A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta terça-feira (14), em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, uma mulher que trabalhava como empregada doméstica e um comerciante, acusados de envolvimento no furto de joias avaliadas em R$ 200 mil. De acordo com a investigação, a funcionária aproveitou-se da confiança da patroa para retirar as joias do imóvel.
A mulher, de 36 anos, foi localizada no bairro Recreio. O homem, de 31 anos, proprietário de uma joalheria no centro de Vitória da Conquista, foi preso no estabelecimento comercial. Desde o início das investigações que os policiais suspeitaram do comportamento da funcionária da vítima.
Conduzida à Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), a mulher confessou ter subtraído joias ao longo dos últimos 30 dias. Durante a análise do celular da suspeita, foram encontrados comprovantes de transferências via Pix realizadas pelo receptador, a partir da conta jurídica da empresa dele.
O comerciante acabou confessando ter adquirido as peças por valores muito abaixo do mercado. Entre os materiais apreendidos estão correntes, pingentes e outras joias em ouro, além de dois celulares que serão encaminhados à perícia. Os objetos recuperados serão devolvidos à vítima. Diligências seguem em andamento para localizar outras peças furtadas.
OUTRO FURTO
Ainda em Vitória da Conquista, a Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (14), um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Criminal da Comarca local, contra uma mulher, de 36 anos, suspeita de furto. Ela é acusado de ter subtraído dinheiro e objetos que somam mais de R$ 30 mil em prejuízo a empresa do ramo de colchões, além de aplicar golpes em clientes.
As investigações, iniciadas em setembro deste ano, revelaram diversas irregularidades, como vendas simuladas de colchões e travesseiros sem autorização, entregas indevidas de produtos a terceiros e recebimento de valores em conta pessoal. Imagens de câmeras de segurança registraram a investigada liberando produtos a desconhecidos e acompanhando-os até o veículo.
Os policiais também constataram que, mesmo após ser desligada da empresa, a suspeita continuou mantendo contato com clientes e proferindo ameaças. Durante o cumprimento da medida judicial, foram apreendidos quatro celulares e um caderno de anotações, que serão encaminhados para perícia.
As apurações indicam ainda que a mulher já havia sido indiciada por crimes semelhantes em 2024, quando trabalhava em outra empresa do comércio local.


















