Jean Paul Prates é indicado para presidência da Petrobras || Foto PT
Tempo de leitura: < 1 minuto

O Governo Lula encaminhou ao Conselho de Administração da Petrobras a indicação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) para a presidência da estatal, nesta quinta-feira (12), conforme nota divulgada pela empresa. Agora, o nome do senador precisa ser aprovado pelo conselho da empresa e referendado pela Assembleia Geral dos Acionistas.

Prates foi eleito como primeiro suplente de Fátima Bezerra, em 2014. Ele assumiu o cargo no Senado Federal, em janeiro de 2019, depois que a titular renunciou para assumir o governo do Rio Grande do Norte. Seu mandato como senador se encerra em 31 de janeiro deste ano.

Ao longo dos governos de Bolsonaro e Michel Temer, Jean Paul Prates fez duras críticas à política de preços por paridade internacional, conhecida como PPI, que impõe a cotação dos mercados internacionais aos preços dos derivados de petróleo vendidos no Brasil.

A Presidência da Petrobras está sendo ocupada interinamente por João Henrique Rittershaussen desde 4 de janeiro deste ano, quando o então presidente, Caio Paes de Andrade, renunciou ao cargo.

Reunião no Palácio do Planalto começa nesta manhã de sexta || Foto Fábio Rodrigues Pozzebom
Tempo de leitura: 2 minutos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva termina a primeira semana de governo com uma reunião de sua equipe de ministros e ministras, nesta sexta-feira (6). O encontro começa às 9h30, no Palácio do Planalto e, segundo o próprio presidente, “só tem horário para começar”. 

Em mensagem publicada no Twitter, Lula disse que a reunião tem o objetivo de “organizar os trabalhos”. “Estou otimista com o início do governo. Pegamos a casa mal cuidada, mas já estamos trabalhando, porque nossa responsabilidade é muito grande com o povo brasileiro. Bom dia!”, escreveu.

Em vídeo divulgado por sua assessoria, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que a reunião tem o objetivo de ser um momento de acolhimento dos novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. “O presidente Lula fez questão de convocar essa reunião com todas e todos, fazendo um acolhimento desses ministros e ministras, dar partida no início do governo”, afirmou.

O encontro terá uma apresentação da Casa Civil sobre as principais ações de governo, incluindo um panorama sobre obras. O presidente também quer estabelecer entendimento entre os ministros para a retomada de uma relação federativa com estados e municípios. Uma reunião do presidente com todos os governadores está agendada para o dia 27 de janeiro. Com informações d´Agência Brasil.

O futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante anúncio de ministros no CCBB Brasília || Foto Marcelo Camargo/ABr
Tempo de leitura: 2 minutos

O novo governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assume no dia 1º de janeiro, terá 37 ministérios. As informações sobre estrutura foram anunciadas pelo governador Rui Costa, da Bahia, que será o ministro-chefe da Casa Civil no governo petista. Ele participou, em Brasília, de uma reunião com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e com Aloizio Mercadante, que coordenou os grupos de trabalho da equipe de transição.

“Nós definimos os ministérios que foram desmembrados. Antes, eu quero reafirmar aqui um pedido do presidente, que foi, ao desmembrar os ministérios, não haver ampliação de cargos, ou seja, o custo e o volume de gastos se manter independente da quantidade de ministérios. Então, nós estamos finalizando a estrutura com 37 ministérios, incluindo aí os ministérios que buscam garantir a transversalidade de ações de governo”, revelou.

Entre as pastas a serem recriadas e as novas estruturas, estão os ministérios das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Povos Originários. O atual Ministério da Economia será desmembrado em ministérios da Fazenda, da Indústria e Comércio, do Planejamento, além de uma pasta de Gestão. Este último ministério, uma das novidades anunciadas, será “para melhorar a qualidade da gestão pública, racionalidade, buscar redução do custeio da máquina pública, buscar melhorar o uso da tecnologia na oferta de serviços públicos para a população”, explicou Costa.

