Aumento de preço já é repassado ao consumidor final, conforme sindicato || Foto Arquivo/Banco Central
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O preço do gás de cozinha ficou mais caro na Bahia nesta quarta-feira (1º). O reajuste supera 15% e foi confirmado pelo Sindicato das Revendedores de Gás de Cozinha (SindRevGás). A alta já chega ao consumidor e pressiona o orçamento das famílias.

O aumento partiu da Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe, privatizada em 2021 sob a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A empresa aplicou reajuste de 15,3% no valor do GLP vendido às distribuidoras.

Com isso, o botijão pode ficar entre R$ 8 e R$ 10 mais caro no preço final. O botijão de 13 quilos já é vendido a R$ 140 em Ilhéus, no sul do estado, ainda sem o impacto do reajuste anunciado hoje (1º).

A Acelen informou que adota política baseada em critérios de mercado. A empresa considera o preço internacional do petróleo, a cotação do dólar e despesas com frete. Segundo a companhia, os valores são definidos com transparência e podem oscilar para cima ou para baixo conforme essas variáveis.

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