Gabriel Nascimento conquista ouro na Copa do Mundo || Foto CBCa
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Atletas do sul da Bahia seguem fazendo história na canoagem mundial. Nesta sexta-feira (10), foi a vez de Gabriel Nascimento conquistar a medalha de ouro na prova C1 200 metros na Copa do Mundo de Canoagem Velocidade e Paracanoagem, em Montreal, no Canadá.  O atleta de Ubatã cruzou a linha de chegada com o tempo de 40s69.

Gabriel Nascimento  superou Aleksandre Tsivtsivadze, da Geórgia (41s09), e Chenwei Yu, da China (41s34), para colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio. “Consegui remar bem essa prova. Consegui pegar a medalha de ouro, graças a Deus, competir pelo meu país e garantir essa medalha para o Brasil. Estou muito feliz”, comemorou o atleta baiano.

“Tive uma largada ali na primeira parte, mas consegui pegar a medalha de ouro, graças a Deus. Estou remando para isso e estou aqui para garantir a medalha para o Brasil. Estou muito feliz pelo resultado que fiz aqui. Foi minha primeira prova em Copa do Mundo e consegui garantir minha primeira medalha -reforçou Gabriel.

Para o técnico da Seleção Brasileira de Canoagem, Lauro de Souza Júnior, a conquista representa a confirmação do potencial que Gabriel Nascimento vem demonstrando nas últimas temporadas e pode ser um marco importante para a sequência da carreira do atleta. “É um resultado muito importante. O Gabriel é um atleta em quem a gente sempre acreditou e esperava uma grande atuação, especialmente no C1 200. Mas, até a prova terminar, sempre existe aquela expectativa”.

“Essa medalha de ouro tem um peso enorme porque ele ainda é um atleta jovem, que está adquirindo experiência nas grandes competições internacionais. Tenho certeza de que essa conquista vai dar ainda mais confiança para que ele siga brigando por medalhas nas próximas etapas e nos principais campeonatos internacionais”, afirmou o treinador.

O Brasil deve conquistar mais medalhas de ouro neste final de semana.  O país segue na disputa nas provas C1 Masculino 1000 metros, além das provas do C2 Masculino 500 metros, com as duplas Mateus Nunes/Isaquias Queiroz e Jacky Godmann/Gabriel Nascimento, todos canoístas do sul da Bahia que fazem parte da Seleção Brasileira.

Confronto de semifinal será às 18h de hoje, no horário de Brasília || Arte GPT
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Depois de uma breve pausa na quarta-feira (8), a Copa do Mundo 2026 retorna nesta quinta-feira (9), com o início das quartas de final. No único jogo do dia, a França enfrenta o Marrocos, às 17h (18h, hora de Brasília), em Boston.

Com o futebol mais vistoso e convincente da Copa até agora, a França aposta nos seus jogadores de frente para passar às semifinais. Olise tem sido um dos destaques desse time, além, é claro, de Mbappé. O camisa 10 tem mostrado a cada jogo porque desponta como o principal jogador desta Copa.

Do outro lado, Marrocos chega com a autoridade de ter eliminado a Holanda na fase de 16 avos de final. Não teve dificuldades para passar pelo Canadá, nas oitavas de final, mas pode ficar sem um de seus principais jogadores. Saibari, lesionado, é dúvida para o confronto.

Entre os destaques de Marrocos estão o lateral Hakimi e o goleiro Bono. Hakimi, inclusive, joga em um time francês, o Paris Saint-Germain, atual campeão europeu.

Essa partida é uma repetição do que ocorreu na semifinal da última Copa, no Catar. Naquela ocasião, a França saiu vencedora por 2 a 0, gols de Theo Hernández e Kolo Muani. Hernández está no elenco desta Copa, mas Muani não foi convocado.

Maior campeonato de futebol amador do sul da Bahia teve início recheado de gols || Foto Pedro Augusto/PMI
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A 25ª edição do Campeonato Interbairros de Futebol começou em alto nível, neste domingo (5), com seis partidas, 19 gols e boa presença de público nos campos espalhados por Itabuna. Considerada o maior torneio de futebol amador do sul da Bahia, a competição reúne 36 seleções de bairros e distribuirá R$ 47 mil em premiações ao longo da temporada.

