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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (21), aumento nas bandeiras tarifárias para o período de julho de 2022 a junho de 2023. As novas tarifas serão anunciadas na sexta-feira (25). A maior alta será de 63,7%, no valor da bandeira de patamar vermelho, conforme levantamento do PIMENTA.

De acordo com a Aneel, a bandeira tarifária vermelha patamar 1 foi atualizada, passando de R$39,71 para 65,00 megawatt-hora. No caso da bandeira vermelha patamar 2, o valor aprovado pela Aneel subirá R$ 94,92 para R$ 97,95 megawatt-hora. A bandeira amarela subirá de R$ 18,74 para R$ 29,89 quilowatts-hora consumidos no mês. O aumento será de 59,5%.

Os novos valores entram em vigor no dia 1º e vai reduzir ainda mais o poder compra do consumidor, que enfrenta os constantes aumento de preço dos alimentos, por exemplo. “Com esses reajustes, teremos de pagar quase R$ 50 mensais a mais. O valor de um quilo de carne. Daria até para passar se fosse só a conta de luz mais cara. Mas não é somente isso. Tudo está subindo todos os dias. Não sabemos onde isso vai parar”, desabafa a servidora pública Juliana das Neves Santos.

Assim como em anos anteriores, a bandeira verde, que está está em vigor atualmente, não terá custo para o consumidor e servirá para sinalizar condições favoráveis de geração de energia.

Aneel informou que o recálculo retorna à metodologia seguida pelas bandeiras tarifárias desde 2016, na qual a bandeira vermelha patamar 2 cobre 95% dos eventos históricos conhecidos (e não 100% como no segundo semestre de 2021).

Disse ainda que o acréscimo verificado nos valores se deve, entre outros, os dados do mercado de compra de energia durante o período de escassez hídrica em 2021, o custo do despacho térmico em razão da alta do custo dos combustíveis e a correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2021 com aumento de 10,06%.

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A Coelba entrou na mira dos vereadores de Itabuna. Uma reunião de urgência foi convocada para as 15h desta quinta-feira (19) no gabinete da presidência da Câmara de Vereadores de Itabuna.

A convocação partiu do vereador e presidente Erasmo Ávila (PSD), que cita o alto número de queixas da população contra a companhia estadual de eletricidade, gerida pela Neoenergia.

As queixas vão de aumento considerado abusivo (estes autorizados pelo Governo Federal) e interrupções constantes e baixa qualidade do serviço. Erasmo se diz atento às queixas da população e reforçou queixas de outros vereadores da Casa, a exemplo de Kaiá da Saúde (Avante) e Ronaldão (PL).

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Comunidades rurais de Itajuípe e Ilhéus, no sul da Bahia, estão há 10 dias sem energia elétrica, segundo denúncia de produtores ligados à Associação dos Agropecuaristas do Sul da Bahia (Adasb). De acordo com a entidade, a falta de luz elétrica “tem virado rotina em algumas propriedades rurais da região Sul da Bahia, e alerta que a má qualidade do serviço ou mesmo a interrupção total, como tem acontecido, tem causado diversos prejuízos aos produtores de leite da região”.

O produtor pecuarista Pedro Fontes Filho possui propriedade na região do Potumuju, em Ilhéus e próximo ao trevo de Itajuípe, na BR-101, diz que a Fazenda Marival está entre as propriedades mais prejudicadas. Afirmando ser a falta de luz um problema recorrente, ele cita o exemplo da sua propriedade. “Estou sem energia na minha fazenda desde o dia 16 de abril e hoje permanece o problema. Já cansei de registrar ocorrência junto a concessionária responsável, a Coelba”, desabafou.

Os prejuízos na atividade leiteira são inúmeros, a exemplo de comprometimento do manejo dos animais que passam a ser ordenhados de forma manual e impossibilidade de alimentar os animais com ração no cocho, forçando ao descarte da produção. “Os funcionários também perdem toda alimentação que precisa de refrigeração. Preciso de uma resposta imediata”, diz Pedro.

