Mineradora adere a programa criado pela CGU em 2022 || Foto Bamin
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A Bamin anunciou, nesta terça-feira (7), sua adesão ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) criada em 2022 para fortalecer a cultura de ética e transparência no setor privado. Atualmente, o pacto já reúne mais de 350 empresas signatárias no país, sendo apenas quatro do setor de mineração, incluindo agora a Bamin.

Segundo Sandro Oliveira, gerente-geral de Compliance da Bamin, a adesão reflete um valor que já faz parte do DNA da empresa. “A Bamin tem a integridade como princípio inegociável. Estar no Pacto Brasil significa chancelar para o mercado aquilo que já praticamos no dia a dia: ética, combate à corrupção, respeito à diversidade e compromisso com os direitos humanos”, afirma o gestor.

O executivo ressalta que a assinatura do pacto exige responsabilidade que vai além das fronteiras da organização. “Quando falamos em compliance, não é apenas dentro da Bamin. Exigimos de nossos parceiros, fornecedores e comunidades a mesma postura íntegra. Não basta ser ético, é preciso aplicar esses valores de dentro para fora”.

De acordo com Sandro, na mineração, os impactos sociais e ambientais são significativos. “Por isso, o compliance precisa ser preventivo, e não apenas reativo. A integridade é fundamental para gerar valor e confiança no nosso negócio”.

O gestor ainda reforça que o maior impacto esperado com a iniciativa é social. “Queremos disseminar a integridade não só na Bamin, mas em todos os ambientes em que atuamos. A adesão ao pacto é também uma semente plantada para inspirar comunidades, parceiros e outras empresas a seguirem o mesmo caminho”, finaliza.

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