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Os servidores federais da educação básica, profissional e tecnológica completaram nesta semana um mês de greve. Professores e demais funcionários exigem do Ministério da Educação (MEC)  reajuste salarial de 14,67% e eleições diretas para escolha de reitor e diretor-geral dos institutos federais, dentre outras reivindicações.
A negociação com o MEC evoluiu, mas técnicos e docentes reclamam do tratamento dispensado pelo Ministério do Planejamento e a Casa Civil. No centro-sul da Bahia, a paralisação atinge os institutos federais (antigas Emarcs) em Uruçuca, Teixeira de Freitas, Itapetinga e Valença.
A greve acontece no período em que o governo anuncia expansão dos institutos federais. Em contato com o PIMENTA, professores aprovam a expansão, mas criticam a falta de condições e valorização econômico-profissional. As negociações com o governo são tocadas pelo Sinasefe.