Pichações com a sigla do Comando Vermelho em Ibirapitanga || Fotos Polícia Civil
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O Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho disputam território no sul da Bahia, segundo relato de Marlos Macedo, titular da Delegacia de Itajuípe e substituto da Delegacia de Itapitanga (assista ao vídeo no final do texto). As duas facções, conforme o policial, estão em guerra em Coaraci e Itapitanga. Também há registro da presença dos criminosos em Ibirapitanga.

Nesta quinta-feira (8), a Polícia Civil deflagrou operação para cumprir mandados de prisão contra lideranças envolvidas nos confrontos entre as facções e investigadas por homicídios e tráfico de drogas. Durante diligência em Itapitanga, policiais da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior foram recebidos a tiros ao tentar prender dois alvos, reagiram e balearam os agressores, conforme o delegado Marlos. Os investigados Lucas Santos Souza, o Luquinhas, e Raí de Jesus Santos, o Cabelinho, foram levados a um hospital, mas morreram.

“Na operação, foram apreendidas uma submetralhadora caseira calibre 380 e uma espingarda calibre 12”, acrescentou o delegado. “É uma resposta que a gente dá à sociedade, dizer que quem manda aqui é a lei, é o estado”, concluiu.

De acordo com a Polícia, Lucas e Raí teriam envolvimento com o atentado em que, no último dia 27, criminosos atearam fogo em uma casa, em Coaraci, na tentativa de matar os moradores carbonizados. O crime teria sido cometido sob a liderança de um homem identificado como Matheus das Neves Matos, o Mateuzinho.

Assista ao relato do delegado Marlos Macedo.

Carro bateu em poste na entrada de Ilhéus pela BR-415 || Foto Redes Sociais
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Na tarde desta quinta-feira (8), um acidente nas imediações da rodoviária de Ilhéus prejudicou o trânsito na BR-415. Para quem trafegava sentido Ilhéus, o congestionamento de veículos começou no Banco da Vitória. Motoristas que tentavam deixar a cidade em direção a Itabuna também sofreram com a lentidão do tráfego.

Na altura da localidade conhecida como Rua do Mosquito, um Volkswagen Gol bateu forte em um poste. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente e o estado de saúde das pessoas envolvidas.

Prefeito Valderico Junior comenta relação com Governo Jerônimo || Foto PIMENTA
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O prefeito Valderico Junior afirma que estar aberto a dialogar com o Governo da Bahia para discutir os interesses de Ilhéus. Filiado ao União Brasil, defende que a gestão municipal não pode se orientar por bandeira partidária. “Se for bom para o município de Ilhéus, vai ser bom para Valderico Junior”, disse o gestor, nesta quinta-feira (8), ao responder questionamento do PIMENTA sobre declaração do vice-presidente nacional do UB, ACM Neto, que acusou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) de condicionar investimentos nos municípios ao apoio político dos prefeitos.

ACM Neto fez a acusação durante visita recente a Ilhéus e disse ter orientado os prefeitos do União Brasil a procurar os governos estadual e federal para levar benefícios às cidades que governam. “Infelizmente, nós sabemos que a política do governador é uma política da tentativa de cooptação. Ele só atende na prática quem é do lado dele. As coisas só saem para quem diz amém e vota no partido dele, o que é muito ruim para a Bahia”, disse o ex-prefeito de Salvador.

Abaixo, em texto e vídeo, a pergunta do site e a resposta do prefeito

PIMENTA – Na visita recente a Ilhéus, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto deu a entender que o governador Jerônimo Rodrigues só atende às demandas de municípios que têm prefeitos alinhados com o projeto político do Partido dos Trabalhadores. O senhor concorda com essa avaliação?

VALDERICO JUNIOR – De coração, estou prefeito de Ilhéus por Ilhéus, não por bandeira partidária. O governador tem que saber que Ilhéus pertence à Bahia. Ele tem voto aqui dentro. Por mais que, na última eleição [ao Governo do Estado, em 2022], não teve o êxito que gostaria na cidade, onde o próprio ACM Neto teve 10 mil votos de frente, mas ele [Jerônimo] teve voto na cidade. Quero acreditar que esse modelo de política que, se você é meu parceiro, você tem; se você não é, eu sou contra, não invisto nada, você esquece que aquela cidade pertence à Bahia. Não quero acreditar que será dessa forma que o Governo do Estado vai trabalhar. Disse e repito, já fui a algumas secretarias em Salvador, estou à disposição para dialogar com quem quer que seja, independente de bandeira partidária. Se for bom para o município de Ilhéus, vai ser bom para Valderico Junior.