A COELBA

A Coelba informou que dobrado efetivo de equipes no sul da Bahia para atender as ocorrências provocadas pelas chuvas nas últimas duas semanas. Ainda de acordo com o comunicado da empresa, são 100 profissionais em campo desde o dia 16, quando o Instituto Nacional de Meteorologia Inmet) havia previsto ventos com até 100 km/h de velocidade.

Professor Edson Meirelles é o instrutor do curso de instalador de energia solar fotovoltaica
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A Eletec inicia, às 10h desta quarta-feira (16), o Plantão de matrículas para o curso de Instalador de Energia Solar Fotovoltaica, em Itabuna, no sul da Bahia.  A atividade profissional é considerada uma das mais promissoras do mercado devido à grande demanda por instalação de energia solar em imóveis. O salário médio de um instalador na Bahia é de R$ 3 mil, de acordo com o professor e instrutor Edson Meirelles, da Eletec.

O curso da Eletec é composto de aulas teóricas e práticas, além de suporte no pós-curso, segundo Edson. As aulas ocorrerão na sede de uma das maiores escolas profissionalizantes do interior da Bahia, a Ciqprol, no Bairro Santo Antônio, em Itabuna, a partir desta quinta-feira (17), e vão até o domingo (29).

Curso de instalador de sistema fotovoltaico tem aulas práticas e teóricas

ALTO CRESCIMENTO, GRANDE DEMANDA

As aulas serão ministradas pelo professor Edson Meirelles, da Eletec. Especialista e formador de centenas de profissionais da área na Bahia, Edson diz considerar o curso ótima oportunidade de ter uma nova atividade profissional com mercado garantido e em crescimento pelos próximos 10 anos. Segundo ele, a média de crescimento anual do mercado é de 400%, o que exige cada vez mais profissionais qualificados.

Uma das razões para o crescimento acima da média de outras áreas é que quem resolve substituir a energia elétrica pela solar ainda poder vender o estoque excedente para a companhia de eletricidade, que, no caso da Bahia, é a Coelba. Ou seja, deixa de ter custo e ainda pode “ter um extra” vendendo-a à companhia. De olho em vantagens como esta, mais pessoas e empresas investem na instalação de energia solar, porém o mercado não tem instalador de energia fotovoltaica em quantidade suficiente para atender a demanda.

MATRÍCULAS ONLINE

As aulas do curso de instalador de energia solar fotovoltaica começam nesta quinta-feira (17), na Ciqprol, na Rua D, Quadra J, número 17, no Bairro Santo Antônio, em Itabuna.

A turma do curso de Instalador de Energia Solar Fotovoltaica será única e com apenas 25 vagas. Os interessados deverão entrar em contato pelo telefone ou WhatsApp (77) 9 9944 6138 ouclique AQUI.

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Dois homens morreram após uma descarga elétrica na zona rural de Santa Luzia, sul da Bahia. Um terceiro também teria sido atingido, mas conseguiu sobreviver. O caso ocorreu na manhã do último sábado (31).

Segundo a Polícia Civil, os homens faziam um serviço, não detalhado, na rede elétrica, quando tomaram o choque. Os dois homens que morreram foram identificados como Holmes Humberto de Almeida Neto e Ygor Santos.

A Coelba lamentou ocorrido e informou que as mortes ocorreram no povoado de Falcas. Disse ainda que foi acionada para uma ocorrência de intervenção indevida na rede elétrica.

Ainda em campo, as equipes constataram que o acidente ocorreu após uma tentativa de lançar um cabo em direção a rede elétrica, para uma ligação clandestina, informa o portal G1-BA.

Brasil correr o risco de sofrer racionamento de energia elétrica || Foto Fernando Frazão/Agência Brasil
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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, voltou a afirmar hoje (28) que o país não corre risco de racionamento de energia ou de um apagão elétrico devido à grave crise hídrica. Segundo o ministro, desde o ano passado, quando se verificou uma redução no volume de chuvas, o governo tem monitorado a situação e adotado as medidas necessárias para garantir o suprimento de energia.