Atual pentacampeão e defensor do título, o Califórnia confirmou o favoritismo na rodada de abertura ao vencer o João Soares por 3 a 0, no campo do Caic. Antes da partida, o goleiro Jefferson Rocha Silva, Papito, eleito o melhor da posição em 2025, afirmou que a equipe entrou em campo focada em começar a campanha com vitória. Já o capitão do João Soares, Dado, destacou a renovação do elenco e a confiança em um bom desempenho na competição.

Além do triunfo do Califórnia, o Daniel Gomes também estreou bem ao aplicar 3 a 0 no selecionado de Ribeirão Seco. A Vila Zara repetiu o placar diante do Novo Fonseca, enquanto o Nova Itabuna venceu a Bananeira por 3 a 2, no confronto mais equilibrado da rodada. Já o Jorge Amado foi o destaque ofensivo do domingo ao derrotar a Nova Mangabinha por 4 a 1. O único empate ocorreu entre Ceplac e Parque Santa Clara, que ficaram no 0 a 0.

Para o secretário municipal de Esportes e Lazer, José Alcântara Pellegrini, a edição que marca as bodas de prata do campeonato reforça a tradição da competição como espaço de integração entre os bairros e de revelação de talentos. Segundo ele, as mudanças implementadas nos últimos anos elevaram o nível técnico do torneio, que mobiliza atletas, dirigentes, torcedores e diversas secretarias municipais para garantir a estrutura dos jogos.

Zagueiro Marquinhos sinaliza fim de ciclo na Seleção Brasileira || Foto Rafael Ribeiro/CBF
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Artilheiro do Brasil na Copa do Mundo com quatro gols, Vinícius Júnior pediu desculpas à torcida pela eliminação nas oitavas de final da competição. Em entrevista neste domingo (5), após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos), o atacante disse ainda que a meta de ajudar a seleção brasileira a conquistar o hexa segue inabalável.

“É um momento muito delicado. Tenho poucas palavras agora, por conta de como foi o jogo, da eliminação, não ter feito as coisas corretas no jogo que precisava tanto. Peço desculpas à torcida que acreditou em nós. Desta vez, não foi possível. Mas não vou desistir de tentar botar o Brasil no topo de volta”, disse Vinícius Júnior, ao atender a imprensa na saída da delegação.

O Brasil terminou a partida com apenas 32% de posse de bola e trocou praticamente metade dos passes na comparação com a Noruega. O próprio Vinícius Júnior foi o jogador com mais erros forçados (15) na partida, segundo estatística da Federação Internacional de Futebol (Fifa) que leva em conta ações em jogadas provocadas pela pressão do adversário.

“Sem dúvida, a gente jogou muito pouco hoje e acredito que isso nos dificultou muito. Mas é Copa do Mundo, não tem adversário bobo. A Noruega é uma grande seleção”, reconheceu o camisa 7.

COBRANÇA DE PÊNALTI

O atacante também foi questionado sobre o porquê de não ter sido ele a bater o pênalti que o Brasil teve a favor no começo do jogo. O chute de Bruno Guimarães foi defendido pelo goleiro Orjan Nyland.

“O mister [Carlo Ancelotti, técnico] escolheu o Bruno para fazer as cobranças. A gente treina todos os dias. Nunca fui vaidoso de querer artilharia. Eu jogo pela equipe e o momento correto era o Bruno bater. Futebol é isso, você pode errar e acertar. Temos que seguir de cabeça erguida. Muita força ao Bruno pela competição que ele fez, que infelizmente vai ser manchada pelo pênalti”, finalizou o artilheiro do Brasil.

FIM DE CICLO?

O zagueiro Marquinhos, que também falou com os jornalistas após a partida em Nova Jersey, fez coro a Vinícius Júnior e reforçou que a escolha do cobrador da penalidade foi decisão da comissão técnica. Mas ao contrário do atacante, que completa 25 anos no dia 12 de julho, o capitão evitou projetar um novo ciclo na seleção brasileira.

