uso do solo para que tenham mais segurança nos investimentos feitos na Terra de Gabriela.
Vicenzo Morelli, da Construtora Morelli, diz que a política de ocupação do solo “preocupa a todos os setores da economia”. Roque Lemos, da Cicon, afirma enxergar no govenro municipal um parceiro. “Por isso, estamos abertos ao diálogo, ao debate franco do que deve ser melhor para o desenvolvimento da cidade”.
Para Roque, a definição da política de ocupação beneficia não apenas a iniciativa privada, como também o governo. Ele cita investimentos feitos nos últimos dez anos numa área central de Ilhéus, o bairro Cidade Nova, onde foram construídos 14 edifícios residenciais e 319 apartamentos, resultando em maior arrecadação de IPTU, por exemplo.
– A realidade mudou sem que a Prefeitura tivesse mexido em sua estrutura básica de serviço, já que não houve a necessidade de ampliação do sistema de iluminação pública, sistema de esgoto ou de água – lembra.
NOVOS EMPREENDIMENTOS E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
Essa realidade faz de Ilhéus um dos atrativos regionais para lojas regionais e varejistas, a exemplo da Dadalto e da Buriti. A Dadalto abrirá loja em Ilhéus na próxima segunda, 18 (confira aqui), enquanto a Buriti anuncia investimentos de R$ 2 milhões em lojão no Malhado, próximo à Central de Abastecimento (leia aqui entrevista de Mauro Ribeiro, da Buriti).
Os investimentos na construção civil, destaca os empresários, geram também oportunidades de trabalho e atraem cursos técnicos e de nível superior para a região, a exemplo dos cursos de Engenharia Civil, na Uesc e na FTC Itabuna, e Arquitetura e Urbanimos, na Unime, em Itabuna.

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Mauro Ribeiro Lojas Buriti foto Pimenta www.pimenta.blog.brA Buriti investirá, aproximadamente, R$ 2 milhões em um lojão que está sendo construído no Malhado, em Ilhéus. Gerente comercial e de marketing da Buriti, Mauro Ribeiro diz que o novo empreendimento ocupará área de mais de 3 mil metros quadrados, incluindo show room, estacionamento, escritório e depósito.
Somente com a abertura desta loja nova em Ilhéus, o grupo praticamente dobrará o número de empregados no município, saltando de 38 para, aproximadamente, 75 contratados.
Com os investimentos feitos, a empresa busca manter o padrão de qualidade que a tornou referência no setor em Itabuna como Ilhéus e ampliar participação no mercado de acabamento na área da construção. Há quatro edições, a Buriti é a vencedora no segmento material de construção do prêmio Primeiras & Melhores, da respeitada Sócio-Estatística, em Itabuna.
Mauro concedeu entrevista ao PIMENTA e falou de perspectivas de mercado, concorrência e dos planos da Buriti.Ele também enfatiza que a empresa tem perfil familiar, mas seus administradores têm formação superior e MBA em finanças e administração, o que explica, em parte, o sucesso da Buriti.
BLOG PIMENTA – Quanto o grupo está investindo na abertura da loja em Ilhéus?
MAURO RIBEIRO – A perspectiva é de investimento em torno de R$ 2 milhões, incluindo a aquisição de terreno e a construção desta loja. Serão 1,2 mil metros quadrados de área de show-room e total de 3 mil metros quadrados de área, envolvendo estacionamento, depósito, escritório e loja.
BP – Quais as perspectivas da empresa com este investimento?
MR – A loja atual [em Ilhéus] é pequena e não há como expor todos os nossos produtos. Com os investimentos, teremos um mix variado na área de acabamento, incluindo desde porcelanato a louças, pisos, metais e tintas.

Mauro Ribeiro Lojas Buriti janela1 foto Pimenta www.pimenta.blog.br______________

Acreditamos no potencial de Ilhéus com todos os investimentos que estão vindo e no crescimento do mercado.

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BP – Quantos novos empregos a Buriti espera gerar?
MR – Temos hoje, em Ilhéus, 38 funcionários. A expectativa é de que passemos a 75 funcionários, pois vamos mais que dobrar a área de loja. Já começamos, inclusive, a contratar. Por meio do  site da empresa, recebemos média de 15 a 20 currículos por dia. A parte do RH iniciou as contratações para entrar na fase de treinamento [de pessoal].
BP – A decisão de investir em Ilhéus ocorre devido a oportunidades ou ao acirramento da concorrência?
MR – Estávamos há dois anos buscando uma área para expandir a loja de Ilhéus, deixando-a no padrão da que temos em Itabuna. Segundo, acreditamos no potencial de Ilhéus com todos os investimentos que estão vindo e no crescimento do mercado. Foram dois anos de procura e em ilhéus há essa dificuldade [de espaços comerciais]. Só de negociação, foi quase um ano para a aquisição do terreno.
BP – Quando a nova loja será inaugurada?
MR – A previsão com a qual trabalhamos é inaugurá-la entre final de abril, início de maio.

