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Carlos Ernani, Vável Andrade, Ronaldo Netto e Wandick fundaram hospital

Há 25 anos, quatro médicos oftalmologistas – Carlos Ernani, Ronaldo Netto, Wandick Rosa e Vável Andrade, apaixonados pela profissão e por Itabuna, decidiram fundar uma clínica que servisse como referência em qualidade dos serviços e responsabilidade social. Criaram a Clínica de Olhos de Itabuna, que posteriormente se tornou Hospital de Olhos Beira Rio e mais recentemente o Hospital Beira Rio. O empreendimento completa um quarto de século nesta semana.

Encarar e superar desafios, unidos, sempre foi uma marca dos quatro médicos sócio-fundadores do Hospital. Ao longo desses anos, o Hospital Beira Rio vem passando por um processo permanente de modernização e capacitação de seu corpo clínico e colaboradores, sempre com foco no atendimento de qualidade aos pacientes.

Atualmente o Hospital Beira Rio possui uma estrutura completa que oferece serviços considerados de excelência em todas as áreas da oftalmologia e um moderno Day Hospital, com capacidade para realizar cirurgias de todas as especialidades médicas, de baixa e média complexidades.

A excelência dos serviços prestados pelo Hospital Beira Rio foi reconhecida com a conquista do ISO 9001, um selo de qualidade, sustentabilidade e responsabilidade social. O envolvimento com a sociedade sempre foi prioridade e uma importante ação do Hospital Beira Rio é a realização anual, em parceria com a ONG Unidos pelo Diabetes, do Mutirão do Diabetes de Itabuna, coordenado pelo médico Rafael Andrade. O Mutirão é considerado o maior evento de tratamento e prevenção da doença no Brasil.

Hospital Beira Rio foi fundado por 4 oftalmologistas

MEDIDAS PREVENTIVAS NA PANDEMIA

Em função da pandemia da Covid 19, o Hospital Beira Rio adotou uma série de protocolos determinados pela Organização Mundial de Saúde, como adequação e higienização permanente dos espaços de circulação, consultórios e salas de cirurgia, sinalização para distanciamento, dispensers com álcool em gel e treinamento dos colaboradores, além de atendimento aos pacientes com hora marcada.

Hoje, o corpo clínico do Hospital Beira Rio conta com mais de 20 médicos, incluindo as novas gerações dos sócios-fundadores. A Superintendência Médica é assinada por Rafael Andrade ,que possui trajetória profissional reconhecida internacionalmente, mas que decidiu manter suas raízes no sul da Bahia. Filho de Vável Andrade, faz parte do processo de renovação do Hospital, mantendo a chama empreendedora dos fundadores.

Rafael Andrade, à esquerda, toma posse como conselheiro do CBO
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O médico Rafael Andrade, diretor do Centro Avançado em Retina e Vítreo do Hospital Beira Rio e coordenador do Mutirão do Diabetes de Itabuna, tomou posse na Comissão de Prevenção da Cegueira do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). A nomeação foi oficializada pelo novo presidente do CBO, médico José Beniz Neto.

A nomeação, conforme o dirigente da CBO, ocorre em função do trabalho realizado pelo oftalmologista itabunense, com o mutirão, com foco na prevenção e tratamento da doença e tem seu modelo já replicado em cerca de 30 cidades brasileiras. O CBO tem como vice-presidente o médico Cristiano Caixeta, que em 2019 participou do mutirão em Itabuna.

Em janeiro, Rafael Andrade participou da convenção nacional que marcou a posse da nova diretoria do Conselho e fez uma apresentação do projeto do Mutirão do Diabetes de Itabuna. “Um dos objetivos da comissão é estimular a realização de mutirões em todo o Brasil, através de ações conjuntas com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, a Sociedade Brasileira de Diabetes e a Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo”, destaca.

Para ele, é gratificante ver que “Itabuna é hoje um exemplo para o Brasil e reconhecida como referência na prevenção do diabetes por importantes instituições da oftalmologia”.

