Acidente na Paralela deixou vários feridos (Reprodução Metrô1).
Várias pessoas ficaram feridas após o motorista da empresa Dois de Julho perder o controle da direção do veículo e invadir uma concessionária na Avenida Paralela, em Salvador, na manhã desta segunda-feira (8). De acordo com informações da Central de Polícia, os feridos são todos passageiros do ônibus, mas ainda não se sabe ao certo quantos são.
O coletivo, que estava cheio no momento do acidente, invadiu o estacionamento da concessionária Hyundai, no sentido Aeroporto. Diversos veículos da concessionária foram atingidos. A 82ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Paralela) acompanha o resgate dos feridos. Informações do Metrô1.
Piscina abandonada em imóvel do DST/Aids apavora vizinhança.
Moradores de áreas vizinhas ao Centro de Referência em Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids em Itabuna (DST/Aids) reclamam do abandono do imóvel, situado no Bairro Jardim Vitória. Uma piscina está sem manutenção e, conforme denúncia, acumula larvas, aumentando os riscos de proliferação do mosquito transmissor da dengue e da chiguncunha devido ao acúmulo de água.
As condições do prédio também geram reclamações de funcionários do DST/Aids. As salas são apertadas e com ventilação considerada inadequada para o trabalho desenvolvido. O imóvel é o mesmo que abrigou, temporariamente, o Samu 192. “Não entendemos como a prefeitura permite uma situação dessas”.
O centro de referência foi transferido para o Jardim Vitória depois de despejo. Antes, funcionava em uma estrutura na Avenida Inácio Tosta Filho, na região central de Itabuna.
A vizinhança, no Jardim Vitória, também reclama da forma como é descartado o lixo gerado no atendimento a pacientes. “Caixas são deixadas na calçada. Animais reviram e espalham o lixo pela rua. Pacientes de outras cidades ficam pelos passeios e lançam material (algodão e esparadrapo por exemplo) contaminado nas calçadas”, diz um morador. Lixo é deixado na calçada e oferece risco a moradores e animais.
De acordo com estudos do próprio município, a média de perdas de faturamento está em torno de 56% e ainda existem regiões da cidade que ultrapassam estratosféricos 70%, bem acima da média baiana de 30,27% e da nacional, 38,8%.
Garantir água com qualidade, quantidade e regularidade, conforme preconiza a Lei Nacional de Saneamento, tornou-se um grande desafio, principalmente para as médias e grandes aglomerações populacionais. Um exemplo emblemático é a crise da água em São Paulo, por se tratar da maior e mais rica cidade brasileira. Em Itabuna, em um passado não tão recente, porém não tão longe, tivemos que conviver com crises gravíssimas de abastecimento d’água. Aqui, além das estiagens prolongadas, pesou a falta de reservação, que afetou, à época e ainda hoje, a qualidade de vida da população e o crescimento da economia local.
Recentemente, conseguiu-se a primazia de ter em solo grapiúna um importante indutor de desenvolvimento econômico que é o gás natural. Raríssimos municípios do estado da Bahia foram beneficiados com essa matriz energética de baixo custo e menos poluente. Contudo, nada disso é relevante sem um componente elementar, a água.
Nesse sentido, a construção de uma barragem que atenda as demandas socioeconômicas de Itabuna, há décadas, vem sendo discutida pelas lideranças políticas locais e pela própria sociedade. Várias alternativas foram analisadas, desde a captação no rio das Contas, passando pelo rio do Braço e Almada, até que, definitivamente, concluiu-se, através de estudos de viabilidade ambiental, técnica e econômica, que a melhor solução para o momento seria no rio Colônia.
Hoje temos uma indicação concreta do Governo do Estado, apesar dos percalços envolvendo licitações, de que a tão esperada barragem será construída no município de Itapé. Contudo, cabe um questionamento importante a ser feito. Será que a barragem do rio Colônia resolverá, realmente, a demanda por água em Itabuna?
Um estudo de impacto ambiental realizado pela CERB (Companhia de Engenharia Ambiental da Bahia) revelou que a construção da Barragem no Rio Colônia atenderia a duas finalidades principais. A primeira referia-se ao abastecimento de água, já a segunda, ao controle de enchentes no Rio Cachoeira, que, periodicamente, afetam as comunidades ribeirinhas.
Outro aspecto citado foi a garantia de uma vazão mínima, ecológica, que contribuísse em épocas de estiagem para diluição dos esgotos lançados no Cachoeira e, por consequência, inibisse o mau odor exalado pelo rio, além da proliferação das chamadas “baronesas”. Assim sendo, fica entendida a relação de ganhos ambientais, e até certo ponto sociais, da construção da barragem do rio Colônia.
