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Do Política Et Cetera:

Ricardo Ribeiro | ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br

O sujeito prevenido acorda em 1º de abril com o espírito armado, esperto para não cair em pegadinha e ficar com cara de trouxa. Diante da primeira história não muito verossímil, é preciso ter pronto aquele ar superior de desdém e mandar na lata do engraçadinho um belo “vá procurar o que fazer!”.

Meu amigo Luiz Conceição, jornalista perdigueiro (não por ser cachorro, mas por ter um faro considerável), estava todo desconfiado com uma notícia publicada no site do jornal espanhol El País. Dizia lá que uma universidade brasileira desenvolvia uma espécie de polímero, feito com banana, abacaxi e coco, para utilizar na indústria automobilística.

Lula duvidou: “rapaz, isso aqui é um 1º de abril clássico”. Mas, depois de uma rápida pesquisa no Google (é bom ser desconfiado, mas não refratário), acabou descobrindo que a notícia é verdadeiríssima. Os pesquisadores brasucas realmente estão elaborando um “plástico” com aquelas inusitadas matérias-primas, para uso em painéis e outras partes dos veículos. Não era piada com os muitos “abacaxis” do país e com os “bananas” que não têm competência para resolvê-los. Aliás, que matéria-prima farta!

O jornalista se lembrou de um 1º de abril impagável, que fez a revista Veja comer a maior barriga nos idos de 1983. Naquele ano, a publicação inglesa New Science inventou a fantástisca história do “boimate”, que seria produzido a partir da fusão de células do boi e do tomate. Isso geraria uma incrível carne que já viria do curral com molho e tudo! Acredite: o responsável pela editoria de ciência da Veja comeu a farofa e a publicou como coisa séria, inclusive entrevistando um biólogo para repercutir a novidade.

Neste 1º de abril, em um debate na Ceplac, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP) despertou nosso detector de lorotas. No meio da conversa com cacauicultores, ele contou que, em São Paulo, a Anvisa proibiu os restaurantes de vender galinha ao molho pardo. Segundo o deputado, para aproveitar o sangue da galinha após o abate, só falta agora exigirem a presença de uma equipe composta de cirurgião, anestesista, além de biólogo e outros profissionais graduados.

Para mim, a história seria mais uma pegadinha de 1º de abril, mas… ledo engano. Era pura verdade, em mais uma demonstração de que muitas vezes o que parece absurdo pode ser real.

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA e também escreve no Política Et Cetera.

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A situação do ex-chefe de habilitação do Detran de Itabuna, Wesley Andrade, complicou ainda mais com as novas descobertas feitas pela polícia civil. Hoje, foram encontrados mais 200 gramas de cocaína em um VW Gol que estava no caminhão-baú apreendido na noite de quarta-feira, 30.

Ainda ontem à tarde, policiais civis da equipe do delegado regional Moisés Damasceno apreenderam cerca de 400 gramas de cocaína na residência de Wesley, na travessa Juca Leão, próximo ao bairro Mangabinha. No imóvel, também foram encontrados peças roubadas e documentação de veículo em branco.

Além de receptação e tráfico de drogas, Wesley ainda responde pela autoria ou participação em homicídios, dentre eles o de Zenildo Lacerda e Lacerda Neto. As duas vítimas eram tio e primo de Wesley.

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Um professor que dá aulas particulares em sua residência, na Rua Francisco Benício, próximo ao supermercado Meira, em Itabuna, teve uma péssima surpresa na tarde desta quinta-feira, 31. Ao abrir a porta da casa para um aluno, ele acabou, sem querer, dando oportunidade para um ladrão que se encontrava à espreita.

Armado com um revólver, o bandido entrou na casa e anunciou o assalto.  O larápio levou a moto Honda Bros vermelha, placa NYP-2931, que pertencia ao professor.

A vítima registrou ocorrência logo em seguida, no plantão da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin).

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A inauguração de um bar onde funcionaria uma “locadora de mulheres” causou polêmica na pequena cidade de Cajazeiras, na Paraíba. Após protestos de políticos, religiosos e parte da população, a prefeitura do município decidiu negar, nesta quinta-feira (31), o pedido de alvará para funcionamento do local.

De acordo com proprietária do bar, Carla Simone Braga, os clientes receberiam, junto com o cardápio, um catálogo com nomes, perfis e telefones de mulheres, mas não teriam quartos à disposição. Após toda a polêmica, Carla desistiu da idéia e resolveu se converter à religião evangélica. Informações do Universo Online.