Rui Costa não vê necessidade da retomada do uso obrigatório de máscara neste momento
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Nesta quinta-feira (17), o governador Rui Costa (PT) recomendou que a população baiana use máscara de proteção contra vírus respiratórios em ambientes fechados, mas descartou a retomada do uso obrigatório do equipamento por enquanto.

“Ainda não é o momento [da retomada da obrigatoriedade do equipamento de proteção]. Nós estamos acompanhando os dados, monitorando, os números cresceram, mas ainda não dá para caracterizar como algo fora do padrão, que exigisse a volta obrigatória do uso de máscara”, declarou Rui.

Impulsionados por nova subvariante do coronavírus, os casos de infecção voltaram a subir no país. Segundo o governador, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) monitora os dados da pandemia no território estadual, e a demanda por atendimento hospitalar permanece estável.

De acordo com o painel epidemiológico da Sesab, a Bahia tem 854 casos ativos de Covid-19. A taxa de ocupação de UTI adulto é de 42% e a de UTI pediátrica está em 45%.

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Nesta quarta-feira (17), a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, de forma unânime, o fim da exigência do uso de máscara em aviões e aeroportos. No entanto, mesmo sem a obrigatoriedade, o uso do equipamento de proteção facial ainda é recomendado como maneira de diminuir o risco de transmissão da Covid-19.

As administrações dos aeroportos e as companhias aéreas continuam obrigadas a disponibilizar álcool em gel aos passageiros e a emitir avisos sonoros recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis.

A Anvisa também manteve a exigência de procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas; de sistemas de climatização; e do desembarque por fileiras.

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A Prefeitura de Itacaré voltou a exigir o uso de máscara em locais fechados a partir desta terça-feira (12). A medida vale tanto para repartições públicas como para espaços privados.

Publicado no Diário Oficial do Município, o decreto também prevê a fiscalização do uso do equipamento de proteção individual em diferentes estabelecimentos, como escolas, igrejas e lojas, além do transporte público.

Conforme o boletim epidemiológico sobre a Covid-19, publicado ontem (11) pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), Itacaré tem 52 casos ativos da doença, aqueles identificados por testes nos últimos 14 dias. Desde o início da pandemia, o vírus matou 34 moradores do município sul-baiano.

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) manteve a obrigatoriedade do uso de máscara em salas de aula, laboratórios e outras circunstâncias. Publicada nesta segunda-feira (2), a Instrução Normativa nº 02/2022 torna o equipamento de proteção facultativo nas áreas abertas do campus.

O uso da máscara também é obrigatório para os ocupantes dos veículos de transporte a serviço da instituição e os funcionários, servidores e colaboradores, nos locais de atendimento ao público, como biblioteca, cantinas, Restaurante Universitário, Hospital Veterinário e setores em geral, além de banheiros e outros espaços fechados.

No último dia 11, considerando a redução significativa dos casos de Covid-19, o Governo da Bahia desobrigou o uso de máscara em locais fechados. No entanto, a Universidade tem autonomia para definir seus protocolos de segurança sanitária.

Ex-deputado Augusto Castro vai concluir tratamento em casa
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O boletim epidemiológico da Covid-19 informa que, nesta segunda-feira (11), Itabuna não tem nenhum caso descoberto há menos de 14 dias. Desde o aparecimento do novo coronavírus em solo grapiúna, em março de 2020, este é o primeiro dia em que a cidade não registra nova infecção nem tem paciente isolado ou internado com a doença.

Com o arrefecimento da pandemia e depois do anúncio do governador Rui Costa (veja aqui), o prefeito Augusto Castro (PSD) decidiu que Itabuna acompanhará o estado na liberação do uso de máscara em locais fechados. No entanto, o equipamento de proteção individual continua obrigatório nas unidades de saúde, no transporte coletivo e para pessoas com sintomas gripais.

A secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, reforçou o alerta para que as pessoas com sintomas de gripe continuem a usar máscara, mesmo em áreas abertas. “Estamos, realmente, no período mais confortável desde o início da pandemia. Flexibilização do uso de máscara nos trará uma sensação de liberdade. Só pedimos que as pessoas com sintomas gripais mantenham o uso, para que possamos continuar com os números insignificantes como os de agora”, concluiu.

A mesma recomendação é feita aos idosos, inclusive aos que estão com esquema vacinal em dia.

QUARTA DOSE

A Secretaria de Saúde de Itabuna convocou os membros do grupo habilitado para a quarta dose de vacina contra Covid-19. O público-alvo é formado por pessoas com HIV, em tratamento oncológico, pacientes transplantados, em tratamento imunodepressor, Doença de Crohn, anemia hemolítica, artrite psoriásica, esclerose sistêmica etc.

O atendimento será às segundas e quartas-feiras, das 8h às 11h e das 13h às 16h, nas unidades básicas de saúde e de Saúde da Família. Os documentos necessários são RG, CPF ou Cartão do SUS e cartão de vacina com registro das doses anteriores.

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Há pouco, o governador Rui Costa (PT) anunciou que, na tarde de hoje (11), vai assinar decreto para desobrigar o uso de máscara em locais fechados. A obrigação já foi retirada em espaços abertos (veja aqui).

“Neste fim de semana, alcançamos menos de 100 pessoas em leitos de UTI e menos 1.000 casos ativos de #coronavírus na Bahia. Logo, hoje à tarde, assino o decreto liberando as máscaras em ambientes fechados. No entanto, vamos manter a obrigação das mesmas nas unidades de saúde”, escreveu o governador em uma rede social.