Porém, ainda não está claro, se, finalizando-se a obra, o abastecimento de água à população e as indústrias de Itabuna estará garantido. Um indício é que a construção da barragem não contempla a adutora que, teoricamente, traria a água do município de Itapé até Itabuna. Se nada for feito, a alternativa será continuar captando água no rio Cachoeira, nas intermediações do bairro Nova Ferradas, cuja qualidade da água é inferior a do rio Colônia e seu tratamento muito mais caro e complexo. Leia Mais
Comércio de Itabuna abre em horário especial.
O consumidor terá mais tempo para fazer compras no comércio de Itabuna até o natal. Hoje, as lojas abrem às 8h30min e fecham somente às 19h30min. O funcionamento das 8h30min às 19h30min vale até a próxima sexta-feira (12).
O horário estendido é resultado de acordo dos sindicatos patronal e de empregados. No sábado (13), o consumidor terá mais quatro horas para compras com as lojas abertas das 9h às 17h.
O comércio ampliará ainda mais o horário de funcionamento do dia 15 até o dia 19, quando as lojas abrem das 9h até as 22h.
No sábado 20, o comércio funcionará das 9h às 18h, enquanto nos dias 22 e 23 abrirá das 9h às 22h. Na véspera do Natal, o funcionamento vai das 9h às 18h. Confira, abaixo, todas as datas até o final de ano. Horário do comércio Dias 8 a 12 – 8h30min às 19h30min Dia 13 – 9h às 17h Dias 15 a 19 – 9h às 22h Dia 20 – 9h às 18h Dia 21 – 15h às 20h Dias 22 e 23 – 9h às 22h Dia 24 – 9h às 18h Dia 31 – 8h30min às 17h
Santaluz e Cachoeira disputarão título do Intermunicipal 2014.
Santaluz e Cachoeira decidirão o título do Campeonato Intermunicipal 2014. Santaluz entra com vantagem na disputa ao jogar a finalíssima em casa.
O primeiro jogo será no domingo (14), em Cachoeira. O campeão sai no dia 21, em Santaluz.
Cachoeira conquistou a vaga na final ao bater Itapetinga por 1 a 0 há uma semana e 2 a 1 neste domingo (7). Santaluz também venceu as duas partidas da semifinal contra Itamaraju: 2 a 0 fora e 3 a 1 em casa.
Imóveis foram incendiados por familiares de bandidos em Camacan. “Cal” é acusado de homicídios em Camacan.
Casas e carros foram incendiados neste domingo (7) em Camacan, no sul da Bahia, em retaliação à prisão do homicida Ricardo Santos Rezende, o Cal. Policiais civis e militares prenderam o bandido durante operação na madrugada de hoje.
De acordo com o comandante da PM em Camacan, major Rodrigues de Castro, Cal tinha contra si mandado de prisão e é suspeito de matar um idoso e uma indígena. Cal e o irmão “Veni” são apontados como autores de vários crimes no município. Veni está foragido.
Os policiais montaram cerco à casa de Cal ontem à noite e negociaram para que o bandido se entregasse. Com a resistência, os policiais decidiram invadir o imóvel, prendendo-o em seguida.
Conforme o comando da Polícia Militar, familiares do bandidos, descontentes com a prisão de Cal, iniciaram ofensiva incendiando, pelo menos, cinco casas. Carros também foram incendiados ou apedrejados entre a madrugada e o final da tarde deste domingo.
O policiamento no Bairro da Gameleira foi reforçado por causa do aumento da tensão. O bandido foi levado para o Complexo Policial de Camacan. A polícia ainda decidirá para onde encaminhar o bandido, se Itabuna ou Feira de Santana. Criança caminha em meio a escombros e carro incendiado.
Tempo de leitura: < 1minutoVitória e Bahia caem para a Segundona (Kibeloco).
O Bahia precisava vencer e torcer por uma derrota de Vitória e Palmeiras para permanecer na Série A. O Rubro-Negro baiano tinha missão menos espinhosa. Bastava torcer por um empate do Palmeiras para manter-se na elite do futebol brasileiro.
O Palmeiras empatou em 1 a 1 com o Atlético-PR, mas o Vitória perdeu por 1 a 0 para o Santos, no Barradão. E o Bahia também caiu ao perder por 3 a 2 para o Coritiba.
