A Secretaria da Educação da Bahia homologou o processo licitatório para a contratação de empresa responsável pela construção e pela reforma de escolas estaduais em Ilhéus. A Compac Engenharia venceu a Concorrência Eletrônica nº 002/2025, com proposta de R$ 30.933.427,81, valor 15% menor do que o estimado inicialmente.
O resultado do certame está na edição desta sexta-feira (11) do Diário Oficial do Estado. As duas novas escolas serão construídas nas aldeias Abaeté e Itapuã, do povo tupinambá de Olivença, ambas no distrito de Olivença, no litoral sul de Ilhéus, como informado anteriormente pelo PIMENTA. Também objeto do contrato, a terceira obra será de reforma e ampliação de escola estadual na sede do município.
As obras fazem parte da terceira etapa do Projeto Construir para Educar, com investimento de R$ 1,3 bilhão do Governo da Bahia. Lançado no início deste ano, pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), o programa prevê a construção de 33 unidades escolares em todo o estado.



















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Bom dia seria interessante que o governador Jerônimo Rodrigues pudesse colocar em pauta possa aumentar parceria com o governo federal através do ministério indígena e das cidades para gerir recursos para pavimentação e construção de estrada dentro das terras indígenas Tupinambá de Olivença como forma de mobilidade para estudantes trabalhadores rurais os povos indígenas geral como forma escoar suas produções agrícolas e pecuárias hortifruti granjeiros além da mobilidade desses povos. Acredita-se que não é só construção de duas escolas também se faz necessário duas creches que foram constituídas pela municipalidade desde 2018 a creche Katuana e Amotara, essas até a presente data vivendo em área alugada. Amotara construída na aldeia Itapuã com recursos oriundos do terceiro setor apoio privado, que hoje a municipalidade poderia constituir Abaeté como forma de colocar cuiatãs e curumins na aldeia enquanto seus pais estariam na lida diária.
A luta indígena Tupinambá por territorialidade em anos de disputa no Estado, requer muito da participação do Estado principalmente hoje ou por não dizer nos últimos 20 anos desse apoio porque a partir do momento que os povos originários soluciona problema do território que também está ligado a sua identidade e ancestralidade, pode-se dizer que meio caminho andado de reparação histórica para esses povos, devemos isso como sociedade brasileira constituída aos dias de hoje sob aqueles que aqui viviam donatários destas terras. Além de mobilidade educação esses povos precisam de uma atenção voltada para a geração de renda que vence adequar aos tempos modernos, como solução inicial sugerimos a construção de uma feira de Cultura extrativista voltada para apoiar a produção artesanal desses povos que vivem da natureza praticamente, a ideia é de construir uma aldeia comercial para os povos originários de Olivença que possa fazer parte do roteiro turístico da cidade de Ilhéus, para que seja fomentado recursos a essas famílias que vivem na região de Olivença. Aproveita-se ainda para orientar a municipalidade para constituir na sua próxima reforma administrativa política uma secretaria o superintendência indígena, que sirva para discutir implementar política pública para os povos originados de Olivença e outras localidades dentro dos limites de Deus.