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Augusto-Castro12-300x221Em seu perfil no Facebook, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) escreveu que a troca do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto, pelo empresário e escritor Joaci Góes, na chapa oposicionista que disputará o governo estadual, não implicou em perdas para os tucanos.
“A substituição foi feita por ajustes nas negociações e viabilizou a definição da chapa com a participação do PSDB na vice”, argumenta o deputado. Segundo Augusto, o ex-prefeito João Gualberto é uma liderança expressiva no tucanato baiano e “teve papel importante no crescimento do PSDB na Bahia”.
 “O nosso partido tem muito a agradecer a João Gualberto, que comandou com competência, por oito anos, um dos mais atraentes roteiros turísticos da Bahia e do Nordeste ”, registrou o deputado. A chapa, com Paulo Souto (DEM) na cabeça, Joaci Góes (PSDB) na vice e Geddel Veira Lima (PMDB) como candidato ao Senado, será apresentada formalmente na próxima segunda-feira (14), em Salvador.

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Ricardo RibeiroRicardo Ribeiro | ricardorib@outlook.com
 

O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.

 
O Carnaval chega ao fim e as oposições baianas atravessaram o circuito da folia sem definir quem irá puxar o bloco. Nem estava previsto que tal anúncio viesse a ocorrer, portanto não há que se falar em quebra de expectativa.
Aliás, ocorreu tudo dentro de um samba-enredo já bem conhecido. Do PMDB, um Geddel afoito como sempre, sem titubear e afirmando que sai do Carnaval mais candidato do que nunca; do DEM, um Paulo Souto sisudo, tenso e circunspecto, sem dizer se vai ou se fica, se quer ou se não quer.
Fala-se que ACM Neto sempre quis Paulo Souto e lhe deu a preferência. Até que este declinou da candidatura,  vindo depois a aceitá-la como obrigação partidária. Porém, a esse ponto Geddel já havia se habilitado a ocupar o posto do aliado vacilante e desde então uma nuvem de conflito paira sobre a unidade das oposições.
O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.
Pode haver algo calculado nessa atitude low profile, talvez uma intenção de demonstrar sobriedade, quem sabe um quê de maturidade e sabedoria. No entanto,  às vezes aparenta certa falta de vontade, enquanto esta sobra em Geddel e ele não esconde. Muito pelo contrário.
Não se sabe se isso terá alguma influência na definição de uma candidatura, mas o fato é que, na vitrine do Carnaval, o PMDB aproveitou melhor o espaço para expor seu produto.
Ricardo Ribeiro é advogado.

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augustoO deputado estadual Augusto Castro (PSDB) afirmou, na tarde desta segunda-feira (24), que considera  a crítica feita pelo deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB) ao PSDB um sintoma de “tensão pré-eleitoral”.
“ O PT é nosso adversário em comum nas eleições para governador e presidente da República e o PSDB tem feito sua parte na construção de uma chapa forte das oposições, inclusive abrindo mão, nesse momento final, de ter seu próprio candidato ao governo da Bahia”, diz o tucano. Augusto declarou ainda que, “do mesmo jeito que está empenhado em garantir uma chapa vitoriosa no Estado, o PSDB baiano vai trabalhar para ter êxito nas eleições para a Presidência da República”.
O deputado observa que o processo pela unidade das oposições no Estado, iniciado com vários pré-candidatos sob a coordenação do prefeito de Salvador, ACM Neto, afunilou com Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM) e deverá ser concluído logo depois do Carnaval.
“Aquele que for definido como candidato ao governo terá total apoio do PSDB”, garante o deputado. No entanto, segundo ele,  o partido não abre mão de integrar a chapa majoritária com o nome do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto.

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chapa psg

Os possíveis nomes que representarão a oposição baiana como candidatos a governador e a vice estavam neste domingo (16) na Festa do Bonfim em Mata de São João, litoral norte baiano.
Na foto, o ex-governador Paulo Souto (DEM), provável cabeça de chapa, ao lado do empresário e ex-prefeito João Gualberto (PSDB), que deverá ser o vice. Também estavam na festa o deputado federal Jutahy Jr. (PSDB) e os estaduais Adolfo Viana e Augusto Castro, também tucanos, além do presidente do PSDB na Bahia, Sérgio Passos.
Geddel (PMDB), ainda não convencido com a opção de ser postulante ao Senado, não foi tomar seu banho de cheiro.