O Bahia volta para a Série B após quatro anos, enquanto o Vitória retorna após dois anos e ótima campanha na Série A em 2013, ao encerrar o campeonato na quinta colocação. O futebol baiano, ótima em público, novamente fracassa em campo.
Marco Wense
Quem diria, hein! João Luiz Woerdenbag Filho, conhecido como Lobão, é o mais novo guru da direita brasileira. Uma espécie de guia espiritual.
A última manifestação pró-impeachment, na Avenida Paulista, em São Paulo, deixou o músico irritado, se achando um bobo da corte: “Cadê os parlamentares? Cadê o Aécio, o Caiado? Estou pagando de otário”.
Lobão passou a tarde toda procurando pelo ainda candidato Aécio Neves, que, num vídeo postado, convocava as pessoas a ir para a rua, dando a entender que ele seria o primeiro a chegar no “Fora Dilma”.
O jornalista Paulo Nogueira, diretor do Diário do Centro do Mundo, definiu bem a ausência do tucano-mor: “Se Lobão imaginou que Aécio gastaria uma tarde ensolarada de sábado para ir a um protesto, é mesmo um otário”.
O vocalista Tico Santa Cruz, da banda Detonautas, aconselhou Lobão a cair fora do golpismo: “Se liga… Estão te deixando sozinho nessa. Já tem um monte de maluco pedindo intervenção militar e o negócio tá ficando estranho”.
Santa Cruz insinua que Lobão vai continuar como “otário” se teimar em ser o porta-voz do “Fora Dilma”: “Esses caras são bons de falar na internet, na hora de ir para as ruas ninguém aparece”.
Como não bastasse ser uma figura engraçada, até mesmo folclórica, Lobão, que já representa os engravatados da Avenida Paulista, corre o risco de ser o “Mané do impeachment”. Marco Wense é articulista do Diário Bahia.
Helena Martins | Agência Brasil
Desde os anos 1970, as rádios sem fins lucrativos se multiplicaram pelo Brasil, seja como comunitárias, quando têm autorização para funcionamento, ou livres, termo que se refere àquelas que ocupam o espectro eletromagnético mesmo sem permissão legal. Desde sempre, a preocupação foi falar para públicos específicos, permitindo o debate e a discussão da cidadania.
Ainda hoje, quando o rádio para alguns se tornou coisa do passado, usar o transmissor para se comunicar é única opção para muitos grupos sociais. Para eles, é preciso valorizar a comunicação comunitária, garantindo espaço e meios para que esses veículos possam multiplicar as vozes que circulam na mídia e produzir um conteúdo que, muitas vezes, não entra na agenda dos meios comerciais.
A batalha para manter os veículos de comunicação em atividade, entretanto, é dura. As organizações apontam que as rádios e os comunicadores têm sido criminalizados. Grupos que reúnem ativistas ou veículos de comunicação comunitária, como a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), apontam dificuldades para a obtenção da outorga e criticam as restrições impostas pela Lei 9.612/98, que regulamenta o serviço. A lei proíbe veiculação de publicidade e estabelece limite de potência de 25 watts e abrangência de 1 quilômetro para a emissora comunitária.
Uma das rádios livres mais antigas e em operação no país, a Rádio Muda, desde meados dos anos 1980 funciona no interior da torre da caixa d’água da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). João Francisco*, que integra o coletivo que produz a rádio, conta que o veículo nasceu com o objetivo de lutar pela liberdade de expressão.
“É uma batalha contra grandes conglomerados econômicos, que ganham muito dinheiro com anúncios, mas também uma batalha de cunho estético-político, de fazer com que as pessoas possam se expressar livremente”, afirma.
A Rádio Muda é um exemplo de criminalização. Segundo João Francisco, já houve várias tentativas de fechar a rádio ou lacrar equipamentos. Atualmente, parte das pessoas envolvidas na produção do veículo responde a dois processos judiciais, um na área criminal e outro na cível. O comunicador reclama da situação, pois considera que a rádio não causa interferências.
“É uma rádio de baixa potência, não há dano. A gente sempre buscou transmitir em uma frequência que não era usada por outro rádio. Isso é, a gente ocupava o espaço que estava vazio no espectro e a gente fazia a nossa transmissão”, disse.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os registros de processos dos últimos cinco anos mostram que 30 entidades autorizadas como rádio comunitária foram penalizadas devido à potência e 198 devido ao uso não autorizado de radiofrequência. Leia Mais
Presos suspeitos de assassinar empresário itabunense (Foto Blog Sigi Vilares)
Rogério Santana.
