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A situação dos auxiliares de perícia do Departamento de Polícia Técnica de Itabuna está longe de ser resolvida. A empresa que presta serviços ao DPT, a Zip Serv, operava sob regime de contrato emergencial, que venceu há cerca de 15 dias.
No início desta semana, os quatro auxiliares, sem nenhuma garantia de que os contratos serão renovados, paralisaram as atividades. Em seguida, dois deles ouviram os apelos do diretor local do DPT, Ricardo Tadeu, e retomaram as atividades. Para não deixar o serviço parar de vez.
Tadeu não pode dar entrevistas, por vedação superior, mas internamente revela sua apreensão. O Estado promete resolver a situação dos auxiliares em definitivo, pois não deve mais firmar contrato emergencial.
Quando será isso, só Deus sabe…
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