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DA COLUNA TEMPO PRESENTE (A TARDE):
A Caixa Econômica tem feito intensiva propaganda para o ‘Feirão da Casa Própria’. Aviso aos incautos: cuidado nos negócios com a Caixa. Além de colocar à disposição imóveis ocupados, uma prática antiga, faz coisas muito piores. Vende e financia apartamentos sobre os quais não tem controle legal. Quando o adquirente quer quitar, não consegue, porque ela não tem a escritura. É incrível: a Caixa criou desta forma a mais exótica das figuras do jogo capitalista, a do devedor compulsório. É obrigado a dever, pagando juros, mesmo querendo liquidar o contrato. E ainda diz que ‘tem função social’.

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A polícia liberou o adolescente conhecido como Magaiver, de 17 anos. Ele acompanhava o aluno J., de 14 anos, que agrediu uma vice-diretora do Colégio Estadual General Osório, na última sexta, 22, e nesta segunda foi apreendido com um revólver calibre 38 e uma “bucha” de maconha.
A arma e a droga estavam em poder do aluno da escola, que ameaçou de morte a vice-diretora, na semana passada. J. está à disposição da Justiça na ala para menores do Complexo Policial de Itabuna. Ele disse à  polícia que não pretendia matar a vice-diretora, apesar de agredi-la, ameaçá-la de morte, na sexta, e ser apreendido em flagrante com a arma de fogo, nesta segunda, 25.

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Esta terça-feira, 26, é dia de  prova de fogo para o prefeito Capitão Azevedo. Além da greve no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), o prefeito deve receber centenas de aprovados em concurso público do ano passado, que ainda não foram chamados.
Os concursados querem que o prefeito apresente um calendário de convocação imediatamente. Eles vão ao Centro Administrativo Firmino Alves, nesta terça, às 10h, e esperam ser recebidos pelo prefeito. Os concursados vão já sabendo da disposição do município em não contratar ninguém. Pelo menos,  por enquanto.
A promessa é de muito barulho. Os concursados vão se concentrar no estacionamento do centro administrativo. À tarde, irão à Câmara e cobrarão apoio dos vereadores. Uma comissão também deve ir ao Ministério Público Estadual e à Procuradoria do Trabalho para analisar o andamento dos processos de convocação.

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Feira de Santana está entre os primeiros municípios baianos a realizar conferência local para discutir a segurança pública. O evento aconteceu hoje e reuniu, de civis a militares, todos os setores ligados ao tema e representações da comunidade local, no auditório da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
O município enviará três delegados para a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, prevista para acontecer entre 27 e 30 de agosto. O foco principal é a promoção da cultura da paz e não-violência. As propostas defendidas em Feira serão levadas para o debate em Brasília, em agosto.
As discussões em Feira de Santana são puxadas pela Casa da Paz e o MovPaz, em parceria com o município. Segundo o prefeito Tarcízio Pimenta, a discussão é fundamental para que Feira leve a Brasília o pensamento do município sobre o tema segurança pública.

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Greve no HBLEM é mantida
Greve no HBLEM é mantida

Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães vão parar as atividades a partir de amanhã (terça,26), na troca do plantão. Apesar do anúncio da prefeitura, que promete quitar o salário de abril nesta terça, a mobilização dos trabalhadores foi mantida. “O indicativo de greve não foi deflagrado por conta dos salários, e sim pela nossa campanha salarial. Como nada foi resolvido nesse campo, a greve está mantida”, afirma o coordenador do Sintesi, João Evangelista dos Santos. O Pimenta conversou com o sindicalista sobre a greve.
O governo promete pagar amanhã os salários de abril. Isso enfraquece a greve anunciada para esta terça?
Mesmo que os salários fossem pagos no mês de abril ou até o quinto dia útil de maio, como permite a lei, a greve ocorreria. Não estamos parando pelos salários atrasados, embora esse seja um problema grave. Estamos parando pela nossa campanha salarial. Os funcionários do HBLEM pedem 12,5% de reajuste salarial, e o governo se mostra irredutível.
O governo resolveu partir pro ataque em relação ao Sintesi e afirma não reconhecer a legitimidade do sindicato na defesa dos interesses dos trabalhadores do Base. O Sintesi tem essa representatividade?
Desde a inauguração do Hospital de Base fazemos a luta da categoria. Temos funcionários filiados, que nos pagam a contribuição sindical, e que sempre contaram com o apoio do Sintesi nas suas lutas. Agora, o que ocorre é que o sindicato dos servidores municipais [Sindserv] reivindica para si essa base, alegando que todos ali são funcionários do município.
Para ficar claro: há uma disputa por bases entre os dois sindicatos.
Há uma disputa e o Sintesi está disposto a fazer essa discussão, inclusive na justiça. Uma coisa é você lidar com pessoal de apoio ou de setores administrativos. Outra é lidar com uma categoria cujas discussões são muito específicas.
Quais seriam essas especificidades?
Imagine a seguinte situação: os servidores do setor adminstrativo da secretaria da educação, assim como os professores municipais, fazem parte, ao mesmo tempo, do contingente de servidores do município e, especificamente, da educação. Agora imagine o Sindserv negociando com o município a campanha salarial dos professores, discutindo Fundeb, leis de diretrizes e bases etc…
No caso do Hospital de Base, os únicos que teriam essa característica mais específica seriam técnicos e enfermeiros…
Isso, por isso faço essa comparação. Os professores não gostariam de ser representados por um sindicato que não possui história na luta. A mesma coisa se dá com os funcionários do Hospital de Base. Não se pode imaginar uma discussão de repasses da atenção básica, média ou alta complexidade entre município e Sindserv. Será que o sindicato dos professores também deixaria de representar sua base, porque estes são funcionários do município?
Qual a intenção do governo quando incita essa disputa?
É uma disputa política. Outro ponto é que poderia ser uma tentiva de aproveitar a inexperiência do Sindserv nessas questões que citei. O Sindserv tenta levar adiante sua campanha salarial e, em tese, está no lado oposto ao município. Não vejo razão para o governo preferir discutir com o sindicato dos servidores que não seja para levar essa vantagem.

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O governo Azevedo mostra-se pródigo em cometer trapalhadas, lambanças. E, parece, vem mais uma por aí. São grandes as chances dos agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias ficarem sem o reajuste salarial. Primeiro, foi cortada a prometida cesta básica. Agora, mais essa. Os agentes foram avisados de que o reajuste nem constaria na folha deste mês.

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Tudo bem que a Prefeitura de Itabuna até esteja mesmo pensando na possibilidade de demitir concursados, numa medida extrema para sobreviver à crise… Mas ficar antecipando isso, como faz a todo momento o secretário de Administração Gilson Nascimento, só serve para colocar mais lenha na fogueira de um governo já cheio de complicações.
Se a tal medida radical ainda não é necessária, para que falar dela? Maquiavel ensina que o mal deve ser feito de uma única vez, rapidinho, sem anúncios ou prenúncios. A antecipação, no caso, só serve para criar temores, angústias e dores de cabeça desnecessárias.
Portanto… Paciência, sargento!

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O presidente Lula e o governador Jaques Wagner foram vaiados nesta segunda-feira (25) durante a reinauguração do Quarteirão Leite Alves, em Cachoeira, a 110 km de Salvador. O local passará a abrigar o campus de Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB).
Os apupos foram proferidos por representantes dos sindicatos dos professores e profissionais de segurança pública que clamavam por concursos para a contratação de educadores, escrivães e investigadores. O presidente comentou os protestos, mas ressaltou que não houve governo que tivesse feito a metade do que foi implementado pelo atual.
– Eu fico imaginando como as pessoas que governaram este país há 40, há 30 anos, eram perversas. Antes, universidade federal era coisa de capital. Agora, a gente faz uma aqui, depois vem um hotel, vem uma empresa, o que gera desenvolvimento descentralizado.
Já Wagner minimizou as manifestações contrárias e tentou fazer a média com a população local. “Não tome a postura mal educada e mal agradecida de alguns como correspondente à do povo de Cachoeira”, disse. Do Bahia Notícias.

