A Associação dos Professores de Itabuna, entidade cinquentenária e que grande contribuição deu ao processo democrático local, está devendo. Depois que perdeu a base municipal, pouco participa da luta da categoria em nível local e, por incrível que pareça, menos ainda em nível estadual. Não se propõe ao debate das grandes questões da educação, nem atua no varejo.
Mas a principal dívida da API/APLB, nesses últimos dias, é com a situação a que professores do Colégio Estadual General Osório e de outras unidades estão expostos. A violência chegou de vez às salas de aula em Itabuna. Mas a API, até agora, não se manifestou publicamente contra isso.
Pela postura que assume, parece até estar fazendo o papel da Direc 07 – e da própria SEC -, que a todo custo tentam contornar esse problema sem o expor à sociedade e sem tomar, de fato, providências que visem a solução – ou, pelo menos, a sua amenização.
A API/APLB mantém um blog de notícias – API Notícias – e até hoje nada foi dito ali nem em lugar nenhum contra essa situação do General Osório.
Para o bem da sociedade, o que se espera é uma postura clara da associação de professores sobre este que parece ser o problema mais urgente a afligir os professores em Itabuna e certamente na região: a insegurança no ambiente escolar. Com a palavra, a representação dos professores da rede pública estadual.