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Rafael, ao centro, e participantes do congresso em São Paulo

O Mutirão do Diabetes de Itabuna, maior do gênero em todo o país, já é referência para eventos de prevenção e tratamento da doença em 30 outros municípios brasileiros, segundo o médico Rafael Andrade. Presidente da ONG Unidos pelo Diabetes, de Itabuna, o médico apresentou o modelo do mutirão no 24º Congresso Brasileiro Multidisciplinar de Diabetes, em São Paulo, no final do de julho.

O mutirão itabunense já integra o calendário da Federação Internacional do Diabetes. O congresso em São Paulo, promovido pela Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (Fenad) e a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes, reuniu oftalmologistas e equipes de saúde de vários estados brasileiros, que realizam ou querem realizar mutirões inspirados no modelo Itabunense. A iniciativa itabunense tem foco principal na prevenção, com exames do olho, pé e rim diabético e ações educativas.

Rafael Andrade foi um dos coordenadores do congresso em São Paulo. Segundo ele, o mutirão em Itabuna realiza cerca de 15 mil procedimentos ao ano, entre ações de prevenção na Praça Rio Cachoeira e atendimento médico no Hospital de Olhos Beira Rio, reunindo cerca de mil voluntários e envolvendo diversos segmentos da sociedade organizada.

– O modelo Itabunense já foi implantado em cerca de 17 cidades brasileiras e que com o apoio da Fenad está sendo possível multiplicar o projeto a cada ano já se encaminhando para 30 cidades – disse Rafael.

Entre as cidades que já realizam mutirões, estão São Luís, Petrolina, Fortaleza, Belém, Porto Velho, Itabuna, Vitória da Conquista, Belo Horizonte, Janaúba, Uberlândia, Goiânia, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Blumenau, Joinville, São Gonçalo, São Paulo, Presidente Prudente, Sorocaba, Ribeirão Preto, Araçatuba e Aracaju. Criada em 2018, a ONG Unidos pelo Diabetes está disponibilizando o know-how do projeto Itabunense em vários estados brasileiros, contribuindo para prevenir uma doença com elevado índice de letalidade e amputação de órgãos.

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Mutirão em Itabuna é adotado por 16 municípios brasileiros

Rafael Andrade é o idealizador do mutirão || Foto Pedro Augusto

O modelo do Mutirão do Diabetes de Itabuna, que terá sua 14ª edição no dia 10 de novembro, está sendo adotado em vários estados brasileiros. Sucesso em ações de prevenção e tratamento, o evento itabunense já foi apresentado no Congresso Mundial de Diabetes no Canadá, como exemplo a ser seguido por outros países.
O idealizador e coordenador do Mutirão e presidente da ONG Unidos Pelo Diabetes, o médico Rafael Andrade, tem participado de seminários e teleconferências nos quais expõe o projeto, focado principalmente na prevenção da doença. O modelo do mutirão já foi adotado por cidades como Curitiba (PR), Belém (PA), Feira de Santana (BA), Petrolina (PE), Ribeirão Preto (SP) e Joinville (SC).
A partir deste ano, haverá mutirões do diabetes em Blumenau (SC), Florianópolis (SC), Uberlândia (MG), Betim (MG), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Presidente Prudente (SP), Sorocaba (SP), Campo Grande (MS) e São José dos Pinhais (PR), todos com o apoio da ONG Unidos Pelo Diabetes de Itabuna.
Criada em 2017 para ampliar as ações do Mutirão, a ONG Unidos pelo Diabetes, vem fornecendo transferência do know-how para diversas instituições, além de investir na capacitação de profissionais de saúde e na conscientização da população, para os riscos e cuidados na prevenção e tratamento do diabetes.
Para Rafael Andrade, a promoção de mutirões em várias cidades brasileiras vai se multiplicando a cada ano contribui para amenizar a deficiência e desigualdade, combatendo uma das doenças que mais fazem vítimas fatais e deixam sequelas no país.