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O jornalista Antônio Lopes, um dos mais destacados profissionais da imprensa regional, é o convidado de amanhã do Improviso, Oxente!, da Casa dos Artistas de Ilhéus. O tema da vez é a imprensa, e Lopes, junto com a turma da Casa dos Artistas e o público, vão discutir a relação desta com a sociedade. O encontro será às 19 horas, na Casa dos Artistas, com entrada franca.

O coordenador, Felipe de Paula, diz que as discussões são abertas a todos os interessados em trocar experiências e conhecimentos. “Os meios de comunicação são integrantes naturais do nosso cotidiano, e qualquer pessoa tem opiniões para acrescentar e deixar o projeto ainda mais interessante”, afirma, referindo-se à série de debates sobre os diversos meios de comunicação. Há duas semanas, a discussão foi sobre os blogs, e o jornalista e blogueiro Ricardo Ribeiro, daqui do Pimenta, foi o convidado.

Antônio Lopes é jornalista e escritor, e já trabalhou nos principais veículos de comunicação da região. Atualmente empresta seu talento ao diário Agora, de Itabuna.

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“De anormal, só uma ou outra viatura quebrada”. Esse é o resumo que o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Itabuna, tenente-coronel Jorge Ubirajara, faz da Operação Padrão, desncadeada hoje pelo movimento Polícia Legal, na capital e em algumas cidades do interior.

De acordo com o comandante, os policiais estão nas ruas de motocicletas, viaturas de quatro rodas, cavalaria, bicicletas. “Acabei de fazer uma ronda nas subáreas em Itabuna e constatei a normalidade da situação”, afirma Ubirajara.

Outro que relata uma situação de normalidade – desta vez no Comando Regional Sul – é o sub-comandante do CPR, tenente-coronel Guimarães. Segundo ele, a cada duas horas os informes são passados ao comando geral em Salvador, e dão conta de que “tudo está no padrão (normal)”, na área de sua jurisdição.

O sub-comandante confirma a utilização de 50 alunos no policiamento ostensivo em Itabuna, mas nega que sejam reposição aos policiais parados. “Eles estão estagiando e já trabalham há cerca de 10 dias aqui”, afirma. De acordo com um policial, que não aderiu ao movimento, a área central de Itabuna contaria, hoje à tarde, com apenas seis policiais. “Os outros estarão parados. Eu sou um dos poucos que vão trabalhar”.

Mas esse dado é relativo, afirma o comando do 15º BPM. “Se pegarmos três viaturas, teremos seis homens cobrindo todo o centro”, argumenta o tenente-coronel Ubirajara. A direção de uma das associações de praças da polícia militar (APPM) se recusou a dar detalhes do movimento, e disse que “a realidade é o que você está vendo nas ruas. Mas quem tem as informações precisas são os dois comandos, do 15º BPM e do CPR-Sul”.

O Pimenta foi às ruas, e notou que o tenente-coronel Ubirajara, do 15º BPM, não citou que as motos do pelotão especial Rotam não saíram do quartel nesta tarde. Por outro lado, no geral, o movimento não tem grande adesão no município.

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Das várias entrevistas que concedeu a emissoras de rádio e televisão na sua visita a Bahia, o governador paulista José Serra (PSDB) seguiu sempre o mesmo script: começou falando da sua visita, dos compromissos com os governos estadual e municipal, abordou a sucessão à presidência da República e encerrava lembrando que é palmeirense, mas gostaria de ver o Bahia, novamente, na primeira divisão do Brasileiro de Futebol.

Quem não gostou foi a torcida do Vitória.

O discurso para agradar baianos (rubro-negros e tricolores) foi ensaiado com a ajuda do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, segundo assessores mais próximos do peemedebista, que ensaia candidatura a governador da Bahia. Ainda não se sabe se ele apoiará Serra para presidente em 2010. Por enquanto, está com Dilma Roussef (PT).

