
Ainda havia uma esperança de abertura da turma, mas a Uesc perdeu recursos de revisão de nota por parte da Capes. O curso de pós-graduação foi implantado em março de 2001 com a chancela da Ufba e até o ano passado tinha o status de recomendado pela Capes.
A Capes ( Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) é o órgão avaliador de cursos de mestrado e doutorado no Brasil.
O rebaixamento teria a ver com a falta de publicações científicas por parte dos professores do mestrado, conforme explicação do próprio colegiado. Dos 10 professores do curso, apenas quatro teriam obtido notas satisfatórias em relação à publicação de artigos.
Os 16 aprovados na seleção realizada ao final do semestre passado prometem acionar a Justiça. Eles lembram que, ainda em dezembro, após a divulgação da lista, a coordenação do curso despachou email afirmando que as aulas, provavelmente, começariam em junho.
A esperança deu lugar à frustração. Os aprovados foram comunicados da suspensão de novas turmas. “Os alunos protocolaram pedido de esclarecimento, por escrito, ao reitor e ao colegiado”, diz a publicitária Janete Morais, aprovada na seleção.
Janete lembra que a turma tinha casos de pessoas que deixaram emprego ou remanejaram horário de trabalho para cursar a pós em Cultura e Turismo, já que o curso exigia dedicação de 40 horas semanais.
De acordo com informações de ex-alunos, o mestrado em Cultura e Turismo entrou em dificuldades desde o momento em que perdeu a chancela da Ufba, em 2007. Imaginava-se um curso já estruturado. A avaliação da Capes mostrou que não.
Atualizado às 11h25min








Na briga para que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães tenha ampliados os seus repasses financeiros, a Secretaria da Saúde de Itabuna divulgou dados do Ministério da Saúde que atestam a produtividade do Hblem. O PIMENTA 






