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Do G1:
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (10) pela empresa GFK Retail and Technology revelou que as câmeras fotográficas DSLR, modelos mais caros normalmente usados por profissionais, representaram apenas 0,5% das vendas de câmeras fotográficas no Brasil em 2010. No mundo, esse tipo de equipamento teve participação de 10%.
Segundo Alex Ivanov, diretor de negócios da GFK Retail and Technology, a segurança pode ser um dos motivos para a baixa penetração no Brasil. “É muito comum ver em outros países pessoas carregando câmeras profissionais no pescoço. Isso é impossível de se imaginar no Brasil. A câmera não duraria nem 10 segundos”.
No mundo, o Brasil representa 3,5% das vendas de câmeras digitais, o que mostra um bom crescimento na comparação com 2010, segundo Ivanov. “Estamos estimando um aumento de 22% a 25% para este ano. A previsão é que sejam vendidas 5 milhões de unidades em 2011”.
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Imagem captada por volta das 7h desta quinta (7/7) pela repórter Neandra Pina revela o sol querendo dar as caras e vencer a forte neblina registrada nas primeiras horas da manhã de hoje na Beira-Rio. Dá pra “sentir” o friozinho camarada só em ver a imagem…

A neblina resistia a dar lugar ao sol nas primeiras horas da manhã (Foto Neandra Pina).

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Não se sabe se José Nazal é mais apaixonado por Ilhéus ou pela fotografia, mas o fato é que ele soube unir com êxito as duas paixões no livro “Minha Ilhéus”, que conta a história de uma das mais belas cidades do Estado em imagens que emanam saudade e nostalgia.
Uma edição revista e ampliada do livro será lançada no próximo dia 23, às 18 horas, na sede da Academia de Letras de Ilhéus, e já desperta a curiosidade de quem entende a importância de olhar o passado para entender o futuro.
A expansão da cidade, em alguns casos agressiva (como na invasão do manguezal onde atualmente está o bairro Teotônio Vilela), merece destaque no livro.
A editora é a Via Litterarum.

Uma panorâmica de Ilhéus em 1965. Em quase meio século, muita coisa mudou

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A fotógrafa Milena Palladino clicou Itabuna em ângulos diferentes daqueles aos quais estamos acostumados e selecionou alguns destes trabalhos para uma exposição no Jequitibá Plaza Shopping. “Itabuna. E outros ângulos” pode ser visitada até o dia 30.

A exposição reúne 10 fotografias de Palladino e se propõe a “despertar e ampliar o repertório e sentimento do visitante sobre um jeito novo de ver os lugares que a cidade de Itabuna oferece”, além de ser uma homenagem aos 100 anos do município. Vale a pena conferir.

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Um grupo ilheense prepara a criação do Clube de Fotografia Louro Foto. Uma assembleia será realizada no próximo dia 18, às 14 horas, na sede Fundação Cultural de Ilhéus, na rua Jorge Amado. O objetivo, explicam Anabel e Carlos Mascarenhas, é “apoiar e divulgar o desenvolvimento da arte fotográfica, disseminar conhecimento aos seus membros e à comunidade em geral”.
Para atingir esses objetivos, explicam, a intenção é promover atividades culturais e educativas, a exemplo de cursos, seminários, palestras, passeios fotográficos e exposições”. A comissão organizadora do clube é composta, ainda, por Tacila Mendes. A assembleia do próximo dia 18 vai deliberar sobre a criação do clube, discussão e aprovação do estatuto e eleição da diretoria e conselho fiscal.
Bela iniciativa e uma bela homenagem a uma das principais figuras da fotografia no sul do estado, Louro Foto.

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Mais uma vez, Zeka nos brinda com uma bela visão – matinal – da quase centenária Itabuna. Há beleza na velha Taboca cansada de guerra. Depende do olhar, do ângulo de cada um. Se duvida, há um senhor fotógrafo a nos dar certezas. Ou mostrar a melhor posição, o melhor ângulo ou o momento exato para o clique.

E viva Itabuna!

No relógio, 5h45min de uma quarta-feira de junho de 2010. Em primeiro e segundo planos, o rio Cachoeira e a Alameda da Juventude saltam aos olhos de em um novo dia em que a lua (ainda) resiste a “ir embora”.

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“Estava em cima de Itabuna”, brinca, ao telefone, o fotógrafo José Nazal. Era ele anunciando mais uma sessão de belas imagens dessa cidade rica por natureza e castigada pela ação (nefasta) dos homens, depois de sobrevoar esta terra de meu Deus.

A foto que segue abaixo é mais uma da lavra de um dos ilheenses que mais bem conhecem a velha Tabocas, seja de lá do alto ou daqui, em terra firme. A imagem foi capturada, clicada, precisamente, às 11h34min desta terça-feira, 20.

“A cidade tá bonita, dia ensolarado”, acrescenta, em tom poético, o dono de um olhar preciso sobre a nossa região e um clique reconhecido no país e que se faz presente em páginas de jornais ou revistas daqui e alhures.

Podemos dizer que Itabuna tem, sim, seus encantos, apesar de (e talvez por) toda a sua complexidade. E pode ser melhor.

No primeiro plano, o bairro Santo Antônio; mais à frente, o centro da cidade (Foto José Nazal).

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A grapiúna Anabel Mascarenhas e a paulista Joliane Olschowsky estão dando o que falar no Pelô. Não é pra menos. Fotógrafas de mão cheia, apesar da pouca quilometragem nessa arte, já emplacam uma exposição de um mês no Senac Pelourinho, em Salvador. E olha que essa é a apenas a primeira.

Moças de futuro, sem dúvida, mas que não perdem tempo esperando por ele. Fazem bonito aqui e agora – Anabel é a autora desse primor de foto, de tremendo bom gosto, que ilustra o convite e este post.

Tá em Salvador? Dá uma passadinha na galeria Sérgio Daiha, na praça José de Alencar, no Pelourinho. A exposição fotográfica ‘Rio do Engenho – festas, saberes e sabores’ vai de 9 de setembro a 4 de outubro. É o talento grapiúna ganhando a Bahia e apimentando o mundo.

Atualizado às 19h07