Sesi oferece vagas gratuitas para turmas EJA do Ensino Fundamental e do Médio || Foto Gilberto Jr./Divulgação
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Encerram-se na próxima terça-feira (30) as inscrições para o curso a distância para jovens e adultos que ainda não concluíram o ensino fundamental e médio. As vagas, oferecidas pelo Serviço Social da Indústria (Sesi Bahia), são gratuitas e o curso será oferecido totalmente pela internet.

Os interessados precisam ter mais de 18 anos e devem fazer a inscrição pelo site do SESI, no endereço www.fieb.org.br/sesi. Ainda há vagas nos polos do Sesi de Ilhéus, Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães, Brumado, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas e Salvador.

A gerente de Educação de Jovens e Adultos do Sesi Bahia, Gisele Freitas, explica que o SESI está preocupado em oferecer uma oportunidade de elevação de escolaridade para pessoas que não conseguiram concluir o ensino fundamental ou médio. “Como trabalhamos com uma plataforma totalmente digital, temos a oportunidade de atingir ainda mais pessoas, sem precisar que elas saiam de casa”, destaca.

O Sesi Bahia é a única instituição no estado que oferece o ensino médio e fundamental II a distância, com oferta autorizada pelo Ministério da Educação. O curso também é reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação.

Há vagas para a unidade de Ilhéus
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O Serviço Social da Indústria (Sesi Bahia) oferece oportunidade para jovens e adultos retomarem seus estudos gratuitamente. Até 30 de maio, a instituição inscreve para 2.850 vagas no Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e no Ensino Médio (1º ao 3º ano) para quem tem mais de 18 anos. As vagas são para s modalidade a Distância (EaD) nos polos EJA Sesi em Ilhéus, Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães, Brumado, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas e Salvador. Em Ilhéus, são 400 vagas ofertadas.

As inscrições devem ser feitas pelo site do Sesi Bahia (www.fieb.org.br/sesi). O Sesi Bahia é a única instituição no estado que oferece o Ensino Médio e fundamental II a distância, com oferta autorizada pelo Ministério da Educação. O curso também é reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação.

Além disso, o Sesi Bahia possui a metodologia de Reconhecimento de Saberes que identifica, valida e certifica as competências e habilidades desenvolvidas nas experiências de vida e trabalho do estudante. A principal vantagem é que o reconhecimento dos conhecimentos prévios do aluno diminui o tempo de curso ao focar nas competências essenciais que o estudante precisa dominar para concluir o Ensino Fundamental ou Médio.

Processo seletivo abre 10 mil vagas para estudantes-monitores || Foto Elói Corrêa/GovBA
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A Secretaria da Educação do Estado da Bahia divulgou, no Diário Oficial desta quinta-feira (20), o edital para mais 10 mil vagas do Programa Mais Estudo. O programa contemplará com uma bolsa de R$ 200, por mês, de março a maio, estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e da 1ª a 4ª séries do Ensino Médio, para que possam dar monitoria em Língua Portuguesa e Matemática aos colegas. A previsão é de R$ 6 milhões para o programa de reforço escolar.

Para participar, além de estar regularmente matriculado, o estudante deve ter obtido média igual ou superior a oito na disciplina que pretende atuar como monitor. Além disso, as unidades escolares precisarão fazer a adesão ao programa, preenchendo um formulário disponibilizado no Portal da Educação, mesmo site para que as escolas realizem a inscrição no período de 27 de fevereiro a 4 de março de 2020.

Também caberá à escola a seleção dos estudantes, bem como mobilizar e registrar, em documento próprio, os professores e/ou articuladores que irão atuar como supervisores dos estudantes monitores.

O governador Rui Costa falou sobre a importância do programa. “O Mais Estudo é um programa que me dá muito orgulho, uma corrente do bem pela educação. Ouvi da estudante Estefany Santos que, estudando para ensinar, se aprende mais. Eu acredito nisso e oriento os estudantes para que procurem a direção das escolas para se inscreverem”, afirmou.

