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No governo itabunense, prepara-se a artilharia contra a ameaça de greve dos médicos (ver nota abaixo). A estratégia é atacar em duas frentes.
Na primeira, questionando a legitimidade do Sindicato dos Médicos da Bahia, pois a Prefeitura diz que os representantes dos profissionais da medicina que atuam no setor público local é o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv).
No outro flanco, a intenção é minar um médico que seria o principal articulador da sublevação. O profissional tem diploma da Bolívia e, segundo informações, atua no município sustentado por uma liminar.

















