O secretário municipal de Educação, Sebastião Maciel, reuniu vereadores da bancada governista para apresentar a sua versão quanto às denúncias que pipocaram (olha o trocadilho!) na imprensa baiana nos últimos dias.
Sebastião falou, falou, mas não explicou porque alunos de escolas de Ilhéus estão merendando pipoca (e apenas pipoca, comprada pelos professores). Sebastião seguiu a linha de partidarizar as denúncias contra a falta de merenda nas escolas da rede municipal.
Para relembrar, confira o vídeo abaixo. É triste, mas há quem veja política na coisa…
Dois dias de paralisação na rede estadual de ensino baiana. Os professores protestam contra a decisão da Secretaria Estadual de Educação (SEC) de “ajuntamento” de turmas. A prática possibilita que alunos de uma turma seja incluído em outra de igual série.
Os protestos aumentam à medida que a “enturmação” também obriga até a transferência automática de aluno de uma escola para outra a fim de “encher sala de aula”. Ou seja, podem ser transferidos de sala, turno ou – medida extrema – até de escola. Do lado da SEC, a estratégia visa amenizar, dentre outros grandes problemas, a falta de professores. Educadores afirmam que o secretário Oswaldo Barreto toma medida analisando apenas o lado administrativo sem se preocupar com a qualidade do ensino.
A Prefeitura de Ilhéus terá que devolver quase R$ 300 mil que deixaram de ser aplicados em programas federais na área de educação, inclusive na merenda escolar. A informação consta de um relatório encaminhado ao Conselho Municipal de Alimentação Escolar pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
De acordo com auditores do Governo Federal, as irregularidades foram constatadas durante inspeção realizada no período de 16 a 20 de fevereiro.
A Bahia é o terceiro estado com o maior número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro. De acordo com números divulgados na edição de hoje do jornal A Tarde, 444 mil baianos vão participar da avaliação.
Resta fazer com que a quantidade se traduza em qualidade. No ano passado, a Bahia apareceu cinco vezes na relação das 20 instituições de ensino com pior desempenho no país.
Alfabetizadores que atuaram no programa BB Educar em Itabuna se queixam que estão sem ver a cor do dinheiro pelo trabalho prestado, e encerrado há dois meses. Existem casos de profissionais que ficaram ser receber pelos três últimos meses do contrato, mas quase todos esperam pingar na conta os últimos dois meses.
Quem recorre à Secretaria de Educação afirma que a explicação por lá é que “não há previsão de pagamento”, pois o Ministério da Educação não teria repassado a verba relativa aos últimos meses do programa. Mas há alfabetizador que desconfia da explicação: – Antes, pagavam em dia.
Voltado à alfabetização de jovens e adultos, o programa é executado numa parceria entre MEC, Banco do Brasil e prefeitura de Itabuna, há vários anos. Desta vez, a porta torceu o rabo. O contrato com os alfabetizadores vigorou entre novembro do ano passado e julho deste ano. “Os atrasos começaram em janeiro”, lembra uma das vítimas.
Com a palavra, a Secretaria Municipal de Educação.
A Uesc, junto com a Ufba, obteve a melhor nota entre as universidades públicas na Bahia.
A Uesc e a Ufba foram as universidades públicas baianas que obtiveram os melhores conceitos no Índice Geral de Cursos do Ministério da Educação (MEC), divulgado nesta segunda-feira, 31. Numa escala que vai de 1 a 5, ambas alcançaram nota 4.
Apenas 6% das instituições de ensino superior avaliadas em todo o país obtiveram média 4. E somente 1% delas atingiu nota máxima (IGC 5).
A Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, foi a que se saiu melhor entre as estaduais. Quanto às federais, enquanto a Ufba obteve nota 4, a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (Ufrb) atingiu nota 2. A média entre as faculdades privadas no sul da Bahia foi 2.
O Índice Geral de Cursos (IGC) é obtido a partir da nota dos alunos de graduação no Exame Nacional de Desempenho de Estudante (Enade), além de análise de corpo docente, programa pedagógico, infraestrutura e qualidade dos cursos de pós-graduação.
Ao final desta noite, docentes da Uesc avaliavam o índice como positivo para a realidade da estrutura de ensino superior na Bahia. O ponto negativo é a fuga de professores com níveis de mestrado e doutorado das universidades estaduais.
A Uesc é uma das vítimas desse processo. Os docentes saem em busca de melhores salários nas federais. Em geral, ficam apenas os que estão atrelados a projetos de pesquisa. Na Uesc, o resultado é atingido tendo que superar a falta de sincronia do magnífico reitor, Joaquim Viajando Bastos.
Abaixo, as notas das universidades públicas baianas:
Universidade Estadual da Bahia (Uneb) – 3
Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) – 3
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) – 3
Os professores da rede municipal de Ilhéus participaram de assembleia e decidiram paralisar as atividades até a próxima segunda-feira, 31. A categoria alega que o prefeito Newton Lima descumpriu parte do acordo ao não conceder as gratificações e mudanças de padrão, previstas para o dia 21 deste mês.
Assembleia decidiu por paralisação até a próxima segunda, 31 (Foto APPI-APLB).
A Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI-APLB) realiza nova assembleia na segunda, para discutir os rumos da paralisação. Da última vez, a paralisação durou exatamente uma semana, e foi encerrada quando o prefeito assegurou a concessão de reajuste de 12% para os trabalhadores em educação e 10% no tíquete-refeição.