O atual Ministério da Infraestrutura será desmembrando em duas pastas, a dos Transportes, para cuidar das rodovias, e outra para portos e aeroportos. Serão recriados ainda os ministérios da Pesca, das Cidades, da Cultura e do Esporte, entre outros.

De acordo com Rui Costa, não haverá aumento da máquina pública com a ampliação dos ministérios, apenas uma redistribuição de cargos. Apenas os cargos dos novos ministros é que serão criados, por meio de uma Medida Provisória (MP). “Não haverá criação de cargos, como eu disse, os cargos dos atuais ministérios serão redistribuídos, mas a figura do ministro precisa ser criada por lei”, ressaltou.

Sobre a possibilidade do presidente eleito se mudar para a Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República em Brasília, Rui Costa disse que o local será inspecionado essa semana para verificação das condições. “O presidente só mudará para este e outros espaços depois de feitos os levantamentos de todas as pendências e tomadas todas as medidas de eventuais reparos necessários aos imóveis”. Por enquanto, Lula está hospedado em um hotel na região central da capital federal.

NEGOCIAÇÕES POLÍTICAS

O futuro ministro-chefe da Casa Civil afirmou que não há impasse entre a composição do novo governo e a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que flexibiliza a regra do teto de gastos para a manutenção do Bolsa Família em R$ 600. Matérias veiculadas na imprensa nos últimos dias apontam que lideranças partidárias na Câmara dos Deputados estariam condicionando a aprovação da PEC a possíveis indicações para ministérios.

“O presidente tem sido enfático que não quer misturar as duas coisas. Votação da Câmara com a escolha dos ministérios. Ele está sendo muito enfático, ele não irá misturar as duas coisas. A votação da Câmara, o presidente espera, nós esperamos, o povo brasileiro espera que a atitude da Câmara seja semelhante à do Senado. Ou seja, a votação ocorreu pela preocupação do Senado com o Brasil, com o povo brasileiro, com aqueles que mais passam necessidade no Brasil. O Senado, em momento nenhum, condicionou à uma negociação de ministérios ou de cargos, e a gente tem a confiança, crença, de que a Câmara fará a mesma coisa”, disse ele. Com informações d´Agência Brasil.

Rosemberg, ao centro, comenta as escolhas de Lula por Margareth e Rui para Cultura e Casa Civil
Tempo de leitura: 2 minutos

O deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa (Alba), Rosemberg Pinto, comentou a posição da Bahia no futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente eleito, diplomado em cerimônia nesta segunda (12), em Brasília, já escolheu o governador Rui Costa para comandar a Casa Civil, a partir de 1º de janeiro, assim como convidou a cantora e produtora cultural Margareth Menezes para o Ministério da Cultura, que será recriado.

– Como governador do Estado, [Rui] demonstra uma grande capacidade de gestão, no enfrentamento de diversos desafios. Com ele, a Bahia – um estado pobre – superou momentos de muitas dificuldades, principalmente nesse período de cortes e pandêmico, que refletiram numa desaceleração da economia e, mesmo assim, não parou de se desenvolver e de investir. Tenho convicção de que foi uma escolha acertada do Lula. Como ministro da Casa Civil, será o braço direito do presidente e só temos a comemorar – afirmou Rosemberg.

CULTURA

Ligado à Cultura, Rosemberg também comentou a indicação de Margareth Menezes para o comando da Cultura. “Margareth vem da construção de um conceito que nos orgulha muito. Ela não é uma teórica da Cultura, é a prática. É muito bom ver a cultura sendo dirigida por quem a faz diariamente”, avalia fazendo um comparativo à atual secretária da pasta na Bahia, Arany Santana, uma mulher que, segundo ele, é mais que uma conhecedora e gestora, é oriunda dos fazedores de cultura.

