
Ele mesmo se confessa surpreso com essa proximidade entre dois pensamentos tão díspares, e conclui com uma brincadeira: “Eu imaginava que Descartes fosse… cartesiano!” O. C. ainda “conversa” com seus leitores sobre jazz, literatura (festeja o lançamento de uma pesquisa sobre Marighella, “o inimigo número um da ditadura militar”) e assuntos difusos, como os diabinhos (sorridentes e cheirando a enxofre) que se escondem dentro dos computadores.
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