Na semana passada, Rui avisou que a obrigação do uso de máscara em ambientes fechados cairia quando o estado tivesse menos de 1.000 casos ativos de Covid-19. Neste domingo (10), segundo o boletim da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), esse número chegou a 907 (confira aqui).

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A Bahia registrou, neste domingo (10), o menor número de casos ativos de covid-19 desde abril de 2020, primeiro ano da pandemia que provocou a morte de mais de 29,7 mil baianos, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Foram 907 casos de pacientes internados ou em isolamento por causa da infecção pelo coronavírus. É o segundo dia consecutivo com registro de menos de 1.000 casos ativos.

Nas últimas 24 horas, de acordo com a Sesab, foram registrados 35 casos de Covid-19, 76 recuperados e 5 óbitos. A Sesab alerta que os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. “A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas”.

USO DE MÁSCARA

O menor número de casos ativos de covid-19 permite a desobrigação do uso de máscara mesmo em ambientes fechados na Bahia, conforme anúncio feito pelo governo estadual na última semana (relembre aqui) por meio de rede sociais. Já no sábado (9), o Estado registrou menos de mil casos ativos.

Zé Cocá faz alerta para riscos de aglomeração e cobra vacinas do governo federal
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O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Zé Cocá, faz um alerta sobre o risco de aglomeração nos municípios durante o período dos festejos juninos. Segundo o gestor, que também é prefeito de Jequié, os prefeitos pretendem reforçar a fiscalização nas cidades, mas a população precisa ter a consciência de não se aglomerar, sob o risco de haver colapso nos leitos de UTI.

“A gente viu um boom de casos logo após a Semana Santa, quando as famílias se reuniram, e o São João é preocupante. Se a população não tiver consciência, não tem órgão fiscalizador que conseguirá conter a situação. É momento de manter o distanciamento, não aglomerar, para que a gente não tenha uma terceira onda com muito mais força. Os leitos de UTI estão com ocupação oscilando em 80% e se tivermos um aumento drástico agora corremos sérios riscos de ter um colapso na rede de saúde do estado da Bahia”, recomendou o gestor.

Zé Cocá falou ainda da expectativa sobre a vacinação e disse que é preciso cobrar da União a compra de vacinas. Ele afirmou que o sistema de saúde tem registrado o aumento de internações da população na faixa etária de 30 a 40 anos e que é preciso ampliar a vacinação para conter a transmissão do coronavírus. “Quando chegarmos aos 30 anos, que é a população mais ativa, imagino que a gente tenha uma queda. Mas precisamos pressionar o governo federal para aquisição de mais vacinas. O que vai resolver nosso problema é a vacinação”, reforçou.

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Você se sente preparado ou preparada para identificar falácias nos discursos? E para se defender delas? Compartilhe seu pensamento crítico para que possamos fomentar debates e evoluir enquanto sociedade.

Mariana Ferreira

É curioso como estamos vivendo um período que mais parece um looping eterno de falta de nexo e falsos dilemas, alimentado por uma sequência de narrativas generalistas e irracionais que, de tempos em tempos, somem e “de repente” voltam em forma de discursos teimosos e aleatórios, numa clara tentativa de mudar de assunto. Cloroquina, desobrigação de máscara, fraude eleitoral, voto impresso, pandemia acabou… Você se lembra de mais alguma?

A mim, esse looping sempre cansa, e vejo muita gente se contorcer também, mesmo de dentro do grupo daqueles que inicialmente apoiavam tais teorias. Mas as estórias se repetem tanto, sem lógica e comprovações, que eles mesmos já as abandonaram. E aí eu te pergunto: essa espiral não te faz se sentir um tanto manipulado ou manipulada? Não te dá a sensação de estar sendo enganado ou enganada a todo tempo, subestimado ou subestimada em sua capacidade de discernimento e construção da sua própria opinião?

Se há fraude eleitoral em função da urna eletrônica, por exemplo, por que o maior expoente dessa acusação venceu cinco eleições de sete para deputado e conseguiu chegar ao Palácio do Planalto por meio desse mesmo sistema? E por que ele ainda não provou sua tese? Você já deve ter percebido que ele inverte o ônus da prova, ou seja, ele joga para quem discorda dele a obrigação de provar que ele está errado, quando, na realidade, a verdade já estava posta desde o princípio e quem precisa provar algo é ele. Mas você sabe por que essa inversão acontece? Porque, nesse caso, quem acusa é a parte mais fraca da argumentação.

Pelo bem da nossa própria existência nesse mundo cada vez mais beligerante, devemos exercitar mais a nossa capacidade crítica sobre o que nos é apresentado, e não aceitar qualquer teoria que chegue aos nossos ouvidos, mesmo que aparentemente não mirabolante, sem buscar saber se aquilo tem consistência e provas, afinal, é assim que nos protegemos de fake news e manipulações.

Em homenagem ao tema de hoje, indico o livro Persuasão, onde a comunicóloga e professora Maytê Carvalho habilmente compilou uma série de conceitos sobre o assunto, desde Aristóteles, e montou uma espécie de guia. Agora, para encerrar, te faço somente mais duas perguntas: você se sente preparado ou preparada para identificar falácias nos discursos? E para se defender delas? Compartilhe seu pensamento crítico para que possamos fomentar debates e evoluir enquanto sociedade.

Mariana Ferreira é comunicóloga.