A pista do que resta do aeroporto de Itabuna é das melhores do Nordeste e os investimentos para reabertura do terminal seriam mínimos. É com base nesses dados que o governador Jaques Wagner aposta que o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), repassará a administração do aeroporto para o Estado e o equipamento volte a funcionar tão logo.
Na última sexta-feira, o petista deixou isso claro em sua entrevista à TV Cabrália. Segundo ele, os estudos necessários para reabertura do terminal estão prontos, finalizados pelo Derba e a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra). Mas o município defende, na justiça, os direitos sobre o aeródromo.
Reabrir o aeroporto, portanto, dependeria do “ok” do município, que não teria nenhum ônus na reabertura. “A decisão é do prefeito”, disse Wagner. O aeroporto é ideal para receber voos de aeronaves de pequeno porte, a exemplo dos chamados jatos executivos e serviços de UTIs aéreas. Há mais de dois anos o governo tenta reassumir a administração do Tertuliano Guedes de Pinho.
Por enquanto, a estrutura do aeroporto é utilizada pela ‘intrusa’ Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Settran).
Em 1997 a prefeitura recebeu do governo estadual o direito de administrar, em regime de comodato, o aeroporto de Itabuna. O prefeito de então, Fernando Gomes, abandonou o equipamento, mas fez outro tipo de uso, propiciando invasões e até construindo casas populares, irregularmente, na pista do aeroporto.













O Robin Hood de Ridley Scott é (extra)ordinário a ponto não só de me deixar sem palavras, como de me fazer esquecer uma das poucas coisas boas dele. Subexplorada, é verdade, mas está lá. Excelente em A Bela Junie (2008) e com ponta (uma das filhas assassinadas no início) em Bastardos Inglórios (2009), todo o desconforto passado por Léa Seydoux ao interpretar uma francesa em meio inglês – sem saber se por limitação dela ou de Ridley Scott – deixa a impressão de que ela é fraquinha que só. Que ela não é nada além de um belo rosto francês, que remete a ninguém menos que Anna Karina. Por favor, ela não é só isso.








