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Em abril deste ano, o deputado estadual Sérgio Passos (PSDB) apresentou projeto que proíbe o uso de “pulseiras do sexo” na Bahia. Tem até número: 18.151/2010. Ainda no mês passado, a Secretaria Estadual de Educação (SEC) baixou portaria que veda o uso destas pulseirinhas nas escolas da sua rede.

Exatamente hoje, a deputada estadual Ângela Sousa (PSC) divulgou ter apresentado à Assembleia Legislativa um projeto que coíbe o uso de pulseiras do sexo nas escolas estaduais. Pois é. Um mês depois das iniciativas da SEC e do deputado tucano, colega de legislatura de Ângela.

Uma cópia a mais ou a menos não faz mal, né?

Ângela é "a deputada que copiava"…
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O uso das chamadas “pulseiras do sexo” está proibido nas escolas da rede estadual de ensino da Bahia. A vedação foi determinada pela Superintendência de Acompanhamento e Avaliação Educacional, que teme a exposição das adolescentes.

As pulseiras coloridas indicam, a depender da cor, atos que vão de abraços a relações sexuais. Neste último caso, a pulseira indicativa é a de cor preta.

Há menos de quinze dias, uma estudante de Londrina-PR foi estuprada por quatro rapazes (três menores e um de 18 anos). O atrativo para o crime teria sido o uso das tais pulseiras do sexo.

No caso da rede estadual de ensino, estão valendo as seguintes regras: a aluna que for flagrada usando as pulseiras será convencida a entregá-las; caso ela se recuse, os pais serão informados e convidados a comparecer no dia seguinte ao estabelecimento de ensino.

Se ainda assim não houver jeito, a aluna terá o seu acesso à escola proibido.