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Geddel: turbinado pelas inserções na TV.
Apesar de haver forte tendência de que o candidato da oposição ao Governo da Bahia seja Paulo Souto (DEM), o PMDB ainda trabalha para emplacar o nome de Geddel Vieira Lima.
Uma das questões é que o peemedebista ainda rejeita a opção da candidatura ao Senado, entre outros motivos porque é improvável que alguém derrote Otto Alencar nessa disputa. Mas o argumento mais forte do PMDB é o de que um eventual pleito entre Paulo Souto e Rui Costa provocará comparações que não favorecem o candidato do DEM.
“Se você pegar os investimentos durante os dois governos de Paulo Souto e comparar com os dois de Wagner, o petista, por incrível que possa parecer, ganha em praticamente todos os itens”, afirma uma fonte que pede o anonimato.
Como se vê, a briga por essa candidatura promete.

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O ex-governador Paulo Souto (DEM) terá logo mais um encontro decisivo para o destino da oposição na disputa eleitoral que se avizinha. A reunião será com o prefeito de Salvador, ACM Neto, e outros correligionários, como o presidente estadual do DEM, deputado Paulo Azi.
Um tucano que acompanha de perto a movimentação disse o seguinte: “a passagem está comprada, só depende dele querer embarcar”.
Em outras palavras, Paulo Souto  tem tudo para ser candidato. Apenas não será se não quiser.

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Castro defendeu criação de comitê de acompanhamento
Augusto Castro criticou medida do governo

A Assembleia Legislativa da Bahia acaba de aprovar, em segundo turno, a Lei Orçamentária do Estado para 2014. Com um detalhe que agitou a oposição: as despesas com emendas parlamentares – cerca de R$ 75 milhões – serão custeadas com recursos do Fundo de Previdência do Servidor (Funprev).
Deputados da oposição, como Augusto Castro (PSDB) e Elmar Nascimento (DEM), criticaram a manobra. “Os deputados da oposição querem as emendas, mas são contra retirar recursos do Funprev”, afirmou o tucano. Os oposicionistas também lembraram que no início deste mês o governo tentou aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 134, que previa a antecipação de R$ 2 bilhões em royalties do petróleo, sob o argumento de que os recursos seriam utilizados para cobrir o déficit previdenciário herdado de gestões anteriores.
“Hoje a máscara caiu”, alfinetou o tucano, ao observar que a destinação de recursos do Funprev para as emendas parlamentares fragilizou o argumento do déficit previdenciário. Questionado pelo PIMENTA se via a manobra como incoerência, Elmar Nascimento afirmou que houve, na verdade, uma “imoralidade”.
O projeto da Lei Orçamentária previa inicialmente um percentual de 0,6% da receita corrente líquida do Estado para as emendas parlamentares. Esse foi o índice aprovado em primeiro turno, mas depois o governo verificou que o número estava errado; na noite desta terça, a bancada governista conseguiu redefinir o índice para 0,33%. A oposição se absteve.

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paulosoutoAo que tudo indica, o ex-governador Paulo Souto (DEM) será confirmado em breve como o candidato da oposição ao governo da Bahia. A chapa seria complementada com o empresário João Gualberto (PSDB) no posto de vice e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), como candidato ao Senado.
A escolha de Souto leva em conta sua posição até o momento favorável nas pesquisas de intenção de voto, o que lhe confere maiores chances de unificar os oposicionistas. Há possibilidade de que a chapa seja confirmada até o dia 31 deste mês.

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com

 

É possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

 

O peemedebista Geddel Vieira Lima aprecia gestos retumbantes, do tipo que causa impacto. Como político, a postura faz todo sentido, pois lhe garante visibilidade, notadamente quando ele põe os adversários em saia justa.

Geddel agiu assim ao pedir encarecidamente, pelo Twitter, que a presidente (ou presidenta, caso prefiram) Dilma Rousseff o demitisse do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. Um meio pouco ortodoxo, mas afinado com o repertório do requerente.

Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel integra um partido que é aliado do PT no campo nacional e adversário do mesmo no Estado. A posição híbrida produz certa crise de identidade e é provável que o peemedebista recorra a frases de efeito e atos pirotécnicos para marcar suas idiossincrasias. Precisa, no entanto, ter cuidado com os efeitos colaterais indesejados.

Geddel é um político de raciocínio rápido e língua ferina, mas não consegue exibir a consistência e a gravidade de um estadista. As pilhérias e provocações que faz nas redes sociais causam bochicho, às vezes incomodam alguns, mas não colaboram com a construção de uma imagem política de boa estatura. Ainda assim, é possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

Geddel não esconde o desejo de ser candidato e faz pressão para que a escolha seja antecipada; é afoito e agoniado. Extremo oposto, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, é circunspecto até demais, contido nos gestos e palavras, carrancudo, mas transmite a seriedade que muitos consideram mais adequada à chamada liturgia do cargo. Além de tudo, Paulo Souto faz o jogo de quem está reflexivo, meditando sobre a grave missão que poderá receber.

Um peca pela esperteza. O outro tenta faturar com a sabedoria.

Ricardo Ribeiro é advogado.

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marco wense1Marco Wense

 

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

 

A dúvida em relação ao candidato da oposição à sucessão do governador Jaques Wagner fica restrita a Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM).