Americano Robert Prevost é escolhido sucessor de Francisco || Reprodução
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O americano Robert Francis Prevost, de 69 anos, foi o cardeal escolhido pelo colegiado de cardeais para a sucessão do Papa Francisco. Será o Papa Leão XIV, de linha franciscana e que atuou em diocese do interior do Peru, na América do Sul.

Anunciado há pouco, será o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. “A paz esteja com todos vocês”, iniciou falando em seu discurso. “Somos discípulos de Cristo. O mundo precisa de sua luz”, pregou após ser anunciado. “Obrigado, Papa Francisco”, seguiu.

É apelidado de o Pastor de Duas Pátrias. Em seu discurso, não deixou de citar a segunda pátria, o Peru, onde pastoreou.

Simulado da Afya para o Enamed 2025 tem inscrição gratuita || Reprodução
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A partir desta sexta-feira (9) e até o próximo domingo (11), a Afya promove o Simulado Nacional Enamed, voltado para profissionais formados e estudantes de Medicina de qualquer instituição. O Simulado testa conhecimentos para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, o Enamed, previsto para ser aplicado pelo Ministério da Educação (MEC) em outubro.

De acordo com a instituição, o simulado será aplicado pela plataforma Medcel em um ambiente de avaliação com questões técnicas e aplicação única por pessoa. Na segunda-feira (12), ocorrerá a transmissão ao vivo para a correção de questões. As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo site https://info.medcel.com.br/simulado-enamed/.

DICAS E ATUALIZAÇÕES

Ao se inscrever, o participante também terá acesso a um grupo no WhatsApp para receber dicas e atualizações exclusivas sobre o Enamed. A promessa da Afya é que o candidato com a melhor pontuação irá ganhar um MacBook Air M1, bolsas de estudos do Intensivo Enamed e do Preparatório de Residência da Afya (Medcel), além de mentoria para aplicação da prova de residência.

O segundo colocado recebe um Ipad Air 11, bolsas de estudos do Intensivo Enamed e do Preparatório de Residência da Afya (Medcel), além de mentoria para aplicação da prova de residência. Já o terceiro lugar recebe Iphone 16, com 128 GB, e bolsas de estudos do Intensivo Enamed e Preparatório de Residência da Afya (Medcel). Do quarto ao décimo lugar, os candidatos ganham bolsas do preparatório Intensivo Enamed.

OPORTUNIDADE VALIOSA

O reitor da Unidompedro Afya, em Salvador (BA), Adriano Douglas, vê no simulado uma oportunidade valiosa para estudantes e médicos testarem seus conhecimentos de forma prática, com questões que seguem o mesmo formato dos exames reais.

– O preparatório é mais uma das ferramentas que oferecemos para apoiar nossos alunos em sua trajetória acadêmica e prepará-los com mais segurança para os desafios do mercado. Por isso, vejo essa iniciativa como uma excelente oportunidade para todos que estão construindo uma carreira na área médica – afirma o reitor.

Policiais cumprem mandados de prisão e de busca em Itabuna, Ilhéus e Buerarema || Foto Flávia Vieira/SSP-BA
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Nesta quinta-feira (8), cinco policiais acusados de crime de tortura durante diligência foram alvos da Operação Reditus Ad Legem, no sul da Bahia, deflagrada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e pela Polícia Militar em Ilhéus, Itabuna e Buerarema.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e prisão temporária nos três municípios. A ação da Corregedoria da Polícia Militar teve apoio da Força Correcional Especial Integrada (Force).

Além de tortura, os policiais, que não tiveram os nomes revelados pela SSP-BA, também respondem por coação e ameaça de testemunhas. Os militares foram encaminhados para o Batalhão de Polícia de Choque, segundo informa a SSP.

Tasso Castro prepara quinto livro sobre o Fluminense do Rio de Janeiro || Montagem Walmir Rosário
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Walmir Rosário

O escritor e torcedor do Fluminense das Laranjeiras Tasso Castro está finalizando um novo projeto para presentear os tricolores de Itabuna e todo o sul da Bahia. E o novo livro tem como título – ainda provisório – Paulistas no Flu: glórias e troféus, em que mostrará a passagem dos jogadores e técnicos que nasceram em São Paulo e fizeram sucesso no tricolor carioca.