A Polícia Civil de Luís Eduardo Magalhães prendeu, na tarde de sexta-feira (5) cinco homens acusados de envolvimento no assassinato do empresário itabunense Rogério Santana de Oliveira, de 37 anos. Ele foi morto em tentativa de assalto no dia 10 do mês passado (relembre aqui), dentro da própria casa, na rua Cândido Portinari, no bairro Jardim Paraíso.
Os suspeitos presos são Sales Barros Martini, de 20 anos; Genivaldo da Silva Santos, de 22 anos; Lázaro Souza Maia, de 18 anos; Genilson Santana Sales, de 18 anos; e Paulo Jackson Bessa da Costa, o Frangão. Além disso, foi apreendido um menor de 16 anos. A polícia informou que eles usaram uma escada de madeira para pular o muro da casa da vítima.
Segundo a polícia, Frangão confessou que atirou no empresário durante a tentativa de assalto. O delegado Rivaldo Luz, um dos responsáveis pelas investigações, disse que a quadrilha já atuava há muito tempo em Luís Eduardo, principalmente no Jardim Paraíso e, prosseguiu com as ações criminosas mesmo depois do assassinato de Rogério Santana.
Rogério, que atuou no comércio de Itabuna, mudou-se para Luís Eduardo Magalhães em busca de novas oportunidades, já que a região é considerada um dos principais polos econômicos da Bahia, graças ao cultivo de soja. Com informações do Sigi Vilares.
Hoje meu coração está enlutado. Numa coletiva à imprensa, pela manhã, o Provedor anunciou, oficialmente, a descontinuidade dos serviços SUS do Hospital São Lucas e o fechamento de sua porta de entrada no dia 31 de dezembro.
Não costumo usar as minhas redes sociais para compartilhar nada além dos meus trabalhos pessoais, mas hoje eu preciso me pronunciar em algum lugar. Há quase quatro anos coordeno o setor de marketing da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, tendo o privilégio de acompanhar de perto o crescimento de diversos setores e serviços dos Hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas. Estive à frente de pautas e publicidade sobre todo o tipo de evolução que vocês possam imaginar, desde cursos de capacitação para funcionários a inaugurações, como da UTI Neonatal e da CTI Coronariana, vendo as unidades serem pintadas, equipadas, e em seguida o seu amplo funcionamento.
Apaguei incêndios junto à imprensa regional também, esclarecendo fatos e tentando inclusive ajudar a resolver o que aparentemente não tinha solução. A média mensal de atendimento dos três hospitais é de 63 mil procedimentos/mês, e achar que tudo conseguiria acontecer de forma ágil e perfeita seria até ingenuidade da minha parte. O tempo me fez entender a diferença entre urgência, emergência e “chilique”, e eu consegui resgatar minhas horinhas de sono que chegaram a faltar no início, já que meu telefone passou a tocar às 22h, às 23h, às 2h da madrugada etc.
A Santa Casa, que caminha para os 100 anos de existência, tem sua história entrelaçada na história de Itabuna, e na de todos nós. O meu respeito pela instituição é imenso, afinal nasci no Hospital Manoel Novaes, vi o meu pai se despedir da vida, nos meus braços, no Hospital Calixto Midlej, renasci no Calixto alguns anos depois, e assim sucessivamente. E sei que tudo isso também acontece na família de todos ao meu redor.
Trabalho diariamente com o diretor e o provedor em exercício. Nesse período, estou na gestão do terceiro provedor que já sentou naquela cadeira. Conheço suas lutas, que vão desde inúmeras viagens a Brasília em busca de recursos para o SUS, a emendas astronômicas divulgadas por deputados regionais que, na verdade, nunca chegaram. Um hospital ia sustentando o outro, um serviço sustentando o outro, até que muita coisa, claro, tornou-se insustentável.
Hoje meu coração está enlutado. Numa coletiva à imprensa, pela manhã, o Provedor anunciou, oficialmente, a descontinuidade dos serviços SUS do Hospital São Lucas e o fechamento de sua porta de entrada no dia 31 de dezembro. Em resumo, o que o governo tem para pagar não o sustenta. Simples assim. Entendido por todos, compreensível para ninguém. Milhões para se fazer um político, quase nada para se fazer política séria. Milhões para estádios de futebol e uma copa do mundo, quase nada para hospitais públicos. E na soma final, lamentavelmente, é o pobre quem paga as contas nesse país, com a própria vida! Manuela Berbert é jornalista e publicitária.
