
O presidente do Esporte Clube Bahia, Marcelo Guimarães Filho, voltou a ser notícia nacional nesta sexta-feira (1º). Uma das maiores revistas do segmento no Brasil, a Placar, da Editora Abril, trouxe às bancas de todo o país uma reportagem especial sobre o comportamento do cartola na redes sociais: “O rei da baixaria”, intitulou a publicação, ao listar a maneira, considerada agressiva, do dirigente contra os torcedores do Esquadrão de Aço e contra as arbitragens dos campeonatos que o clube disputa.
“Costumeiramente sem filtro, Marcelo Filho reage de maneira grosseira às críticas de torcedores e dispara xingamentos”, diz a Placar. Entre os palavrões deferidos no Twitter, Instagram e Facebook, a revista destaca o “vá tomar no c*!”, tuitado por MGF após um torcedor criticar a venda do meia Gabriel ao Flamengo.
Outro “print” dado pela Placar foi quando um torcedor tricolor, membro do grupo de oposição da atual diretoria perguntou via Twitter: “Onde está o dinheiro da Globo? Na sua Mercedez zero?”, questinou. E a resposta de MGF em sua página oficial foi: “Vc é v**** e sua mãe é p***. Sua mulher eu comi. Conheço o v**** do seu filho”, disparou. Já no Instagram, o dirigente tricolor soltou um “f***-se” para todos os torcedores do E.C. Bahia insatisfeitos com o atual desempenho do clube e que “falam mal dele”.
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De acordo com o Twitter, os titulares de contas violadas receberão um e-mail nos próximos dias, com a solicitação para criem uma nova senha. A recomendação, porém, é para que todos os usuários procurem reforçar a segurança de suas contas.

Sem sequer por um pé no Brasil, o Twitter foi capaz de atrair 40 milhões de membros nessa nação obcecada com redes sociais.
Agora, a companhia norte-americana diz que é a hora de abrir um escritório em São Paulo para monetizar seu crescimento na maior economia da América Latina, seguindo os passos de seu rival Facebook.
“O Twitter cresceu organicamente”, disse o novo diretor do Twitter Brasil, Guilherme Ribenboim, em recente entrevista à Reuters. “Acreditamos que, com o escritório no Brasil, vamos conseguir nos aproximar dos usuários brasileiros e mostrar o valor da nossa plataforma.”
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Da Agência Brasil

“Obrigado por nos darem, a mim e à minha pequena equipe, o prazer de servi-los. Ajudar na ligação de 1 bilhão de pessoas é incrível, nos torna humildes e é, de longe, a coisa que mais me orgulho.”, disse Zuckerberg.
Segundo Zuckerberg, seu compromisso é “trabalhar e fazer o Facebook melhor”. De acordo com ele, sua meta é promover a ligação de todos no mundo inteiro via Facebook. Na sua página, ele informa que a meta da rede social é: “Tornar o mundo mais aberto e conectado”. A rede social do Facebook reúne 3.976 colaboradores, segundo dados de junho deste ano. As informações são da Agência Brasil.

A consultoria e especialistas apontam o “Efeito Orkut” no Facebook como responsável pela queda. Oferecendo a possibilidade de bater papo e postar fotos, o Facebook cresceu 64% no período, atingindo 42,4 milhões de usuários.
O Orkut também apresentou queda – forte queda: 43% abandonaram a mais antiga rede social dentre as três mais usadas no país.
— Se analisar o Facebook, ele é muito semelhante ao que era o Orkut. Você consegue conversar, ver fotos e interagir. É como se fosse uma “orkutização” do Facebook — explicou Tiago Luz, presidente da agência de marketing UnderDogs, ao jornal O Globo.

Stolze lembra que antes a prova da pulada de cerca era mais complicada e exigia a contratação de detetives. “Agora é mais fácil, pois muita gente expõe a própria intimidade nas redes sociais”, observou o jurista.
É a modernidade do mundo virtual influenciando a velha prática da infidelidade conjugal.

