A direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) permitiu o uso de selos d´água já vencidos e – o que é pior! – sem passar por reesterilização. Uma carga de dreno de tórax vencida também estava “protinha” pra uso.
Estes materiais foram adquiridos pelo Hblem no Hospital Geral de Ilhéus, sob a promessa de reesterilização antes do uso, o que não ocorreu. A aquisição, claro, foi sem custos para a unidade de saúde de Itabuna.
Pelo menos, dez selos d´água destes adquiridos em Ilhéus foram usados em pacientes, apesar de alertas. Nesta manhã, profissionais conseguiram lacrar os materias vencidos e ainda não utilizados.
O selo d´água quando ultrapassa a data de validade e não é reesterilizado aumenta os riscos de contaminação cruzada para o paciente, através da flora bacteriana, apesar de não ser invasivo. O risco é ainda maior no caso do dreno de tórax.






















