O funcionário da Emasa Marcos Roberto de Santana Santos, o “Marcos Orelhão”, passou a manhã na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos explicando sua participação no crime de furto de pelo menos seis fardos de cloro (veja nota abaixo). O crime está sendo investigado pela delegada Divanice Dias.
Já se sabe que Marcos não agia sozinho, segundo ele mesmo contou na polícia. De acordo com seu depoimento, tudo que fazia era em conjunto com seu chefe imediato, identificado pelo prenome André.
A polícia quer ouvir o outro suspeito, mas vai ter que aguardar. André está na cidade de Bom Jesus da Lapa, que nessa época do ano é destino dos católicos mais fervorosos e dos devotos do Bom Jesus.
Com a chegada do segundo suspeito, a polícia só vai precisar achar os receptadores do produto. O cloro é fabricado exclusivamente por uma empresa e a Emasa é sua única cliente na cidade. Mesmo não fornecendo ao comércio local, tá assim de loja de produto químico vendendo a marca…
O presidente da Emasa, Alfredo Melo, que esteve hoje pela manhã na polícia, acompanhado de assessores, disse que vai esperar o depoimento de André para se manifestar publicamente.



