MAIS ESTUDO

O programa foi lançado em 2019, quando foram oferecidas 10 mil vagas e destinados investimentos de R$ 10 milhões. As aulas aconteceram no turno diferente ao qual os estudantes estão matriculados. Com a linguagem própria da juventude, os monitores ajudaram os colegas a desenvolverem seus conhecimentos e habilidades, tanto que já há registros de melhoria nas notas dos envolvidos e de redução da reprovação. Os monitores são acompanhados por professores supervisores e coordenadores pedagógicos.

A estudante Estefany Santos, 16 anos, citada pelo governador Rui Costa, foi uma das monitoras no ano passado, do Centro Estadual de Educação Profissional em Tecnologia da Informação e Comunicação (CEEPTIC), em Lauro de Freitas. Ela falou sobre o significado do projeto: “A valorização do estudante transforma a educação. Poder ajudar os nossos colegas, que são, na maioria, de baixa renda, é contribuir para mudar a realidade deles”.

A partilha de conhecimentos motiva a todos os envolvidos no Mais Estudo, como atestou Diego Souza, 16, que fez o 9º ano, em 2019, e foi monitor no Colégio Estadual Governador Otávio Mangabeira, no bairro de Saboeiro, em Salvador. “Este projeto é muito interessante, pois muitos estudantes podem aprender os assuntos de uma forma mais leve, porque nós temos a mesma linguagem e, por conta disso, eles se sentem mais próximos”.

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A Polícia Militar da Bahia divulgou, nesta segunda-feira (13), o resultado do sorteio eletrônico para admissão de alunos nas 15 unidades do Colégio da Polícia Militar (CPM) e da Creche da PM Nossa Senhora das Graças/CMEI para o ano letivo de 2020.

Confira o resultado aqui

A PMBA dispõe de 15 unidades do colégio em todo estado e 12.814 alunos. Além dos cinco colégios na capital (Dendezeiros, Luiz Tarquínio, Ribeira, Lobato e Cajazeiras), os CPMs estão distribuídos nas cidades de Teixeira de Freitas, Alagoinhas, Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Candeias, Juazeiro, Jequié e Barreiras.

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Crianças do Ensino Infantil vão começar a ter aula de educação financeira || Foto Arquivo EBC

Antonia, auxiliar de escritório, todos os dias compra uma balinha ou um chocolate, no ponto de ônibus, na volta do trabalho, que custa R$ 0,50. “Eu não dava importância para aquele gasto. Imagina, R$ 0,50 não é nada! Mas eu nunca consegui economizar um centavo”. Fazendo as contas, esses centavos viram R$ 11 em um mês e R$ 132 em um ano.

São situações como esta, retirada de livro didático disponível online, que ensinam estudantes de escolas em várias parte do país a terem consciência dos próprios gastos e a ajudar a família a lidar com as finanças. A chamada educação financeira, cuja oferta hoje depende da estrutura de cada rede de ensino passa a ser direito de todos os brasileiros, previsto na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“É uma grande oportunidade, uma grande conquista para a comunidade escolar do país”, diz a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Claudia Forte. “A educação financeira busca a modificação do comportamento das pessoas, desde pequeninas, quando ensina a escovar os dentes e fechar a torneira para poupar água e economizar. Isso é preceito de educação financeira”.

A BNCC é um documento que prevê o mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. Educação financeira deve, pela BNCC, ser abordada de forma transversal pelas escolas, ou seja, nas várias aulas e projetos. Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê que as redes de ensino adequem os currículos da educação infantil e fundamental, incluindo esta e outras competências no ensino, até 2020.

A educação financeira nas escolas traz resultados, de acordo com a AEF-Brasil. Pesquisa feita em parceria com Serasa Consumidor e Serasa Experian, este ano, mostra que um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira. Outros 24% passaram a conversar com os pais sobre educação financeira e 21% aprenderam mais sobre como usar melhor o dinheiro.

