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Entra mês, sai mês e já se passam 120 dias sem que alguns prestadores de serviço nas escolas estaduais vejam a cor da bufunfa. Alguns desses funcionários, que servem como porteiros e ajudantes de serviços gerais, não têm dinheiro sequer para pagar o transporte para ir ao trabalho.
“Eu estava andando de bicicleta, mas o pneu furou. Deixei na oficina, mas só vou poder pegar de volta quando entrar o salário”, afirma um desses prestadores de serviço, que pede anonimato.
Só para ilustrar: para tapar o furo do pneu, o funcionário precisaria dispor de apenas um real.













O Pimenta já tinha 