Filha de Jorge Amado, Paloma concedeu entrevista na feira literária (Foto Divulgação).
A obra de Jorge Amado é o tema de bate-papo que abre o terceiro dia da Feira Literária de Itabuna (Felita), no Teatro Amélia Amado, no Colégio Ação Fraternal de Itabuna (AFI). A conversa reúne o jornalista Daniel Thame e a filha de Jorge, Paloma Amado, e tem mediação do escritor Antônio Nunes. O bate-papo começa às 10h30min.
A programação desta manhã de sábado ainda tem atividades para crianças, no Espaço Crianças, e visitação orientada à feira, que vai até amanhã (7), na AFI, na Avenida Amélia Amado, centro. À tarde, a partir das 14h, haverá oficina de poeisa com João Filho e leitura pública de contos e poemas com os escritores Aleilton Fonseca e Sérgio Di Ramos.
Ulisses Góes apresenta A Coleção Pedra Palavra, também no Espaço Orfeu. A programação vai até a noite de hoje, sendo encerrada com apresentação de Nívia Maria Vasconcelos e Os Ohmeros.
A programação da noite também tem conversa com o escritor Ondjaki e, no espaço Palavra por Palavras, Rita Santana, Daniela Galdino e Nelson Maca dialogam contando com mediação de Nívia Maria Vasconcelos tendo como temática a “Literaturas divergentes: Literaturas Negra e Feminina no Brasil”. Confira a programação abaixo, clicando no “leia mais”. Leia Mais
Dilma na chegada a Quito para evento da Unasul (Foto Roberto Stuckert Filho).
A presidenta Dilma Rousseff reconheceu nesta sexta-feira (5) os efeitos que serão causados pelas quedas recentes do preço do petróleo no mercado internacional. Em entrevista coletiva concedida em Quito, no Equador, onde participa da Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), a presidenta disse que o “mundo inteiro vai ser afetado, de uma forma ou de outra, alguns positivamente, outros negativamente”.
“Sempre que o preço das commodities cai, impacta tanto as [commodities] minerais como as alimentícias, impacta os países dominantemente produtores de commodities. A América Latina tem uma grande participação nisso. Nesse sentido, ela vai ser impactada pela queda do preço”, disse. Segundo ela, no entanto, o Brasil sofre impacto das variações dos preços, mas tem outra diversidade.
Para a presidenta, os países que mais serão afetados com a queda são os que tributam sobre o petróleo e obtêm do produto uma das principais fontes de arrecadação, o que não é o caso do Brasil. Do outro lado, segundo ela, existem as nações que são afetadas beneficamente com a queda, pois importam a matéria-prima. Mais cedo, durante discurso na Unasul, Dilma havia dito que “o desafio do desenvolvimento é ainda maior” na atual conjuntura da crise internacional de queda nos preços”.
Michel desapareceu ao tentar pegar uma bola (Foto Reprodução).
O corpo de Michel Thomas Morça foi localizado por volta das 5h30min da manhã deste sábado (6) no Rio Cachoeira, na área central de Itabuna. O jovem estava desaparecido desde as 20h40min da última quinta-feira (4), quando entrou no rio para pegar uma bola (relembre aqui). Ele e amigos jogavam futsal numa quadra na cabeceira da Ponte do São Caetano.
Populares avistaram o corpo de Michel e acionaram o Grupamento do Corpo de Bombeiros. Ontem, bombeiros mergulhadores fizeram buscas no rio por mais de oito horas em busca do corpo. O trabalho foi suspenso depois das 18h. A baixa visibilidade dentro d´água impedia a agilidade nas buscas. O corpo estava a cerca de 300 metros do ponto onde ele se afogou ao tentar pegar a bola.
Michel tinha 17 anos e era filho único de Junail Morça. O jovem morava no Banco Raso, bairro vizinho à quadra onde jogava bola quase que diariamente com amigos e vizinhos de bairro. Ontem, amigos eram vistos chorando e lamentando a perda, enquanto os bombeiros faziam as buscas no Cachoeira.
O diretório do PT itabunense promoverá o tradicional baba de confraternização de final de ano. Será neste sábado (6), a partir das 11 horas, no campo da Associação dos Funcionários da Ceplac (AFC).
O confronto será entre Estrela Vermelha x Socialista. O futebol é só pretexto para reunião de amigos. O presidente do PT local, Flávio Barreto, que jogará no time da Estrela Vermelha, reservou a camisa 13 para ele.