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Primeiro ato. Outubro de 2009. O SBT Brasil faz série de reportagens sobre venda de dados sigilosos. O presidenciável José Serra aparece. E diz lá que dados até da sua esposa, Mônica Serra, foram violados.
Segundo ato. 31 de agosto de 2010. O Blog do Noblat divulga que Serra sabe que a sua esposa teve sigilo fiscal violado. “Serra sabe disso. Está à espera de que a Receita Federal divulgue a informação”.
O que aparecer daí pra frente, estará dentro do script.
Na matéria do SBT Brasil (assista ao vídeo clicando aqui), o ex-ministro Tarso Genro fala algo interessante. “Todos nós nos sentimos invadidos, atacados”. E se põe a lembrar do regime militar, quando o Estado invadia a vida pessoal das pessoas. “Agora, isso se privatizou”, dizia o então ministro da Justiça.
Cenas de um Brasil do passado que (ainda) reflete com força no presente.

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Nélis continuará na prisão (Foto Arquivo).

A defesa do delegado da polícia civil baiana, Nélis Araújo, entrou com pedido de relaxamento de prisão, mas não encontrou guarida. O juiz da Comarca de Ipiaú, Vicente Reis Santana Filho, negou o pedido de revogação da prisão temporária.
O magistrado decidiu por mantê-lo preso, cautelarmente, em função de Nélis exercer “função estratégica na polícia”, além de supostamente integrar rede de “tráfico de drogas no interior do estado”.
Nélis foi preso no dia 18 de agosto em seu apartamento localizado nos Barris, em Salvador. Ele é acusado de dar proteção a traficantes de drogas na região de Ipiaú e Ubatã, onde foi delegado, e também mandar matar o colega de profissão, André Serra, em outubro do ano passado.
Dos mandados de prisão contra a organização, dois ainda não foram cumpridos (relembre o caso e conheça aqui como agia a quadrilha). Nélis teria mandado matar o colega André Serra porque a vítima teria descoberto o esquema de partilha ilegal de terras e tráfico de drogas. O delegado preso comandou a polícia civil de Itabuna entre 2006 e 2007.
Atualizado às 10h40min.

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Cláudio Jesus dos Santos se deu mal após incitar moradores contra a polícia militar, no bairro Zizo, em Itabuna. Tanto chamou a atenção dos militares que, após checagem da ficha do mocinho, descobriu-se que ele é procurado no Rio de Janeiro.
Segundo a Justiça do município de Belford Roxo (RJ), ele teve prisão preventiva decretada em 6 de maio deste ano. A acusação: matou uma pessoa por “motivos fúteis”. Ele foi levado para o complexo policial e, nesta quarta, 8, conduzido para o Conjunto Penal.
Policiais acusam tanto Cláudio como Janaína Vencia de Paula de terem simulado agressão policial ao se debaterem contra a “gaiola” do camburão no qual foram transportados. O que seria uma abordagem de rotina levou para a cadeia um acusado de homicídio. Outras três pessoas foram para o xilindró.