Se mensurada em porcentagem, diria que o tucano João Gualberto fica sem pontuação. O democrata José Carlos Aleluia não chega aos 5%. Os dois são meros coadjuvantes do processo sucessório.

Uma possível desistência de Paulo Souto, sob a alegação de problemas pessoais e de saúde, torna Geddel o único nome com viabilidade eleitoral para enfrentar o petista Rui Costa.

A cúpula do DEM, tendo na linha de frente o senador Agripino Maia (RN), presidente nacional da legenda, pressiona o ex-governador para que saia candidato.

Como o DEM é aliado incondicional do PSDB, do lado do presidenciável Aécio Neves, fica a preocupação com Geddel, que pode apoiar Eduardo Campos (PSB) se não for o candidato da oposição ao Palácio de Ondina.

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Castro: com Azevedo mas aberto a novas relações.

Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado Augusto Castro (PSDB) criticou o Governo da Bahia pelo descumprimento de compromissos com o Sul do Estado em 2013. Além de pendências financeiras com instituições de saúde, o parlamentar mencionou obras interrompidas, que implicariam desperdício de recursos públicos.

Segundo o deputado, em Itabuna o Estado se encontra inadimplente com instituições como a Santa Casa de Misericórdia, Maternidade Ester Gomes, Hospital São Judas Tadeu e Cemepi.

O tucano também criticou a interrupção das obras da barragem do Rio Colônia, em Itapé, prometida como solução para os problemas do abastecimento de Itabuna e regularidade da vazão do Rio Cachoeira.

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Augusto defende nome do empresário João Gualberto. Leur Júnior quer Geddel como candidato
Augusto defende nome do empresário João Gualberto. Leur Júnior quer Geddel como candidato

Do Bahia Notícias

Apesar do discurso afinado em defesa da “união das oposições” no pleito de 2014, representantes de três partidos de oposição ao governo Wagner demonstraram nos últimos dias que a aliança pode dar trabalho para ser efetivamente firmada. Com pequenos intervalos, o vereador Cláudio Tinoco (DEM) e os deputados estaduais Leur Lomanto Júnior (PMDB) e Augusto Castro (PSDB), defenderam o protagonismo de suas respectivas forças políticas no comando do projeto contrário à atual gestão petista. Na última quinta-feira (24), o democrata declarou que o ex-governador Paulo Souto era o candidato mais “provável” do grupo. No dia seguinte, veio a reação.

Por meio de nota, Lomanto Jr. classificou Geddel Vieira Lima, presidente estadual do PMDB, como o candidato “natural” das oposições e mencionou a “vontade” e “disposição” do ex-ministro. “São fatores primordiais. Para ser candidato, primeiro é preciso querer ser”, disse o peemedebista ao Bahia Notícias. Ao contrário de Geddel, Souto tem desconversado sempre que é questionado sobre a sucessão de Wagner e não manifestou desejo de disputar as eleições do próximo ano. “Respeitando os demais [pré-candidatos], acho que não tem porque Geddel não ser candidato. O momento é dele”, opinou o correligionário. Lomanto Jr. defendeu ainda que, independentemente do escolhido, a decisão ocorra ainda este ano.

Colega de Assembleia Legislativa do peemedebista, o tucano Augusto Castro não perdeu a oportunidade e tentou levantar a bola do seu colega de PSDB João Gualberto, ex-prefeito de Mata de São João. “É um nome que unifica o PSDB. Tem viajado por toda a Bahia e representa o novo nesse segmento da oposição”, disse Castro.

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camara-de-vereadoresMovimentações na Câmara de Vereadores de Ilhéus indicam que o prefeito Jabes Ribeiro (PP), que hoje tem 13 dos 19 vereadores em sua base, poderá ver uma redução dessa maioria, se não uma debandada.
Entre os parlamentares jabistas, há insatisfações, sobretudo em função de interesses desatendidos. Ainda aos sussurros, governistas se queixam de que não conseguem ser recebidos pelo prefeito. A insatisfação se manifesta nos debates em plenário, nos quais a meia dúzia de oposicionistas desanca o governo sem piedade (como fez ontem mesmo o vereador Cosme Araújo, do PDT).
O curioso é que, enquanto “o pau quebra”, a situação não reage.