“Foi minha terceira Copa e, infelizmente, não consegui sair com título em nenhuma. Isso mostra como é difícil. Que sirva de lição para a próxima geração que ficar, para o treinador também. Eu não sei qual será o futuro. Quatro anos é muita coisa”, lamentou o defensor de 32 anos e que terá 36 no próximo Mundial, em 2030, sediado em Portugal, Espanha e Marrocos.

Lucas, Lorrane e Tailon conquistam ouro no mundial de canoagem || Foto CBCa
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A canoagem do sul da Bahia segue em alta. Os atletas da região conquistaram, neste final de semana, cinco ouros e um bronze no Campeonato Mundial Júnior e Sub-23 de Canoagem Velocidade, em Halifax, no Canadá. No sábado (4), a delegação brasileira conquistou quatro medalhas de ouro, com Lucas Santos, Lorrane Souza e Tailon Nascimento. Lucas e Tailon são de Itacaré e Lorrane é de Ubatã.

O desempenho deles garantiu ao Brasil uma das melhores campanhas da história do esporte. Com os resultados, o Brasil chega a cinco títulos mundiais conquistados na edição. Neste domingo (5), Lorrane voltou às águas canadenses para conquistar a sua segunda medalha no Mundial Júnior. Com o tempo de 47seg22, ela ficou com o bronze nos 200 metros C1. A canadense Isabel Lowry fez 46seg68 e ficou com o ouro, seguida pela ucraniana Yelizaveta Vozniuk.

Lucas conquistou duas medalhas no individual, e Tailon ganhou um ouro. Eles voltaram ao lugar mais alto do pódio na disputa por equipes. Ao lado de Rafick Santos e João Silva, venceram na categoria C4 500m. O time brasileiro terminou a prova em 1min41s72 e conquistou o ouro, seguido pela equipe espanhola, que finalizou 14 centésimos de segundo depois, com o tempo de 1min41s86. Os poloneses ficaram com o bronze, em 1min43s07.

INDIVIDUAL

No sábado, Lucas Santos faturou o título no C1 Masculino Júnior 200 metros. O brasileiro dominou a Final A e cruzou a linha de chegada em 40s61, garantindo sua terceira medalha de ouro no Mundial. O tcheco Ondrej Prochazka ficou com a prata, enquanto o terceiro lugar foi para o espanhol Anton Lagares. “Muito feliz com o meu terceiro ouro na competição. Quero agradecer todos meus companheiros e treinadores. Agora é descansar que amanhã tem a decisão do C2”, celebrou Lucas.

Ainda no sábado, Lorrane Souza colocou o Brasil no lugar mais alto do pódio. Na Final A do C1 Feminino Júnior 500 metros, a atleta venceu com o tempo de 2min23s22, superando a alemã Lykka Strobel, medalhista de prata, e a terceira colocada, a húngara Anna Trenycsenyi. “Estou muito feliz com a minha medalha conquistada e também feliz com a minha parceira Emille, pois lutamos bastante mas acabamos não conseguindo o pódio no C2. Agradeço a Deus, minha família e todos os meus treinadores”, comemorou Lorrane.

Fechando o dia, Tailon Nascimento brilhou no C1 Masculino Júnior 1000 metros. O brasileiro travou uma disputa equilibrada até os metros finais e conquistou a medalha de ouro com o tempo de 4min33s39, à frente do canadense Matthew Brown. O húngaro Huba Gyorko completou o pódio com a medalha de bronze.

Brasil treina antes de enfrentar a Noruega neste domingo (5)|| Rafael Ribeiro/CBF
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Brasil e Noruega brigaram, neste domingo (5), por vaga nas quartas de final da Copa do Mundo 2026, às 17h (de Brasília), no Estádio de Nova York/Nova Jersey. O duelo reúne duas seleções que se classificaram para as oitavas de final em partidas movimentadas e decididas no fim.