______________Mauro Ribeiro Lojas Buriti janela2 foto Pimenta www.pimenta.blog.br

Temos rotas diárias de entrega para toda a região. Contamos com uma frota própria de oito caminhões em Itabuna e Ilhéus.

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BP – Como anda o mercado regional da construção civil, principalmente neste nicho, o do acabamento?
MR – Nós atendemos muito a região e com essa nova loja a expectativa é expandir [as vendas] em  Itacaré, Maraú, Una… Em Itabuna, grande parte do volume de vendas é para fora: Camacan, Itajuípe, por exemplo. Hoje o mercado externo compra mais do que o de Itabuna. Temos rotas diárias de entrega para toda a região. Contamos com uma frota própria de oito caminhões em Itabuna e Ilhéus. A logística da entrega grátis sempre esteve com a Buriti.
BP – Dá para fazer boa combinação preço-entrega, sem taxa?
MR – Nós temos frota própria e a gente acaba conseguindo ter preço competitivo, justo e atrair clientes na região, além de trabalho de divulgação. A entrega gratuita ajuda muito nas vendas, pois o consumidor de fora sabe que não pagará a mais.

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Parte da fachada do prédio histórico destruído neste domingo.
Parte da fachada do prédio histórico destruído neste domingo (Fotos José Carlos Barreto).
Operários caminham pela Ruffo Galvão após prédio ser destruído.
Operários caminham pela Ruffo Galvão após demolição.

Um dos maiores patrimônios arquitetônicos de Itabuna, o casarão do engenheiro e ex-deputado estadual Gutemberg Amazonas, falecido em 2009, foi completamente demolido neste domingo, 30. O prédio situado na praça Manoel Leal, centro, chamava a atenção pela imponência.

Nos últimos três anos, o município sul-baiano tem perdido suas principais referências arquitetônicas, a exemplo da primeira sede do Banco do Brasil, também na mesma praça, e o prédio do Colégio Divina Providência, na Rua São Vicente de Paulo.

Confira fotos de José Carlos Barreto, que, com tristeza, flagrou as cenas de destruição de parte da história de Itabuna. Uma empresa da área de construção civil pretende transformar o local em estacionamento privativo.

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Parte da fachada do prédio histórico destruído neste domingo (Rosa Penza).

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Os números do Ministério do Trabalho revelam uma alta do desemprego em Itabuna e Ilhéus em fevereiro, indo na contramão do país, que registrou recorde de emprego para o período.

Itabuna registrou 617 contratações ante 890 demissões, o que representou corte de 273 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado. É a maior baixa já registrada nos últimos anos.

Os maiores responsáveis pelo resultado negativo, pela ordem, são os setores de comércio, serviços e construção civil. O comércio cortou 92 vagas e o setor de serviços limou outras 68.

A construção civil, que até o segundo semestre do ano passado contratava forte, desempregou 65, contrastando com o cenário de investimentos no setor imobiliário.

Dos oito principais setores pesquisados, apenas a administração pública não registrou déficit – contratou 4 e demitiu em igual proporção. Itabuna registra nos dois primeiros meses de 2011 um total de 1.721 contratações ante 1.856 demissões. Foram cortados 135 empregos com carteira assinada, de acordo com o Ministério do Trabalho.

ILHÉUS

Ilhéus também registrou um fevereiro de cortes de postos de trabalho formais. Dois dos principais setores da economia ilheense cortaram, juntos, 140 vagas. O comércio demitiu 90 trabalhadores e o setor de serviços, 50, embora ainda estivesse no período da alta estação e às vésperas do carnaval.

O resultado foi um pouco melhor que o registrado em Itabuna porque a construção civil e a indústria de transformação fecharam fevereiro no azul em relação a empregos. A indústria abriu 27 novas vagas e a construção civil, 21. A economia ilheense registra um total de 1.407 admissões contra 1.455 desligamentos (saldo negativo de 48 vagas).

O mês de fevereiro também foi atípico para municípios como Itapetinga, no sudoeste baiano. A economia local, puxada pela indústria de calçados, cortou 490 empregos. Outro no mesmo caminho foi Juazeiro, onde 352 foram para o espaço. Em fevereiro, a Bahia criou apenas 3.127 empregos – 12.793 em 2011.