O diretor-presidente da Valec, José Francisco das Neves, assegurou, durante a assinatura das ordens de serviço dos quatro primeiros lotes da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol), que os canteiros de obra da ferrovia serão transformados, após sua conclusão, em escolas de capacitação profissional.
“Nós planejamos a construção dos canteiros para áreas onde, segundo nossos estudos indicaram, serão implantadas indústrias”, afirmou o diretor. Segundo ele, os quatro primeiros lotes da obra, entre Caetité e Ilhéus, vão gerar 10 mil empregos diretos e cerca de 30 mil indiretos.
“Queremos priorizar a contratação de mão-de-obra local, gerando riqueza e trabalho”, disse Juquinha, como o diretor é conhecido. Ele afirmou que a Bahia será integrada a um “complexo ferroviário nacional”, observando que a Ferrovia Oeste-Leste cruzará com a Norte-Sul, em Figueirópolis (TO).
O diretor explicou que a Fiol servirá ao transporte de grãos, fertilizantes, combustíveis e carnes, além de minério. Juquinha garantiu que o projeto é um caminho sem volta e mandou um recado aos que não acreditavam na viabilidade da ferrovia: “aos céticos, o que digo é que não fiquem na frente do traçado porque senão a ferrovia vai passar por cima”.



