Caso haja empate ao fim dos 90 minutos, haverá 30 minutos de prorrogação. Se a igualdade no placar permanecer, haverá uma decisão por pênaltis. Grabriel Martinelli, autor do gol da virada e vitória do Brasil contra o Japão, deverá ser titular no meio de campo.

Adversários em apenas quatro oportunidades, Brasil e Noruega não se enfrentam há cerca de 20 anos. O último confronto se deu em 16 de agosto de 2006 e terminou com empate por 1 a 1, em Oslo. Daniel Carvalho marcou naquela partida.

O retrospecto é favorável para os noruegueses, que obtiveram duas vitórias e não foram derrotados. Houve empate entre as seleções em dois jogos. Entre as cerca de 90 seleções que o Brasil já se deparou na história, a Noruega é a única sobre a qual a Seleção Canarinho ainda busca a primeira vitória.

Em sua quarta participação (1938, 1994, 1998 e 2026), a Noruega não disputava uma Copa do Mundo desde a edição de 1998, na França. Na ocasião, chegou a vencer o Brasil por 2 a 1, pela última rodada da fase de grupos. Bebeto marcou o gol da Seleção neste jogo.

Haaland marca gol da vitória norueguesa diante da Costa do Marfim || Frame Cazé TV/YouTube
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A Noruega está nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Num duelo equilibrado, a seleção nórdica venceu a Costa do Marfim por 2 a 1, nesta terça-feira (30), em Arlington, no Texas, e garantiu vaga para enfrentar o Brasil na próxima fase do torneio.

Os africanos chegaram a equilibrar a partida, mas não conseguiram evitar a eliminação diante de uma equipe mais eficiente nas oportunidades criadas.

Com o resultado, a Noruega mantém viva a campanha no Mundial e terá pela frente um dos confrontos mais aguardados das oitavas de final, diante da seleção brasileira, classificada após derrotar o Japão. O jogo será no domingo (5), às 17h, em Nova Jersey.

Martinelli marca gol da classificação brasileira || Frame Cazé TV/YouTube
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O Brasil sofreu mais do que imaginava, mas encontrou forças nos minutos finais para derrotar o Japão por 2 a 1, nesta segunda-feira (29), em Houston (EUA), e garantir vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Depois de um primeiro tempo abaixo do esperado e de sair atrás no placar, a seleção comandada por Carlo Ancelotti reagiu na etapa final e construiu a virada diante de uma equipe japonesa organizada e eficiente na marcação.

Os japoneses abriram o placar após uma recuperação de bola no campo de ataque. Sano arrancou e bateu da entrada da área, no canto de Alisson. O gol obrigou o Brasil a assumir de vez o controle da partida, mas o goleiro Suzuki protagonizou uma sequência de defesas importantes.

A pressão brasileira aumentou no segundo tempo e foi premiada aos nove minutos. Casemiro apareceu livre na área para completar de cabeça um cruzamento preciso e empatar a partida.

BAILA, VINI

O gol mudou o panorama do duelo. Vinícius Júnior fez lance genial. Com um toque na bola, deu uma caneta no adversário, driblou outro e, já dentro da área, bateu com o lado externo do pé direito. Suzuki resvalou na bola, que bateu na trave antes de sair.

A VIRADA

Já nos acréscimos, Bruno Guimarães acertou um passe de ouro para Gabriel Martinelli. Campeão inglês pelo Arsenal, o atacante recebeu na área e bateu no canto esquerdo do bom goleiro japonês.

O Brasil avança para as oitavas de final e joga no próximo domingo (5), às 17h, contra a Costa do Marfim ou a Noruega.

Seleção Brasileira chega à segunda fase com aposta também na defesa || Foto Rafael Ribeiro/CBF
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A fase de mata‑mata da Copa do Mundo Fifa de 2026 continua nesta segunda‑feira (29), com três partidas. O destaque é o confronto entre Brasil e Japão, às 14h (horário de Brasília), em Houston (EUA).

Também jogam Alemanha e Paraguai, às 17h30min, em Boston (EUA); e Holanda e Marrocos, às 22h, em Monterrey (México).

