Ninsao, Erenice e Valdemir durante reunião em Brasília || Foto Divulgação
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O Instituto Biofábrica da Bahia e a República Togolesa (Togo) deram início às tratativas para cooperação técnica na cacauicultura. A instituição baiana é referência na produção em larga escala de mudas de cacaueiro clonado e resistente a pragas, tecnologia que interessa ao país africano.

A parceria foi tema de reunião do diretor-presidente do Instituto, Valdemir José, e do encarregado de Negócios da Embaixada do Togo no Brasil, Ninsao Oubonfo Lantame, na última terça (3), em Brasília. A ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra também participou. O encontro fez parte do II Diálogo Brasil-África.

Segundo Valdemir José, o principal objetivo da parceria é colaborar com a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável do país africano. “O Brasil e Bahia têm muito a contribuir com a agricultura familiar, colaborando com a produção de alimentos e o combate à fome”.

O dirigente citou o exemplo do trabalho recente desenvolvido com técnicos angolanos. “Agora, estamos a caminho da capacitação com o Togo”. Para Valdemir, é satisfatório constatar que as pesquisas e tecnologias desenvolvidas pelo Instituto Biofábrica Bahia são valiosos para o Brasil e todo o mundo. “Nos deixa orgulhosos”, concluiu.

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