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Policiais militares de Itabuna estão aderindo ao movimento Operação Padrão, desencadeado por associações de praças e oficiais da corporação no estado. Algumas viaturas estão deixando de ir às ruas porque os motoristas se recusam a conduzi-las, baseados no artigo 145, inciso 4º, do Código Brasileiro de Trânsito, que exige curso especial para condução de veículos de emergência.

Um policial militar ouvido pelo Pimenta diz que pegaria no plantão por volta das 13 horas, mas garante que não vai às ruas, em adesão ao movimento. “Eles exigem que nossa apresentação pessoal seja impecável, mas não nos dão condições ideais de trabalho. Aqui em Itabuna temos coletes vencidos desde 1999, há 10 anos”.

O governo está tratando o movimento como uma greve, de acordo com palavras do governador Jaques Wagner no programa Bom Dia Bahia, da TV Bahia, hoje pela manhã. “São militares, portanto não podem fazer greve. Não importa que nome eles dêem ao movimento, é uma greve”, afirmou.

Os policiais estão discutindo com o governo melhorias salariais e de condições de trabalho. O governador afirmou que alguns itens já foram atendidos, e a negociação continua. “Os policiais sabem que já avançamos nas questões salariais e sociais. Estamos conversando para ver se avançamos mais”.

Em Itabuna, policiais procurados pelo blog se recusaram a falar sobre a operação padrão, dizendo que receberam ordens expressas de não se manifestarem à imprensa sobre o movimento. “Quando você recebe uma ordem dessa, fica de mãos atadas”, justificou um soldado, que estava em seu posto de serviço na manhã de hoje.

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Do Política Livre

O Diário Oficial do Estado de sábado e domingo, que circula hoje, traz a exoneração dos secretários Rafael Amoedo (Indústria e Comércio), Batista Neves (Infra-Estrutura) e Ildes Ferreira (Ciência e Tecnologia), que tinham sido indicados para a administração pelo PMDB.

Também saiu publicada na mesma edição a exoneração do presidente da Junta Comercial do Estado, Afrísio Vieira Lima, pai do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), e dos chefes de gabinete das secretarias.

De acordo com fontes governistas, a demissão dos titulares dos demais cargos, principalmente os de comando das seis empresas que pertencem à cota do PMDB, deve sair publicada na edição de amanhã. Neste momento, há um movimento desesperador nos bastidores do governo.

Ele seria protagonizado principalmente por alguns indicados que clamam ao governo para passarem da cota do PMDB para a do governador Jaques Wagner. O chefe do executivo, diz fonte do governo, avalia caso a caso para decidir como procede, mas ninguém está seguro.

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Uns quatro pedidos de informações votados em plenário e encaminhados pela Câmara de Vereadores de Itabuna ao prefeito Capitão Azevedo esbarraram no mais absoluto silêncio do governo municipal.

Na semana passada, Azevedo foi advertido pelo vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) de que a postura do governo se configura como crime de responsabilidade que, no último grau, sujeita o prefeito à cassação do mandato.

Entre os pedidos de informação ignorados pelo governo, está o do vereador Solon Pinheiro. Ele solicitou cópia do contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa Marquise, que  faz a coleta do lixo na cidade. Até hoje, nada!

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Atitude do secretário compromete ações da Vigilância
Atitude do secretário compromete ações da Vigilância

O secretário da Fazenda da Prefeitura de Itabuna, Carlos Burgos, está sendo acusado de reter verbas que deveriam ser destinadas à Vigilância Sanitária do Município. A denúncia é investigada pelo Conselho Municipal de Saúde, que já solicitou documentos à Vigilância.

Os recursos que a Fazenda não libera são provenientes dos autos de infração lavrados pela Vigilância Sanitária. Por lei, a verba deve ser utilizada nas próprias ações do órgão da Secretaria Municipal de Saúde. A informação recebida pelo CMS é de que já são R$ 41 mil presos na secretaria comandada por Carlos Burgos.

Para Domingos Andrade, que é membro do CMS, “esse tipo de postura do secretário da Fazenda é altamente prejudicial às ações de vigilância sanitária em nosso município”.