Assim como nos demais confrontos eliminatórios, em caso de empate no tempo regulamentar haverá prorrogação e, se necessário, disputa por pênaltis.

Os vencedores avançam às oitavas de final, enquanto os derrotados deixam a competição.

BRASIL X JAPÃO

O confronto entre Brasil e Japão promete ser de muita disputa pela posse de bola e de jogadas rápidas, protagonizadas pelos jogadores velozes que compõem ambas as equipes.

Dessa forma, a expectativa é de que a seleção brasileira busque exercer seu protagonismo na partida contra uma equipe compacta que aposta na velocidade para explorar espaços.

Com 7 pontos somados durante a fase de grupos (duas vitórias e um empate), o Brasil chega ao mata‑mata após liderar sua chave.

Se, por um lado, o ataque brasileiro tem apresentado eficiência, por outro a defesa tem demonstrado dificuldade em lidar com toques rápidos de equipes adversárias, especialmente em sua intermediária.

Apresentando um futebol organizado taticamente, o Japão tem, na atual Copa, uma das melhores equipes de sua história, com jogadores que conciliam habilidade e velocidade, o que pode representar perigo para os defensores brasileiros.

O Japão avançou para a segunda fase da Copa do Mundo após ficar em segundo lugar em uma chave bastante equilibrada que reunia Holanda e Suécia, contra quem os japoneses empataram nos placares de 2 a 2; e 1 a 1, respectivamente.

A evolução do futebol japonês é cada vez mais perceptível. Prova disso foi a vitória sobre a seleção brasileira, por 2 a 0, na recente partida amistosa, no final do ano passado em Tóquio. Até então, o Brasil nunca havia perdido uma partida para os japoneses. Informações d´Agência Brasil.

Seleção busca 1ª vitória após empate com o Marrocos na estreia || Imagem Cazé TV/Reprodução
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O técnico Carlo Ancelotti encerrou nesta quinta-feira a preparação da seleção brasileira para o confronto contra o Haiti, válido pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. A partida será disputada nesta sexta-feira, às 21h30, na Filadélfia.

No último treino antes do jogo, realizado no CT do New York Red Bulls, em Nova Jersey, os jornalistas acompanharam apenas os 15 minutos iniciais da atividade. O período aberto à imprensa teve aquecimento e a tradicional roda de bobinho, sem qualquer indicação da equipe que deve começar a partida.

A escalação segue indefinida. Durante o treino de quarta-feira, Ancelotti testou uma formação com Danilo na lateral direita, Marquinhos e Léo Pereira na zaga, Douglas Santos na esquerda, além de Fabinho e Bruno Guimarães no meio-campo. No ataque, apareceram Gabriel Martinelli, Vinícius Júnior, Igor Thiago e Luiz Henrique.

A comissão técnica, porém, ainda avalia mudanças. O zagueiro Gabriel Magalhães foi preservado por desgaste físico, enquanto Raphinha se recupera de bolhas nos pés. Em entrevista coletiva, Danilo admitiu que Ancelotti mantém três ou quatro dúvidas para definir a equipe que buscará a primeira vitória do Brasil no Mundial após o empate por 1 a 1 com Marrocos na estreia.

Seleção comemora gol contra Marrocos || Foto Rafael Ribeiro/CBF
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O Haiti se tornará, na sexta-feira (19), o 50º adversário diferente enfrentado pela Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Às 21h30min (de Brasília), o Brasil encara a equipe caribenha, pela segunda rodada da fase de grupos, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, em busca da primeira vitória na competição.

Único país a participar das 23 edições do Mundial, o Brasil já se deparou com seleções de todos os cantos do planeta em 115 partidas no torneio. Ao todo, foram 76 vitórias, 20 empates e 19 derrotas, com 238 gols marcados e 109 sofridos.

Em número de partidas, o maior rival da Seleção no torneio é a Suécia, com sete, nas quais conseguiu cinco vitórias e empatou duas vezes. Em confrontos com os suecos, o Brasil obteve sua maior goleada em Copas (7 a 1 pelo quadrangular final do Mundial de 1950), ganhou sua primeira estrela em 1958 com a vitória por 5 a 2 e garantiu a vaga na final de 1994 com o triunfo por 1 a 0.