O trabalho, resultado de uma pesquisa de fôlego, demonstra que desde 1935 os paulistas são figurinhas carimbadas na trajetória do Fluminense, afastando qualquer rivalidade entre os jogadores dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Nesse ano, a diretoria tricolor, de uma só vez, motivou um feito inédito ao contratar a base da Seleção Paulista.

 

E como tudo que dá certo é repetido, o Fluminense continuou se abastecendo no mercado paulista, o que não era nenhuma novidade. Nos anos 1980 vieram Assis e Vica. Nos anos 2000 chegaram Fernando Henrique, Ricardo Berna, Gabriel, Juan, Leandro, Tuta e Gum. Nos anos 2010, Rodriguinho e Deco, e nos ano 2012, Diego Cavalieri.

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E não se tratava de um elenco qualquer, e sim dos jogadores paulistas que conquistaram o Bicampeonato Brasileiro de Seleções nos anos de 1933 e 1934, atitude ímpar no futebol brasileiro daquela época. E os resultados alcançados pelo tricolor carioca foram à altura das contratações, no mesmo nível de qualquer seleção da América do Sul.

E os impactos positivos começaram a aparecer a partir de 1936, quando iniciou a conquista do tricampeonato, completado nos anos de 1937 e 1938, com muito sucesso. Embora tenha deixado escapar o tetracampeonato em 1939, o Fluminense não se abateu e voltou com supremacia, vencendo os campeonatos de 1940 e 1941, se sagrando bicampeão.

E os cartolas do tricolor das Laranjeiras voltaram a esquentar as turbinas e nos anos 1950, passaram a recrutar novos jogadores no mercado paulista, contratando os craques Marinho, Clóvis e Maurinho. O esquema voltou a funcionar e o Fluminense colecionou títulos no mundial, no Campeonato Carioca e nos disputados torneios Rio-São Paulo.

Muitos ainda se lembram de jogadores famosos e produtivos contratados nos anos 1960, a exemplo de Samarone, Cláudio, Félix (goleiro tricampeão na copa de 1970), Galhardo e Marco Antônio. Já nos anos 1970, a “importação” dos paulistas para o Flu das Laranjeiras continuaram com Didi, Ivair, Manfrini e Rivelino, contratações que mexeram com o futebol brasileiro.

E como tudo que dá certo é repetido, o Fluminense continuou se abastecendo no mercado paulista, o que não era nenhuma novidade. Nos anos 1980 vieram Assis e Vica. Nos anos 2000 chegaram Fernando Henrique, Ricardo Berna, Gabriel, Juan, Leandro, Tuta e Gum. Nos anos 2010, Rodriguinho e Deco, e nos ano 2012, Diego Cavalieri.

E a contabilidade dos troféus na sede das Laranjeiras é altamente positiva na coluna dos lucros. Dos anos 1960 a 2012, o Flu foi campeão Carioca (1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1983, 1984, 1985, 2005 e 2012) e campeão Brasileiro (1970,1984, 2010 e 2012) mantendo no elenco alguns jogadores ou técnicos oriundos de São Paulo, a exemplo de Tim, o estrategista, o único paulista campeão como jogador e treinador; Mário Travaglini em 1976; e Muricy em 2010.

Assim que for publicado Paulistas no Flu: glórias e troféus, Tasso Castro completará cinco publicações sobre o Fluminense do Rio de Janeiro, além de uma que abrange o Fluminense de Itabuna. Uma marca registrada nos livros de Tasso é que não somente ele relata e opina sobre o tricolor carioca, mas torcedores de todo o sul da Bahia.

E nesse novo livro não será diferente dos três últimos, em que vários torcedores escrevem um texto e expõem uma foto com a camisa tricolor. E pelo projeto, a prioridade dos textos se destina a escolher qual o jogador ou técnico paulista que ficou na memória?  Entre eles (jogadores) Félix, Galhardo, Marco Antônio, Samarone,  Manfrini, Rivellino, Assis, Diego Cavalieri ou Deco; e os técnicos Tim, Mário Travaglini ou Muricy Ramalho.

Os livros escritos por Tasso Castro são bastante ricos em informações, sempre obtidas nas fontes principais, documentadas com fotografias e reproduções dos jornais da época. Outros textos obedecem estritamente à lembrança dos torcedores, com o que ouviram e viram nas transmissões esportivas do rádio e TV, além das imagens de jogos assistidos nos estádios, guardadas na memória.

Vale a pena aguardar.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.