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O prefeito Capitão Azevedo marcou almoço com vereadores de sua base para hoje, na Churrascaria Los Pampas. Seis dos sete integrantes da bancada governista compareceram e um (Ruy Machado) tomou rumo diferente: foi almoçar na praça de alimentação do shopping com o vereador Roberto de Souza, da oposição.
Machado se deu bem. Os outros seis esperaram Azevedo um tempão e, já bem tarde, foram avisados de que o homem não compareceria.
Na verdade, Azevedo não fugiu do almoço, mas sim da “sobremesa”: um “pudim” de pedidos pra lá de indigesto.

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Bandidos foram encontrados com arma e drogas (foto Oziel Aragão)
Bandidos foram encontrados com arma e drogas (foto Oziel Aragão)

A Polícia Militar prendeu na manhã desta segunda-feira (25), no bairro Santo Antônio, quatro bandidos que são acusados de formação de quadrilha e associação ao tráfico de drogas.
Os bandidos estavam num veículo que foi perseguido por uma guarnição da PM e acabou batendo em um Gol na Avenida Itajuípe. Foram presos Fábio Santos Possidônio (Binho), Adeilson Ribeiro Rodrigues, Railton Aprígio dos Santos e Tiago Guilherme Gomes dos Santos.
O grupo estava de posse de uma pistola calibre 380, municiada, e 38 “buchas” de maconha.
Oziel Aragão /Diário Bahia

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O vereador Wenceslau Júnior foi ao Tribunal de Contas e se assustou com alguns detalhes do contrato entre a Prefeitura de Itabuna e a construtora Marquise, que cuida da coleta de lixo no município. 
Um desses detalhes é um aditivo, aprovado no mesmo dia em que o contrato foi assinado: 2 de janeiro de 2009.
O aditivo prevê a liberação de mais R$ 31.236,00 mensais, além dos R$ 1.235.000,00 do contrato original. A justificativa oficial é de que a verba extra seria para pagar dez agentes de limpeza de uma equipe-padrão.
“Dá mais de R$ 3 mil por funcionário”, observa Wenceslau, afirmando que “esses devem ser os agentes de limpeza mais bem pagos do mundo”.

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No final de semana, a assessoria do governo do estado entrou em contato com o Pimenta na Muqueca e informou que a Kildare justificou a sua saída de Itabuna como sendo resultado direto da crise econômica mundial (confira), e não a pendenga judicial envolvendo estado e família Kaufmann.
Hoje, representantes dos governos municipal e estadual sentaram à mesa, em Salvador, para formatar uma proposta à matriz da Kildare. Dentre elas, apoio para que a indústria não só permaneça em Itabuna, mas triplique a produção e o número de funcionários aqui.
Se a Kildare alega razões de (perda de) mercado, seria esta uma discussão inócua. Mas nada melhor do que o olho no olho para saber quais as verdadeiras razões dos donos da indústria calçadista. Claro que a pendenga envolvendo o terreno da empresa em Itabuna não está entre essas razões.

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Uma cena bizarra (e cada vez mais comum em Itabuna) foi exibida no Alerta Total, da TV Cabrália, hoje. Uma ambulância do Samu 192 saiu para prestar socorro a Alisson de Jesus Cruz, atingido por um tiro na cabeça.
A ambulância precisou ser, digamos, ‘socorrida’ para sair do atoleiro, resultado da buracolândia em que se tornou Itabuna nestes últimos dois anos. O socorro a Alisson foi prestado. A vítima foi encaminhada para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), mas não resistiu e morreu.
Quem pode afirmar que a demora no socorro não ‘facilitou’ a morte da vítima?