SONHO DO RESTAURANTE PRÓPRIO

É com o que aprendeu em sala de aula aos 16 anos que Adria Cristina da Costa, hoje com 18 anos, pretende ter o próprio restaurante. “Foi fundamental para entender que não é só gastar e curtir, mas é preciso pensar em si mesmo, pensar que o dinheiro vai ser necessário um dia”, diz.

Depois da formação, Adria conta que deixou de gastar apenas com roupas, sapatos, bolsas e artigos para a casa os R$ 80 que ganhava como babá e começou a guardar um pouco todo mês. Com o que poupava, comprava salgados, que vendia a R$ 2 com suco. Logo, os R$ 80 por mês, transformaram-se em R$ 100 por dia. “Quando eu tinha 16, 17 anos, eu queria ter o meu próprio restaurante. Ainda não consegui, mas, agora, em 2020, pretendo ter meu próprio negócio”.

Ela também mudou os hábitos da casa. “Meus pais trabalham muito e não têm tempo de analisar os gastos. Comecei a ajudá-los com os custos de energia, a tirar os aparelhos da tomada. Começamos a nos reunir para fazer uma lista do que é necessário comprar para chegar nas lojas e já saber o que levar e o custo disso”.

Adria foi aluna de Mariá de Nazaré Conceição Sena, pedagoga e socióloga, que desde 2015 desenvolve projetos de educação financeira com os estudantes das escolas que leciona, no Amazonas. O primeiro foi na Escola Municipal Maria Madalena Corrêa, a estudantes do ensino fundamental e, o segundo, na Escola Estadual Professora Adelaide Tavares de Macedo, para o ensino médio, onde Adria estudou. Ambas são escolas em Manaus (AM).

“A educação financeira está entre os temas que são de suma importância para o ser humano e que precisam ser desenvolvidos o quanto antes. Crianças têm possibilidade de mudança mais rápida e aceitam mais que os adultos”, diz a professora que agora mora em Presidente Figueiredo, onde pretende também desenvolver projetos de educação financeira.

Segundo a professora, o lidar conscientemente com o dinheiro está relacionado também com o cuidado com a saúde e com a preservação do meio ambiente. “Está relacionado com a alimentação saudável. Vou comprar produtos mais naturais ou industrializados? Está também relacionado ao acúmulo de lixo. Preciso mudar de celular todos os anos? Tenho essa necessidade? Qual o lugar para o descarte adequado de materiais obsoletos? [A educação financeira] ensina a não ser consumista, mas sim consumidor”.

DESAFIOS

Levar a educação financeira para todas as escolas envolve, no entanto, uma série de desafios, que vão desde a formação de professores, a oferta de material didático adequado e mesmo a garantia de tempo para que os professores se dediquem ao preparo das aulas. “A gente não tem tempo livre para trabalhar projeto nenhum, tem que desenvolver projetos como este na cara e na coragem”, conta Mariá.

De acordo com o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, os municípios, que são os responsáveis pela maior parte das matrículas públicas no ensino infantil e fundamental, focarão, em 2020, na formação dos docentes, para que eles possam levar para as salas de aula não apenas educação financeira, mas outras competências previstas na BNCC.

“Tivemos um grande foco na construção dos currículos e, agora, neste ano, [em 2020], entramos no processo de formação. Educação financeira, inclusão, educação socioemocional, todos esses elementos vão chegar de fato na sala de aula a partir da discussão que fizermos agora”, diz. Segundo ele, a implementação será concomitante à formação, já em 2020.

De acordo com Garcia, não há um levantamento de quantos municípios já contam com esse ensino. “Não existe uma orientação geral com relação a isso. São iniciativas locais. Não tenho como quantificar, mas não é algo absolutamente novo”, diz.

ENSINAR A ESCOLHER

A educação financeira é pauta no Brasil antes mesmo da BNCC. Em 2010 foi instituída, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com o objetivo de promover ações de educação financeira no Brasil. Na página Vida e Dinheiro, da entidade, estão diponíveis livros didáticos que podem ser baixados gratuitamente e outros materiais informativos para jovens e para adultos.

