Prefeito Augusto Castro se manifesta em defesa dos produtores de cacau da Bahia || Foto Secom Itabuna
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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), manifestou apoio aos produtores da lavoura cacaueira diante da forte queda no preço do cacau e da importação de 10 mil toneladas de amêndoas africanas pela indústria processadora instalada em Ilhéus. Segundo ele, o cenário agrava a crise enfrentada pelo setor no sul da Bahia, tema de protesto nesta quarta-feira (28), na Terra da Gabriela (saiba mais aqui).

Augusto Castro apontou preocupação com os efeitos da Instrução Normativa nº 125, editada em 2021 pelo Ministério da Agricultura, que flexibilizou as regras fitossanitárias para a importação de cacau. Para o prefeito, a medida representa risco direto à produção nacional.

O gestor também criticou o desequilíbrio histórico na relação entre produtores e indústria moageira. “Nas últimas três décadas, é fato recorrente a alegação das moageiras de que não há cacau brasileiro capaz de atender às suas necessidades de processamento. Mas o produtor também sofre por não contar com o amparo necessário”, afirmou, ao citar a falta de assistência técnica, extensão rural e crédito, apesar dos esforços do setor na melhoria genética das lavouras e na adoção de novas tecnologias.

Como encaminhamento, o prefeito defendeu a união de forças para pressionar o Governo Federal. “Para preservar a sanidade da lavoura cacaueira, junto minha voz para que sejamos ouvidos pelos deputados federais e senadores, a Frente Parlamentar da Agropecuária e o Governo Federal. É hora de união”, declarou. Augusto Castro também apoia a articulação com entidades do setor agropecuário e consórcios regionais para exigir critérios mais rígidos na importação de amêndoas.

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