Representantes do setor produtivo brasileiro veem com otimismo essa parceria. O diretor-executivo da Associação Nacional das indústrias de Cacau (AIPC), Eduardo Bastos ressalta a volta recente do cacau à pauta nacional. Ele acredita que o esforço de entidades internacionais para o desenvolvimento da cacauicultura sustentável neste momento proporcionará ganhos consideráveis ao setor e consequentemente ao país.
“Nunca tivemos ocasião tão virtuosa com novas lideranças, tanto no setor público, quanto no privado. É preciso aproveitá-la e fomentar a capacidade do setor para o avanço da produtividade”. Ele lembrou que o Mapa, por meio da Ceplac, tem uma função vital como coordenador público dessa cadeia produtiva e o protagonismo visto nos últimos meses pode ser alavancado ainda mais com uma parceria desse porte com a WCF.
Eduardo Bastos acredita na necessidade de coalização entre atores públicos e privados para dar o salto desejado na produção e voltar a atender a demanda interna, além de gerar excedentes exportáveis. O desafio é produzir mais 200 mil toneladas anuais em, no máximo, 10 anos. Nos últimos, 30 anos o país saiu de uma patamar de produção de 450 mil toneladas para cerca de 150 mil toneladas ano. O país tem todas as condições para voltar a ser uma potência na produção de cacau e chocolate, destacou Bastos.Leia Mais