O Twitter informou nesta quinta-feira (26) que agora tem a capacidade de bloquear tweets em um país específico – se legalmente for obrigado a tomar tal decisão. A empresa afirmou que desenvolveu um sistema de censura para impedir que mensagens inadequadas para algumas culturas ou países estejam ao alcance dos usuários nos territórios afetados.
Para justificar a medida, os representantes da rede social argumentaram que a ideia de liberdade de expressão é entendida de forma diversa em diferentes pontos do planeta, e citou como exemplo o fato de que alguns governos, como os de França e Alemanha, proíbem a publicação de conteúdos favoráveis ao nazismo.
“À medida que continuamos crescendo em nível internacional, vamos entrar nos países que têm diferentes ideias sobre os limites da liberdade de expressão”, afirmou o Twitter em seu blog.
Do portal Terra:
Quando o seu professor de Física da 3ª série do Ensino Médio teve que viajar para o Rio de Janeiro, o baiano Ednaldo Santos, de apenas de 16 anos, ficou responsável por repassar o conteúdo para a turma. Craque nas Ciências Exatas, ele planejava estudar Engenharia – ou até Medicina – no ano seguinte. Porém, foi só rabiscar as primeiras fórmulas no quadro negro para o garoto repensar o seu futuro profissional.
Trinta e dois anos depois, Naldo – como é chamado pelos alunos – não só ensina Física, mas é também um dos mestres mais homenageados do Orkut, com quase 7 mil membros em uma das comunidades que leva o seu nome. O professor garante que há pelo menos outras cinco dedicadas a ele.
O mestre sempre deu aula em cursos pré-vestibular em Salvador, na Bahia, onde as turmas costumam ter de 250 a 300 alunos. “É praticamente um auditório”, diz. E, na época de revisão para o vestibular, os grupos chegam a ser de 1,2 mil a 1,5 mil pessoas.
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Do Adnews
A guerra entre as redes sociais parece não influenciar os internautas, que cada vez mais se afastam desse segmento. Levantamento realizado pela Gartner mostra que sites como Facebook, Google+ e Twitter têm perdido usuários tempos depois destes terem se cadastrado.
Onze países foram consultados e o Brasil está entre os que possuem maior número de desertores. Entre 30% e 40% dos entrevistados por aqui disseram ter reduzido o uso das redes sociais prediletas, assim como acontece na Rússia.
Quase 6,3 mil pessoas de 13 a 74 anos foram ouvidas pela consultoria entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, chegando à conclusão de que geralmente as pessoas com olhar mais prático sobre as redes sociais tendem a deixá-las de lado ao longo do tempo.
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Redes sociais funcionam hoje, mas não são a razão nem a arma da revolta.
Sempre houve reações populares de protesto, revoltas. Acalentadas em reuniões secretas, conclamadas por bilhetes e boca-a-boca sussurrantes. Sem Twitter e Facebook os estudantes sacudiram a França em 68, governos já caíram em todo mundo e caras-pintadas derrubaram um presidente no Brasil.
As panelas já falaram no lugar das redes sociais, bem como os recados dados nos bordéis e os cochichos no açougueiro e nas feiras-livres. Redes sociais funcionam hoje, mas não são a razão nem a arma da revolta.
Concedamos que agora a divulgação para o mundo é mais rápida e mais livre. Isso reacende estopins, incita, estimula, emula, mas não cria o sentimento, não inicia a manifestação, não lota a praça.
O que lota é amplitude da dor, a proximidade do sofrimento, o avizinhamento da esperança, os gritos que chegam pela janela e reverberam por todos os cômodos e chamam para a rua.
Isso se daria, no momento e na circunstância histórica inevitáveis, ainda que scraps, tweets e posts voassem presos às pernas de pombos-correio ou viajassem em garrafas de náufragos.
Prefiro menos teoria. Mas, aceito estar errado e espero mudar de opinião quando as “redes” levantarem Cuba ou puderem fazer nossos políticos votarem um mínimo mais decente ou barrar Belo Monte, por exemplo. Ou isso só funciona na direção da direita?
Giorlando Lima é jornalista, publicitário e se amarra em Twitter e Facebook.

O resultado da pesquisa foi publicado no site da BBC Brasil. De cada 10 pais, quatro dão uma checadinha nos status dos filhos. 40% monitoram os perfis para ver as mensagens e 30% olham a seção de fotos postadas pelos amigos dos filhos.
De acordo com o levantamento, um terço dos pais reconhecem que age como superprotetor e 24% creem ser esta a forma de saber o que os filhos estão fazendo. Pelo menos um em cada dez pais foi sincero ao admitir que abriu conta no Facebook para “zoiar” o filho. Dos pesquisados, 16% enviaram solicitação de amizade e levaram um “cavalo-de-pau”.