“Não vai faltar energia. Estamos adotando medidas desde o ano passado, quando observamos que as afluências nas principais bacias hidrográficas estavam muito baixas e depois quando terminou o período úmido em abril, verificamos que foi a pior crise com escassez hídrica da história do país, dos últimos 90, 100 anos. Mas isso não é motivo de preocupação para a sociedade”, disse hoje o ministro.

Bento Albuquerque disse que a pasta tem atuado em conjunto com outros atores, como governos estaduais, operadores do setor de energia e também o parlamento, para buscar saídas para a crise no setor. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o país passa pela “pior crise hidrológica desde 1930”. No final de junho, o governo editou a Medida Provisória (MP) 1.055/21 para criar a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética, a Creg.

Entre as atribuições do grupo presidido por Albuquerque, está determinar alterações na vazão dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país, envolvendo definições para limites de uso, armazenamento e vazão. Além do Ministério de Minas e Energia, participam da câmara os ministérios da Economia; da Infraestrutura; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Meio Ambiente; e do Desenvolvimento Regional.

Albuquerque disse ainda que entre as ações que estão sendo adotadas, está o uso de todas as fontes de energias disponíveis, como as termelétricas, que tem um custo de acionamento mais caro. Nesta quarta-feira, o ministro participou da reinauguração de uma dessas usinas, a Usina Termoelétrica (UTE) William Arjona, em Campo Grande (MS).Leia Mais

Agência reguladora anunciou reajuste nesta terça-feira (29)
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A tarifa da bandeira vermelha nível 2 subirá de R$ 6,24 para R$ 9,49 por kWh (quilowatt-hora) de julho a dezembro deste ano, conforme decisão anunciada nesta terça-feira (29) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Apesar do aumento de 52%, o reajuste não agradou a equipe técnica da agência, que defendia taxa extra maior, de R$ 11,50 por kWh.

CORES E PREÇOS 

O sistema de bandeiras serve de parâmetro para a definição das tarifas de energia conforme as variações do custo de produção. Sob a cor verde, o sistema não acrescenta taxa extra à tarifa normal. Já a bandeira amarela eleva a tarifa em R$ 1,34 por quilowatt-hora, enquanto a vermelha tem os níveis 1 e 2, com acréscimo de R$ 4,16 e R$ 9,49, respectivamente.

Idoso tem luz religada por decisão judicial
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Junho registrou queda de 3,4% no consumo de energia elétrica no país em relação ao mesmo período do ano anterior. A informação foi divulgada hoje (20) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). De acordo com o boletim, a razão é a diminuição da atividade econômica em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Também pesou a influência de fatores fortuitos, como o número de dias úteis e a temperatura.

No acumulado dos últimos 12 meses, houve variação negativa de 2% na carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), se comparado com o mesmo período do ano anterior. De acordo com o boletim, em junho, foi registrada, pela terceira vez consecutiva, queda no consumo de energia em todos os subsistemas.

“O mais afetado continua sendo o Nordeste com queda de 5,1%; seguido do Sudeste/Centro-Oeste, com retração de 3,9%. Já o Norte com 1,7% a menos e o Sul com recuo de 0,7%”, disse o operador.

Apesar da queda em comparação com mesmo mês do ano passado, os percentuais de uso de eletricidade apresentaram elevação de 2,5% na comparação com o mês anterior, maio. O ONS disse que o aumento foi ocasionado, principalmente, pela flexibilização das medidas de isolamento social, com aumento das atividades econômicas.

De acordo com operador, apesar das notícias positivas sobre os volumes de produção, a retomada ainda é modesta, com as empresas operando em níveis abaixo da sua capacidade. Além disso, também contribuiu para o resultado da carga no período, o maior número de dias úteis quando comparado com maio.

