Itabuna registra índice de infestação do mosquito transmissor da dengue de 3,6% || Foto Divulgação
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A Divisão de Endemias do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Itabuna divulgou, nesta terça-feira (10), o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano. O município sul-baiano registrou índice geral de 3,6% de infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O índice considerado satisfatório pelo Ministério da Saúde é menor que 1%.

O levantamento mostra a situação preocupante em determinados bairros da cidade, conforme a coordenadora da Divisão de Endemias, Lucimar Ribeiro. Em bairros como Castália, Sarinha Alcântara, Santa Inês e Sinval Palmeira o índice de infestação chega a 5%. A coordenadora de Endemias alerta que a situação exige atenção redobrada da população e requer intensificação das ações de combate ao mosquito.

Entre os principais criadouros, encontrados durante o levantamento, estão recipientes que acumulam água parada, como caixas d’água e baldes destampadas, pneus, garrafas descartados em quintais e terrenos baldios.

Lucimar reforça que o combate ao mosquito depende da colaboração de toda a população. “Pequenas atitudes, como evitar água parada, manter reservatórios bem fechados e descartar corretamente materiais que possam acumular água são fundamentais para reduzir a proliferação do Aedes aegypti”, apela.

O levantamento foi realizado pelos Agentes de Combate às Endemias (ACE) com o objetivo de identificar a presença de focos do mosquito e mapear as áreas com maior risco de transmissão das arboviroses. A partir dessas informações, a Secretaria de Saúde de Itabuna pode direcionar de forma mais estratégica as ações de prevenção e controle.

As equipes de Agentes de Combate às Endemias, conforme explica Lucimar Ribeiro, seguem atuando com visitas domiciliares, bloqueios e ações educativas nos bairros, com o objetivo de reduzir os índices e proteger a saúde da população. Por último, apela às pessoas que facilitem o acesso dos agentes para que o trabalho de prevenção e combate ao vetor das arboviroses seja eficaz.

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