A Bahia Mineração (Bamin) concluiu a primeira obra de arte de engenharia do lote 1F do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará a Mina Pedra de Ferro, em Caetité, ao Complexo Porto Sul, em Ilhéus. Localizada em território ilheense, a Passagem Inferior da Ba-262 fica próximo ao limite do município com Uruçuca.
Ao PIMENTA, a assessoria da empresa esclareceu que, com a entrega da Passagem Inferior, sentido BR-101, o desvio temporário da BA-262, na altura dos quilômetros 28 e 29, foi fechado, e o tráfego na região voltou ao trajeto original da rodovia nesses pontos. Na prática, o trecho da BA-262 foi erguido sobre o local por onde passarão os trilhos da Fiol.
A conclusão da etapa coincide com a marca de um ano após seu início oficial, em julho de 2023, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Jerônimo Rodrigues, de outras autoridades e colaboradores da Bamin.
DESAFIOS
O gerente geral de Implantação de Ferrovia da Bamin, Marcelo Augusto, afirma que a obra, desde o início, impôs desafios de engenharia. “Precisamos construir um desvio para que o fluxo na rodovia não ficasse comprometido, com o mesmo padrão de pavimentação e todos os requisitos de segurança necessários”, acrescentou.
De acordo com a Bamin, após a entrega da Passagem Inferior da BA-262, nos próximos meses, será feito o lançamento das vigas da ponte sobre o Rio Mocambo e do viaduto sobre a BR-101, entre outras etapas.



















Respostas de 5
Enquanto isso as comunidades estão sendo expulsas dos seus territórios.
A Comunidade do Assentamento Dom Hélder Câmara que foi atingida diretamente paga as duras penas do impacto ambiental que a BAMIM causou.
Onde está a reparação que combinamos? A comunidade quer saber. Sumiram todos!
Quando busquei o Mestrado em Gestão Pública, na Universidade Estadual de Feira de Santana, apresentei o Projeto de Pesquisa da INTEGRAÇÃO INTERMODAL DE TRABSPIRTE em que consistia a INTEGRAÇÃO MODAL DO FERROVIÁRIO, AÉREO E MARÍTIMO. Que partia de Feira de Santana, rasgando a BR 324, com estações em Candeias e São Francisco do Conde até o TERMINAL MARÍTIMO DE SALVADOR, que passaria a chamar-se TERMINAL INTERMODAL DE TRANSPORTE, que receberia os ônibus INTERESTADUAIS. Fazendo assim a INTEGRAÇÃO TURÍSTICA COM A BTS – BAÍA DE TODOS OS SANTOS.
Há anos atrás quando lançaram o projeto no desgoverno de Jacques Wagner, apresentaram uma desapropriação de 15.000 hectares , na surdina. Fariam as audiências públicas na entoca. Só que descobri a primeira em Almadina e abri o bico para os fazendeiros de Ibicaraí, F. Azul , Almadina e Coaraci. Criamos as pressas uma associação e fomos até Brasília impugnar a Bamin, com êxito. O blog do Gusmão tá por dentro. Foi nosso parceiro.
Todas as reportagens são bem esclarecidas ,Deus abençoe a todos que escrevem e sjyda esse art.
Meus amigos, a BAMIN não está NEM UM POUCO PREOCUPADA COM A SAÚDE DA NATUREZA, MUITO MENOS COM A SAÚDE MENTAL DOS RIBEIRINHOS. Toda aquela apresentação de cuidados aos ribeirinhos residentes nas áreas de construção, não passa de uma cortina de fumaça para as negligências omitidas, escondidas.
Procurem o PACTSUL NA UESC e vocês vão saber de verdade o que a Natureza está sofrendo com essa obra.
Acredito sim, que precisamos do desenvolvimento, mas esse desenvolvimento poderia e pode sim, ser realizado com cuidados. Lamentavelmente, vai muito além do que pensamos. IBAMA, MP responsável, estão um pouco calados a tudo o que aconteceu e está acontecendo.
Infelizmente só perceberemos tarde demais.
(Inclusive, o Parque Tecnológico da UESC, estão com um processo contra a BAMIN) PIMENTA BLOG, PESQUISEM E VOCÊS TERÃO UM IMENSA INFORMAÇÃO.