As ações da Enef são coordenadas pela AEF-Brasil. Claudia explica que a AEF-Brasil foi convocada pelo Ministério da Educação (MEC) para disponibilizar materiais e cursos para preparar os professores e, com isso, viabilizar a implementação da educação financeira nas escolas.

As avaliações mostram que o Brasil ainda precisa avançar. No Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, o Brasil ficou em último lugar em um ranking de 15 países em competência financeira. O Pisa oferece avaliação em competência financeira de forma optativa aos países integrantes do programa. O resultado da última avaliação dessa competência, aplicada em 2018 ainda foi divulgada.

Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles, reconhecer o valor de uma simples despesa ou interpretar documentos financeiros cotidianos.

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Após expandir a rede de Ensino Médio para o interior, o
SESI agora vai ampliar presença do Ensino Fundamental II

Escola deve estimular os estudantes a viverem novas experiências em sala de aula, no SESI, alunos têm contato desde cedo com a iniciação científica || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

Nos últimos cinco anos, o Serviço Social da Indústria na Bahia (SESI Bahia) ampliou a oferta de vagas de ensino médio no interior. A partir de 2020, a instituição também passará a oferecer o ensino fundamental, a partir do 6º ano (clique aqui e saiba mais). A expansão do ensino fundamental começou em 2019, na Escola SESI João Ubaldo Ribeiro, do município de Luís Eduardo Magalhães, quando foram abertas 134 vagas do 6º ao 9º ano.

No próximo ano letivo, haverá novas vagas também em Barreiras, Vitória da Conquista, Ilhéus e Feira de Santana, totalizando 560 novos alunos de ensino fundamental. Atualmente, o SESI Bahia tem mais de 7.000 estudantes matriculados na capital e interior.

A gerente de Educação do SESI Bahia, Cléssia Lobo, explica que a ampliação da rede atende a uma demanda dos pais que conhecem a metodologia educacional do SESI. “Nossa intenção é levar para o ensino fundamental todo o referencial de educação que o SESI oferece, incluindo educação tecnológica com robótica, ambientes de aprendizagem inovadores, com laboratórios, metodologias ativas e atividades de cultura, já a partir do 6º ano do ensino fundamental. No 9º ano, os alunos também começam a ter aulas de iniciação científica, o que é um diferencial do SESI”, destaca a gerente de Educação.

Laís Cerqueira, de 11 anos, vem descobrindo novas formas de aprendizagem com uso de metodologias inovadoras || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

DESAFIOS EM EDUCAÇÃO

O modelo de educação do SESI é a síntese de mais de 50 anos de tradição em educação na Bahia com base em um programa nacional que é adotado em todo o país. Aliado a isso, um processo de formação contínua das equipes pedagógicas assegura uma atualização constante dos profissionais de educação.

Na avaliação de Cléssia Lobo, a escola enfrenta um grande desafio nos dias atuais que é tornar-se atrativa aos olhos de uma juventude hiperconectada e que tem vários focos de interesse mediados pela tecnologia. “Entender o que pensam as novas gerações e conquistar o interesse dos jovens pelos estudos é um desafio que permeia todo o processo pedagógico nos dias atuais. Atento a isso, o SESI Bahia tem apostado em novas tecnologias e metodologias em sala de aula, de forma a tornar mais interessante a experiência de aprendizagem, colocando o estudante como protagonista do seu aprendizado”, reitera Cléssia.

SESI oferece ensino fundamental na sua rede há mais de 50 anos na Bahia || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

A estudante Laís Apoena Miranda de Cerqueira, de 11 anos, aluna do 7º ano, da Escola SESI Bernardo Martins Catharino, ingressou na rede SESI em 2019. “Conhecia alunos que faziam parte da escola SESI e queria muito estudar aqui. Ao chegar, vi que a escola me oferecia muitas possibilidades e que me desafia a aprender”, sintetiza a estudante, que elogia a instituição. “Fiquei impressionada com a estrutura da escola e com a forma de ensinar dos professores, que utilizam materiais diferentes e tornam as aulas mais interessantes”, detalha.