Em seguida, estão Espanha, Itália, México e Holanda, adversárias da Seleção Brasileira em cinco jogos de Copa do Mundo. Em quatro jogos, estão Iugoslávia, Polônia, Tchecoslováquia, Inglaterra, França, Chile, Escócia e Argentina. Já Suíça, Costa Rica, Camarões e Croácia encararam o Brasil em três oportunidades.

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Goleiro Vozinha fecha gol de seleção africana contra a campeã mundial de 2010 || Imagem Cazé TV
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Cabo Verde escreveu um capítulo histórico na Copa do Mundo de 2026 ao empatar sem gols com a Espanha, nesta segunda-feira (15), pela estreia do Grupo H. Na sua primeira participação no torneio, a seleção africana arrancou um ponto diante de uma das favoritas ao título.

O grande nome da partida foi o goleiro Vozinha, de 40 anos, eleito o melhor em campo pela Fifa. O arqueiro fez oito defesas e foi decisivo para frustrar as investidas espanholas, especialmente no primeiro tempo, quando Ferrán Torres acertou o travessão e Oyarzabal levou perigo em mais de uma oportunidade.

Pela Espanha, a atração ficou por conta da estreia de Lamine Yamal em Copas do Mundo. Recuperado de lesão, o jovem atacante entrou no segundo tempo, participou das principais ações ofensivas pela direita, mas não conseguiu evitar o tropeço da campeã mundial de 2010.

Com o resultado, Cabo Verde conquista seu primeiro ponto na história da Copa. Na próxima rodada, os africanos enfrentam o Uruguai, enquanto a Espanha busca a recuperação diante da Arábia Saudita. As duas partidas serão disputadas no domingo (21).

Inscrições seguem até sexta-feira (19) || Foto Pedro Augusto/Secom
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A Prefeitura de Itabuna abriu hoje (15) as inscrições para a 25ª edição do Campeonato Interbairros de Futebol. O prazo segue até sexta-feira (19), sempre das 8h às 13h, na sede da Secretaria de Esportes e Lazer, localizada na Rua Casemiro Rego, nº 43, no Bairro da Conceição.

No período de 22 a 26 de junho, também das 8h às 13h, será a vez da inscrição dos atletas, com exigência mínima de 16 jogadores por equipe. A competição será disputada entre julho e setembro.

Neste ano, o torneio contará com patrocínio da Dura Gás e da Associação de Fomento Social, responsáveis pela premiação estimada em R$ 47 mil, destinada às equipes e atletas que se destacarem ao longo da competição.

Criado em 1993, o Campeonato Interbairros nasceu com o objetivo de integrar comunidades, incentivar a prática esportiva e revelar talentos. Ao longo de sua trajetória, a competição ajudou a projetar nomes como o ex-jogador Sammir, que disputou a Copa do Mundo de 2014 pela Croácia, e o árbitro Marcelino Belmonte, hoje credenciado pela CBF e pela Federação Bahiana de Futebol.

Seleção Brasileira conquistou título depois de 24 anos || Foto CBF
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Com o zagueiro Aldair, jogador nascido no bairro Banco da Vitória, em Ilhéus, com passagem pelo Flamengo e atuando na Roma (Itália) a Seleção Brasileira optou por uma estratégia mais pragmática para quebrar o jejum de 24 anos e ganhar a Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos (EUA). Isso pautou o trabalho, naquele período, do técnico Carlos Alberto Parreira e do então coordenador Zagallo. Eles defendiam um esquema baseado no equilíbrio de forças entre retaguarda, meio-campo e ataque.

“A Copa do Mundo é um torneio recheado de partidas eliminatórias. Não vamos jogar bonito nem feio e sim de acordo com as circunstâncias”, disse Parreira, quando a Seleção dava os ajustes finais para a disputa. Foi assim que ele fortaleceu o sistema defensivo, protegendo-o com dois cabeças-de-área, deixando um apoiador livre para criar, pois sabia que contava com dois atacantes diferenciados.