Rosemberg ainda avalia que há um preconceito grande de parte de algumas figuras públicas que criam resistência à indicação e que o desafio será comum ao de demais gestores nordestinos. “Nosso maior desafio será o de unir o Brasil, superar essa tentativa de desqualificação do Nordeste. Temos que nos orgulhar de termos definido essas eleições, por pensarmos o pobre como prioridade e acho que ela nos representa bastante”, declara, colocando o seu mandato e articulação na defesa da cultura e da Bahia.

Jerônimo e Rui Costa definem transição de governo|| Foto Mateus Pereira GOV-BA
Tempo de leitura: 2 minutos

O governador eleito na Bahia, Jerônimo Rodrigues, juntamente com o vice-governador eleito, Geraldo Júnior, foi recebido, nesta quinta-feira (3), no Centro Administrativo, em Salvador, por Rui Costa para iniciar as tratativas de transição de governo. Rui informou que ainda nesta semana nomeará a comissão que tomará as providências necessárias para todo o fluxo de informações com as pessoas indicadas por Rodrigues.

Rui Costa adiantou que a comissão fará levantamentos, estudos e apresentará ao governador eleito as sugestões para que ele avalie os nomes que irão compor o governo. O governador da Bahia destacou que, a partir da nomeação da equipe de transição, o ritmo de anúncios e decisões caberá a Jerônimo Rodrigues.

“No que eu puder contribuir e facilitar ao máximo, eu o farei. Se necessário for, também poderemos antecipar medidas solicitadas pelo novo governador, enviando os projetos de lei para a Assembleia Legislativa, para que não seja preciso aguardar o início dos trabalhos legislativos, já que a casa só volta a funcionar em fevereiro”, explicou.

PARCERIA COM O GOVERNO FEDERAL 

Jerônimo Rodrigues relatou que desde a última segunda-feira já está em contato com Rui Costa para tratar da transição. “Já nos reunimos também com o vice-governador eleito, Geraldo Júnior e a equipe de trabalho que eu tenho e oficializamos ao governador Rui Costa o pedido do decreto que nomeia a comissão por parte do governo e por parte do novo governo. Não estamos tendo dificuldade com isso”.

Leia Mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Só 3% avaliam gestão como ruim ou péssima

Lula: governo com aprovação recorde.

A pesquisa Datafolha feita ontem com 4.037 eleitores de 243 municípios brasileiros apontou um novo recorde de aprovação do Governo Lula. Dos pesquisados, 82% disseram que a gestão petista é ótima ou boa.
Esta é a maior aprovação popular já obtida por um presidente civil na história brasileira, de acordo com o a pesquisa encomendada pela Folha e Rede Globo. 14% consideram regular o governo e oscilou de 4% para 3% o percentual dos que avaliam como ruim ou péssimo.
O Datafolha foi divulgado hoje e traz a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com uma vantagem de 12 pontos percentuais sobre José Serra (PSDB): 56% a 44% dos votos válidos. Nos votos totais, quando são considerados brancos e nulos e percentual de indecisos, o resultado é 50% a 40% para a petista.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi o entrevistado do programa É Notícia, da rede TV. O tucano falou sobre a sua gestão (1995-2002), redemocratização, comparou governos e avaliou o cenário da sucessão presidencial. Perguntado sobre qual nota daria ao Governo Lula, FHC cravou: “sete”. E afirmou não ter inveja do presidente petista.

O programa é exibido sempre ao final das noites de domingo e tem apresentação do jornalista Kennedy Alencar. FHC disse que José Serra, ao contrário da petista Dilma Rousseff, tem capacidade de liderar.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Geddel Vieira Lima, transmitiu há pouco, às 15 horas, o cargo de ministro da Integração Nacional ao secretário-executivo João Reis Santana Filho. O novo ministro está na pasta desde 2007, a convite do próprio Geddel.

Até hoje, Santana acumulava as funções de secretário de infraestrutura hídrica e secretário-executivo, e comandou de perto o processo licitatório das obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional e o início das obras dos dois Eixos, a partir do lago de Itaparica em Pernambuco.

Leia mais no Trombone