Laís, que passou por outras escolas, enxerga que o SESI pode oferecer a ela várias oportunidades. “Aqui eu vejo que posso ampliar meus estudos e experimentar outras possibilidades para aprender”, complementa.

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Inscrições vão até dia 31 e provas serão feitas em agosto || Foto Arquivo ABrasil

As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2019 começam hoje (20) pela internet e seguem até o dia 31 de maio. A inscrição é gratuita. Jovens e adultos que não terminaram os estudos na idade adequada podem fazer o exame para obter a certificação de conclusão no ensino fundamental ou médio.

CLIQUE AQUI PARA INSCRIÇÃO

Os interessados no certificado do ensino fundamental precisam ter, pelo menos, 15 anos completos na data da prova. Para o certificado do ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos.

As provas serão aplicadas no dia 25 de agosto em 611 municípios. Serão quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma redação. A nota mínima exigida para obtenção da proficiência é de 100 pontos nas provas objetivas e de cinco pontos na redação.

Os resultados podem ser usados de duas formas. Quem conseguir a nota mínima exigida em todas as provas tem direito à certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. Aqueles que alcançarem a nota mínima em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas, terão direito à declaração parcial de proficiência.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza na página do Sistema Encceja apostilas com material de estudo para os participantes de nível fundamental e médio.

Uma novidade desta edição será uma versão do edital em Libras. Outra mudança é que o participante que já teve laudo médico aprovado em outras edições não precisa apresentar novo laudo durante a inscrição. Participantes surdos, deficientes auditivos e surdocegos devem indicar, durante a inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear.

Dessa vez, será preciso justificar o motivo de ausência na edição anterior, de 2018.

Ouça a reportagem da Rádio Nacional: Inscrições do Encceja começam nesta segunda-feira e vão até 31 de maio

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Escolas ilheenses preparam início de ano letivo (Foto Arquivo).
Escolas ilheenses preparam início de ano letivo (Foto Arquivo).

A Secretaria de Educação de Ilhéus confirmou para o próximo dia 27 o início das aulas na rede municipal de ensino em 2015. Nesta semana, os educadores participam da Jornada Pedagógica, evento de planejamento para o ano letivo.

As aulas começam com atraso de mais de dois meses devido a paralisações dos professores da rede e reforma de escolas. O ano letivo de 2014 foi encerrado em 18 de março em boa parte das escolas.

Secretária de Educação de Ilhéus, Marlúcia Rocha disse que a ideia é aperfeiçoar os modos de transmissão de informações e conhecimento em sala de aula, a partir do tema da jornada deste ano (“Aprendizagem: uma prática compartilhada”).

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Professores farão nova assembleia na quarta, dia 28 (Foto APPI).
Professores farão nova assembleia na quarta, dia 28 (Foto APPI).

Os professores da rede municipal de Ilhéus que participaram das paralisação da categoria  em maio sofreram corte no salário. A determinação partiu do prefeito Jabes Ribeiro, segundo a direção da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI-APLB/Sindicato).
Os educadores, segundo nota do sindicato, sofreram “corte no ponto e o desconto dos dias” em que participaram da paralisação. A questão será discutida em assembleia marcada para a quarta (28), às 9 horas, na Câmara de Vereadores.
A presidente da APPI, Enilda Mendonça, disse que a ideia é discutir, na assembleia, as medidas a serem adotadas para garantir o salário dos profissionais. Além do corte de salário, também será discutida a campanha salarial de 2014, que ainda não recebeu resposta do governo.
ACIMA DO LIMITE
Desde o início do mês, o prefeito ilheense anunciava que iria cortar o salário dos professores que participassem de paralisações. Jabes alega que o município gasta mais de 60% das receitas com pagamento de pessoal e não teria como discutir reajuste salarial nem pagamento do piso básico do magistério antes do primeiro quadrimestre, encerrado em abril. A categoria reclama que o prazo venceu e o governo não se abriu para o diálogo.