Na estreia, em 20 de junho, no Estádio Stanford, em São Francisco, o Brasil fez o dever de casa e derrotou a Rússia por 2 a 0, gols de Romário e Raí. Nas entrevistas pós-jogo, Zagallo parecia profetizar: “Faltam seis”, enfatizou.

O segundo confronto foi contra Camarões, que tentou jogar de igual para igual e não teve sorte. A Amarelinha venceu por 3 a 0, no mesmo local, diante de mais de 83 mil torcedores. Romário, Márcio Santos e Bebeto marcaram os gols.

RETRANCA

Contra a Suécia, na terceira, partida, o Brasil se deparou com um adversário fechado e bem organizado taticamente, que atuava nos contra-ataques e à espera de uma falha alheia. Foi dessa forma que o time europeu fez 1 a 0. Mas Romário tratou empatar com um chute de bico de fora da área. O empate, no Estádio Pontiac Silverdome, em Detroit, garantiu a liderança da Seleção Brasileira.

O chaveamento da Copa opôs o Brasil contra o anfitrião do Mundial no início do mata-mata, num confronto novamente no Stanford. Foi realizado em 4 de julho, dia da Independência dos EUA, diante de mais de 85 mil pessoas.

A equipe mandante tinha claramente a intenção de segurar o empate que levaria para os pênaltis a decisão da vaga para as quartas de final. O Brasil tocava a bola com paciência, em busca de uma brecha na defesa dos Estados Unidos.

Conseguiu isso aos 72 minutos, quando Romário serviu Bebeto, que, num toque de muita categoria, rolou a bola do lado esquerdo do goleiro Tony Meola. Uma vitória suada, por 1 a 0.

O jogo seguinte foi contra a Holanda, num tradicional clássico do futebol mundial. No Estádio Cotton Bowl, em Dallas, o Brasil abriu 2 a 0, gols Romário e Bebeto, já no segundo tempo. No entanto, acabou permitindo a reação dos holandeses, que chegaram aos 2 a 2.

A disputa por um lugar nas semifinais estava dramática e acabou solucionada para os brasileiros quando Branco, aos 81 minutos, acertou uma cobrança de falta que entraria para a história como uma das jogadas mais memoráveis das Copas do Mundo.

Seleção Brasileira estava na semifinal e toparia de novo com a Suécia, o que, de certo modo, era bom para as duas equipes, que já se conheciam bem por causa do duelo na fase de grupos.

No Rose Bowl, os suecos seguraram o ímpeto brasileiro até os 80 minutos. Naquele instante, Jorginho cruzou da direita e Romário, no meio de uma zaga de gigantes, usou a cabeça para fazer o único gol do jogo. Pouco depois, o apito final decretava a classificação do Brasil para mais uma final de Copa do Mundo.

Zagallo aproveitou a oportunidade, voltou-se para os jornalistas brasileiros e reforçou sua confiança: “Agora só falta um”.

A Itália estava mais uma vez no caminho do Brasil. Ou seria o contrário? O técnico italiano montou um esquema repleto de cuidados defensivos e deixou escapar que se daria por satisfeito se a decisão do título viesse nos pênaltis. Acreditava que o Brasil não suportaria uma nova disputa dessa forma, como se deu nas quartas de final de 1986, contra a França.

Já a Seleção Brasileira buscou o gol o tempo todo. Foram 22 finalizações ao todo, contra apenas seis da Itália. Mas o 0 a 0, teimoso, persistiu no tempo normal e na prorrogação, quando o Brasil esteve bem perto da vitória com Romário, que desperdiçou uma bola sob a trave. O jogo acabou sem gols.

Nos pênaltis, Baresi chutou para fora e Marcio Santos perdeu, com defesa de Pagluica. Na sequência, Albertini converteu e Romário igualou: 1 a 1. Depois, Evani marcou e Branco, também: 2 a 2. Massaro era a bola da vez e concluiu para a defesa de Taffarel. Dunga fez 3 a 2. Restava a Roberto Baggio fazer o 3 a 3 ou … E ele isolou a bola.