“É importante destacar que, apesar da melhora do setor nesses últimos dois meses, a recuperação representa somente 60% do que foi perdido entre março e abril. De maneira geral, os resultados dos indicadores utilizados no processo de análise do comportamento da carga sugerem, embora ainda muito distantes dos níveis anteriores ao início da pandemia, que o pior momento tenha passado”, informou o ONS.

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A conta de energia dos baianos ficará até 5% mais cara a partir de 1º de julho. Em abril deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adiou o aumento a pedido da concessionária, em meio a ações para diminuir os impactos da pandemia do novo coronavírus.

A partir do próximo mês, as contas de luz de residências e pequenos comércios (baixa tensão) vão ter um aumento de 4,32% na tarifa, enquanto para fábricas (alta tensão), por exemplo, o reajuste será de 5,38%.

Porém, os efeitos desse adiamento devem ser sentidos nas contas dos clientes a partir de 2021. A Aneel afirmou que a perda de receita das distribuidoras durante estes meses será levada em consideração no cálculo de reajustes futuros.

A Coelba, assim como outras distribuidoras de energia que possuem alto volume de energia comprada por meio de leilões, terá um desafio frente a redução da demanda e o aumento da inadimplência. Por esse motivo, o Governo liberou no dia 18 de maio empréstimos de até R$ 14 milhões para socorrer o setor. Do Bahia Notícias.

Março não terá bandeira tarifária, segundo a Aneel || Foto Beth Santos/PR
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A Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel ) informou ontem (28) que manterá no mês de março a bandeira tarifária na cor verde, sem cobrança extra na conta do consumidor. A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro.

De acordo com a agência, a decisão de manter a bandeira na cor verde se deve a recuperação nos níveis dos reservatórios em virtude do volume razoável de chuvas no mês de fevereiro.

“Em fevereiro, os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação de níveis em razão do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês. A previsão para março é de manutenção dessa condição hidrológica favorável, o que aponta para um cenário com elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia do SIN, reduzindo a necessidade de acionamento do parque termelétrico”, informou a Aneel.

Segundo a agência, o volume de chuvas refletiu-se na redução do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel , o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

“Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca, informou a Aneel.

O acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou é de R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1, o valor a mais cobrado é de R$ 4,16 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira o valor é de R$ 6,24 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

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Conta de luz não terá cobrança extra em fevereiro, segundo a Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou, nesta sexta (31), que a bandeira tarifária no mês de fevereiro será verde, ou seja, não haverá custo extra na conta de luz para os consumidores. Segundo a agência, o mês deverá ser chuvoso nas áreas onde estão localizados os principais reservatórios das hidrelétricas e o custo de geração de energia será menor. Dessa forma, não haverá necessidade de acionamento das usinas termoelétricas, que custam mais para gerar energia.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias nas cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2). Elas indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

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Coelba é a companhia autorizada na Bahia

Um levantamento feito pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em parceria com o Ibope, mostrou que 79% dos entrevistados gostaria de ter um mercado livre para escolher a sua fornecedora de energia.

O percentual é 10 pontos percentuais maior do que o obtido na avaliação de 2018. Segundo a Pesquisa de Opinião Pública 2019 sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, lançada hoje (12) na capital paulista, 68% dos entrevistados trocariam hoje a sua fornecedora de energia.

Os dados revelam que 87% das pessoas consideram sua conta de energia cara, número que subiu 4 pontos percentuais em relação ao ano passado. Aqueles que consideram excessivos os impostos cobrados em sua conta de luz são 65% e 64% disseram fazer esforço para economizar energia para não atrapalhar o orçamento familiar. Para 57% da população o custo da energia cairia caso houvesse abertura do mercado.

De acordo com a Abraceel, o objetivo da pesquisa foi o de saber a opinião dos cidadãos sobre a possibilidade de escolher seu fornecedor e até mesmo de produzir sua própria energia. Foram ouvidas 2.002 pessoas, entre os dias 23 e 27 de maio, de 16 a 55 anos, em todas as regiões do Brasil.

