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abril indígena curumimA Escola Curumim promove, nos dias 29 e 30, na Universidade Estadual deSanta Cruz (Uesc), um debate sobre a lei nº 11.645, que insere no currículo escolar o estudo da história e da cultura indígena.
O encontro, denominado “Abril Indígena – Seminário I”, será aberto às 19 horas da segunda-feira (29), com uma conferência da professora Maria Rosáriode Carvalho, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo logo após a apresentação de dança sagrada dos indígenas, com a participação das diversas etnias.
Até o fim da tarde da terça-feira, 30, haverá participações de outros especialistas, como o antropólogo Hugo Prudente, também da UFBA, a professora Rosilene Tuxá, representando a Secretaria Estadual da Educação, e osprofessores Carlos José, Agnaldo Pataxó e Elbert Almeida.
De acordo com o professor Jorge Luiz Batista dos Santos, um dos coordenadores do Abril Indígena, “o evento reafirma, no mês em que se comemora o Dia do Índio, a necessidade de se entender essa cultura que integra a identidade étnica nacional, mas que costuma ser comemorada de forma folclórica”.
A inscrição custa R$ 30,00 para professor e R$ 15,00 para outros interessados. A taxa deve ser paga no Banco do Brasil, agência 3175-5, conta-corrente 9043-3.

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O jornalista e escritor Antônio Lopes será um dos palestrantes da jornada pedagógica da Escola Curumin, em Itabuna, no próximo dia 27. Com o pseudônimo Ousarme Citoaian, o jornalista assinou por exatos dois anos a coluna Universo Paralelo, aqui no PIMENTA.
Lopes abordará, na jornada “Curumim: Leitur@mada” o tema “Relato de experiência: Conectando leitores”. Falará justamente sobre a experiência de ter escrito a coluna aqui no blog e a contribuição da internet para a formação de novos leitores.
Na entrevista em que anunciou o fim da coluna, em dezembro, Lopes disse que foi surpreendido pelo retorno obtido com o Universo Paralelo.
– Eu não imaginava que as pessoas estivessem muito interessadas em saber, por exemplo, sobre uma modinha de Villa Lobos. E de repente você posta isso e surgem comentários. Ou que alguém esteja preocupado com essas filigranas sobre a melhor forma de dizer as coisas.
Confira a íntegra da entrevista clicando aqui.