Fim do jejum de 24 anos e consagração de uma geração que foi muito criticada, mas teve resiliência para a dar a volta por cima.

OS CAMPEÕES DE 94

goleiros: Gilmar Rinaldi (Flamengo), Taffarel (Reggiana) e Zetti (São Paulo);

Defensores: Aldair (Roma), Branco (Fluminense), Cafu (São Paulo), Jorginho (Bayern de Munique), Leonardo (São Paulo), Márcio Santos (Bordeaux), Ricardo Rocha (Vasco) e Ronaldão (Shimizu S-Pulse);

Meio-campistas: Dunga (Stuttgart), Mazinho (Palmeiras), Mauro Silva (Deportivo La Coruña), Paulo Sérgio (Bayer Leverkusen), Raí (Paris Saint-Germain) e Zinho (Palmeiras);

Atacantes: Bebeto (Deportivo La Coruña), Müller (São Paulo), Romário (Barcelona), Ronaldo (Cruzeiro) e Viola (Corinthians).

Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Sebastian Uneme ministra treino de bocha, observado pelo secretário Alcântara Pellegrini e pelas professoras Tâmara Souza e Joslei Vieira
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Na manhã desta quinta-feira (11), o secretário municipal de Esportes e Lazer, José Alcântara Pellegrini, visitou o núcleo de Itabuna do Centro de Referência Paralímpico (CRP), que desenvolve atividades socioesportivas no Colégio Estadual de Tempo Integral Professor Adeum Hilário Sauer, na Vila Anália.

Alcântara foi recepcionado pelas professoras Joslei Viana e Tâmara Souza, respectivamente, coordenadora-geral e supervisora do Centro de Referência Paralímpico, que é mantido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Segundo o secretário municipal, a visita teve como principal objetivo conhecer as atividades desenvolvidas e reafirmar a parceria entre a Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, e o projeto que descentraliza e democratiza o esporte adaptado.

TREINAMENTO E ACOLHIMENTO

De acordo com a coordenadora-geral CRP, Joslei Viana, o Centro não é apenas um espaço de treinamento, mas um local de acolhimento para portadores de deficiência, visando garantir sua inclusão social. “Detectado algum talento, a gente passa a avaliar o potencial do atleta”, afirmou Joslei.

Atletas do CRP vão aos jogos paralímpicos em São Paulo || Fotos Divulgação

Neste ano, afirma a coordenadora, o sul da Bahia vai participar do Meetig Paralímpico, competição estadual que registra índices classificatórios para disputar as paralimpíadas Universitárias e Escolares.

– No Meetin, vamos levar três participantes universitários para a prova de natação. Dois de baixa estatura para competição de natação e outra, portadora de paralisia cerebral, que participará da prova de atletismo – assegura Joslei.

PARALIMPÍADAS ESCOLARES

Já nas Paralimpíadas Escolares, em novembro, em São Paulo, a região também pela primeira vez participará com duas atletas na competição de bocha. “São duas competidores muito boas, com paralisia cerebral, mas que têm a capacidade intelectual preservada, são plenamente capazes e estão muito empolgadas para a disputa”, atesta a supervisora do CRP, Tâmara Sousa.

O secretário José Alcântara Pellegrini reafirmou que vai manter e ampliar a parceria com o núcleo local do Centro de Referência Paraolímpico. “Projetos de inclusão são muito importantes e a gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) prioriza essas iniciativas. Vamos manter e ampliar não só a participação da Secretaria de Esportes e Lazer, como buscar, através de outras secretarias municipais, sua participação, a exemplo da Saúde, Educação e Promoção Social”, afirma Pellegrini.

NÚCLEOS EM ITABUNA E ILHÉUS

Além de Itabuna, Ilhéus também conta com um núcleo do Centro de Referência Paralímpico. Atualmente, os dois núcleos contam com 60 alunos, dois professores egressos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), outros dois professores voluntários e 16 estagiários, incluindo o aluno Sebastian Uneme, da Universidade Livre da Colômbia, que faz intercâmbio.