“Os resultados apontam um crescimento constante no interesse do brasileiro em ter liberdade de escolha. O Brasil não pode caminhar na contramão do mundo. Países desenvolvidos abriram seus mercados de energia e desfrutam de uma economia e de um crescimento de produção que o nosso mercado também merece”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros.

Segundo Reinaldo Medeiros, o mercado livre no Brasil já existe, embora restrito a grandes consumidores, que alcançaram uma economia em torno de R$ 185 bilhões nos últimos 16 anos.

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Sede da Emasa, na Rua São Vicente de Paulo, centro da cidade

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) voltou a criticar a Coelba pelas quedas constantes de energia elétrica na região de Rio do Braço e Mutuns. A última delas, de acordo com a Emasa, ocorreu na madrugada desta segunda-feira (16).
A estação intermediária de captação de água em Mutuns, segundo a empresa, parou completamente. “As interrupções no fornecimento de energia elétrica estão comprometendo a captação de água, a exemplo do que aconteceu na meia-noite desta segunda-feira”, informa a Emasa em comunicado.
A falta de energia elétrica compromete o abastecimento. Pelo menos seis localidades populosas estão sem água – bairros de Fátima, João Soares, Califórnia, Santa Inês e Parque Boa Vista e Loteamento Paraíso. As localidades, informa, só voltarão a ter o abastecimento normalizado quando a Coelba restabelecer o fornecimento de energia elétrica.

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Horário de verão entra em vigor neste domingo
Horário de verão entra em vigor neste domingo


– BAHIA ESTÁ FORA DO HORÁRIO DE VERÃO

O Horário de Verão começa à 0h deste domingo (15). Os relógios deverão ser adiantados em uma hora para se adequar à medida. A mudança vai valer até o dia 18 de fevereiro de 2018. É possível que esta seja a última vez que o Horário de Verão seja adotado no Brasil. Isso, porque autoridades do setor elétrico constataram mudanças nos hábitos de consumo de energia dos brasileiros.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que mais tem influenciado o horário de pico do consumo de energia não é mais a incidência de luz solar, e sim a temperatura. Este ano, o Horário de Verão valerá para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nos estados do Norte e do Nordeste não haverá mudança nos relógios.

A justificativa para a adoção da medida ano após ano é o aproveitamento do maior período de luz solar para economizar energia elétrica. Em 2013, o país economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW), com a adoção do Horário de Verão. No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor economizado com Horário de Verão baixou novamente, para R$147,5 milhões.

Segundo o ONS, a redução na economia de energia com o Horário de Verão tem a ver com uma mudança no perfil e na composição da carga elétrica no país. Se antes o que determinava o horário de pico do consumo de energia era a incidência da luz solar, hoje é a temperatura. Com isso, o pico de consumo passou a ser entre 14h e 15h e não mais entre 17h e 20h.Leia Mais

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Cruzetas apodrecidas provocam curtos-circuitos e deixam consumidores sem energia elétrica || Foto Luiz Conceição
Cruzetas apodrecidas deixam consumidores sem energia elétrica || Foto Luiz Conceição

A queda de uma cruzeta de madeira apodrecida em um poste na Rua Duque de Caxias, nas proximidades do Colégio Batista, deixou moradores do bairro Conceição, em Itabuna, sem energia elétrica das 2h às 7h30min de hoje (8). O incidente foi causado pela falta de manutenção adequada da rede elétrica. Segundo moradores, não é a primeira vez que hastes apodrecidas derrubam a rede de alta-tensão no bairro e deixam os consumidores sem luz.

Apesar de ter chegado horas depois do ocorrido, somente por volta das 5 horas que operários da empresa que presta serviços de manutenção à Coelba puderam substituir a cruzeta e restabelecer o fornecimento de energia elétrica a grande parte das residências e casas comerciais do bairro. Quem amargou maiores prejuízos foram bares e padarias num raio de 800 metros do local do incidente. A queda também afetou outras localidades, como o Alto Maron.