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O diretor do Hospital Municipal de Coaraci, Elivaldo Santos de Jesus, em nota, afirmou que a demora no atendimento ao paciente encaminhado a uma clínica de Itabuna para exame de ultrassonografia (relembre aqui) se deu por “limitação de recursos materiais”. Segundo ele, não houve “abandono” nem o quadro do paciente era grave, apesar dos relatos em contrário.

De acordo com Elivaldo, o paciente deixou o hospital às 14h15min de ontem. Conforme matéria veiculado por este blog, o paciente chegou à clínica por volta das 14h40min, deixando a unidade às 20h20min, apesar do exame ter sido concluído em 30 minutos. A espera pela ambulância foi de quase 5 horas, mas o diretor justifica:

– Logicamente, diante da limitação de recursos materiais, o hospital precisa estabelecer prioridades que se pautam no estado de saúde dos pacientes, circunstância que foi observada ao denunciante e à pessoa que o acompanhava.

O paciente retornou ontem à noite, como publicado por este blog, e encontra-se em estado de observação no hospital. Deverá receber alta nas próximas horas, segundo o diretor. Confira a íntegra da nota clicando no “leia mais”, abaixo.

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Notícias vindas de Coaraci dão conta de uma rearrumação que permitirá sobrevida ao Hospital de Coaraci. O secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, se comprometeu a desapropriar o imóvel onde encontra-se instalado o hospital, garantindo a continuidade das operações da unidade de saúde.
Na semana passada, o hospital foi a leilão e acabou arrematado por R$ 390 mil, o que seria insuficiente até para quitar as pendências trabalhistas da Santa Casa de Misericórdia de Coaraci.  Espera-se que Solla cumpra, efetivamente, a promessa. A história é confirmada por membros da prefeitura local. Alívia para a gestora Josefina Castro (PT).

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Ana Cristina Oliveira | A Tarde
O Hospital Geral de Coaraci foi arrematado nesta terça, 23, pelo empresário do ramo dos transportes Raimundo Andrade. O imóvel, que estava avaliado em R$ 720 mil, foi a leilão para pagar dívidas trabalhistas de mais de 70 funcionários e ex-funcionários.
A disputa pela compra do imóvel foi acirrada, com lances a cada R$ 1 mil, entre o empresário Raimundo Andrade e o advogado de 42 dos funcionários, Luilson Pinho. O advogado afirmou que tentou adjudicar, ou seja, trazer o hospital para a administração dos próprios funcionários, mas o valor dos lances ultrapassou o crédito dos funcionários, que chegava a R$ 310 mil. “Se passasse deve valor, iria contrair uma dívida que eles mesmos não poderiam pagar”, disse.
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