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Sandro Régis e Elmar Nascimento pretendem sair do PR
Sandro Régis e Elmar Nascimento pretendem sair do PR

Com um pé na base aliada do governo Wagner e outro na oposição, o PR deverá sofer uma baixa dentro de pouco tempo. O jornal Tribuna da Bahia anuncia nesta segunda-feira, 4, que três deputados da ala oposicionista (dois estaduais e um federal) planejam deixar o partido.
Estão de malas prontas os estaduais Sandro Régis e Elmar Nascimento, e o federal Maurício Trindade, que já ocupa cargo de secretário de Administração no governo de ACM Neto (DEM) em Salvador. Os atuais republicanos aguardam somente um respaldo jurídico para evitar futuros questionamentos de infidelidade partidária.
Situação curiosa é a do deputado estadual Reinaldo Braga, também do PR, cujo filho foi escolhido por Neto para comandar as prefeituras de bairro. Braga, que é da base de Wagner, afirma que o herdeiro tem relação pessoal com o prefeito.

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josias gomesJosias Gomes | josiasgomes1312@yahoo.com.br

E, no que depender de nós, petistas e aliados, haverá o fortalecimento de uma grande corrente em torno de Lula e Dilma, sempre na defesa das conquistas incomensuráveis alcançadas pelos mais pobres desse país.

O pavor alimentado pela Direita no Brasil aos projetos sociais e políticos das esquerdas é histórico. Sob o pretexto de combate ao comunismo as elites nacionais cometeram os maiores desatinos, e os mais perversos crimes durante a história republicana.
Raros foram os momentos de liberdades democráticas no Estado brasileiro, momentos estes que sempre foram sacrificados em função do horror nutrido, e implantado, pelos segmentos mais conservadores às propostas de desenvolvimento social, propostas estas normalmente apresentadas pelos setores mais progressistas da política nacional. É o que eles repetem, agora, com relação a Lula e ao PT.
Desde o ano de 2003, com a ascensão de Lula ao governo brasileiro, alcançado através de uma verdadeira revolução pelo voto da maioria do nosso povo, que a direita não se contém. Principalmente porque, a partir daquele momento histórico, a administração pública nacional começou a experimentar uma mudança de rumos jamais experimentada em nossos 500 anos de história.
Foram Lula e aliados os que executaram, a partir de então, uma política que nunca havia sido praticada no país, em extensão geográfica, ritmo de implantação e alcance populacional. As camadas mais pobres brasileiras começaram a ser resgatadas do abandono secular a que estiveram sempre submetidas.

Também foi a partir daí que regiões antes crescendo em ritmo totalmente descompassado na relação com as regiões mais ricas do Brasil deram início a um processo irreversível de redução dessas desigualdades. Sem dúvida, conquistas que soaram, e continuam soando, como verdadeira injúria ao reacionarismo histórico da direita nacional, cuja sobrevivência, o mais das vezes, continuou à base de golpes autoritários e terror policial. O mais impressionante, e que terminou embasbacando essa direita improdutiva, foi que o desenvolvimento social levado a efeito por Lula, e, agora, Dilma, deu-se ao mesmo tempo em que vem se consolidando o desenvolvimento econômico nacional.
Tudo isto foi realizado, o que deixa essa elite ainda mais revoltada, sem que o governo federal tivesse que entregar empresas nacionais, como vinha sendo feito a granel, anteriormente, a setores empresariais privados. Preservou-se a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o BNDES, o BNB, o Basa, entre outras empresas de economia mista, sempre na mira dos setores descompromissados com a economia nacional como empresas a serem privatizadas. Foi demais para os pregoeiros do neoliberalismo que viam o processo privatista como saída para o Brasil. A revolta é, portanto, cada vez mais furibunda.
O que estamos assistindo ultimamente é decorrência da grande decepção desses setores elitistas para com a ascensão cada vez mais ampla das camadas mais pobres da população, com a preservação das empresas nacionais, com a queda das desigualdades regionais, e, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento econômico que já nos transformou em sexta economia do mundo. Crescentemente irritada com a escancarada derrota de suas teses, pela vitoriosa prática do governo petista, essa direita historicamente descompassada com os interesses nacionais, investe furiosamente contra Lula e contra o PT.
Seus propósitos, no entanto, não passarão. E não passarão porque o povo brasileiro, cada vez mais consciente, continua favorecendo o governo petista da presidenta Dilma, e, particularmente, o ex-presidente Lula, com as mais altas taxas de aprovação de que se tem notícia na história mais recente do Brasil. Isto porque o povo insiste em não servir de massa de manobra para essa gente, escorada na chamada grande mídia nacional, que, de forma sistemática, vem perdendo espaço para as redes sociais e para a consciência de grande massa nacional.
E, no que depender de nós, petistas e aliados, haverá o fortalecimento de uma grande corrente em torno de Lula e Dilma, sempre na defesa das conquistas incomensuráveis alcançadas pelos mais pobres desse país, mas, também, pelo conjunto da sociedade brasileira, a maior beneficiária com a política implantada no país nos últimos dez anos.
À frente é que caminha o Brasil, sem dar o menor cabimento ao retrocesso pregado por quem nunca teve o menor compromisso com os interesses nacionais e populares.
Josias Gomes é deputado federal (PT-BA).