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O prefeito Capitão Azevedo decidiu podar, por enquanto, o desejo do secretário da Fazenda, Carlos Burgos, de mudar a agência de propaganda que atende a conta do município.
Burgos, que para muitos é o prefeito de fato, planejava substituir a Ativa pela Link Propaganda.
Não deu.

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Alcides Kruschewsky Neto

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A polêmica demarcação de terras – 47.370ha. – supostamente indígenas, atingindo os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, vem concentrando a atenção da opinião pública baiana. Diante dos fatos, senti-me na obrigação de despertar esse interesse, devido à relevância do tema e as conseqüências que, sem dúvida, incidirão sobre toda a sociedade, especialmente no aspecto socioeconômico. Foi a partir da realização de uma sessão especial na Câmara de Vereadores de Ilhéus que o assunto veio a público, causando surpresa e perplexidade.
Fui administrador de Olivença onde moro há seis anos, além de vereador no segundo mandato. Conheço o movimento que resultou neste pleito, desde a sua vertente político partidária, até a legítima assunção e orgulho indígenas, certamente, também inseridos nessa questão. A minha posição é clara a fim de contribuir para que a verdade venha à luz. Onde a verdade estiver não haverá injustiça, subterfúgios, distorções, inversões ou esbulhos, pois ela prevalecerá.
Questionar a etnia tupinambá, não significa dizer que não estejam envolvidos nesse movimento descendentes de índios, inclusive dos que habitavam nesta região. O que se busca evidenciar é que, cientificamente, a presença de tupinambás por aqui, não é verdadeira e, portanto, exigem-se esclarecimentos. Se isto não torna ilegítima esta causa e o pleito por terras, inegavelmente revela uma intenção, não nobre, de acrescentar ao processo falsas informações, não condizentes com a confiabilidade indispensável para a conquista da opinião pública.
O processo não apresenta um levantamento sócio estatístico da região afetada, indispensável para os estudos e decisões a serem tomadas. O cadastramento que frauda a existência de 3.000 índios, não suportaria uma perícia criteriosa e isenta que deve ser determinada pelo Ministério da Justiça ou, posteriormente, pela própria Justiça/STF.
Utilizando-se de logística da Funai e Funasa, além de ONGS, deflagrou-se um movimento que incluí cooptação de pessoas dispostas a engrossar as fileiras de cadastrados como indígenas – de todas as cores e credos – em troca favores e clientelismos, como assistência médica e cestas básicas.
O gravíssimo envolvimento do BANCO DO NORDESTE, “financiando” tal cadastramento, através de empréstimos dos quais – cada R$ 1.000 reais concedidos são pagos com R$ 750 reais – desencadeou o alastramento do número de cadastrados, hoje utilizados como “massa de manobra”.
Este dinheiro destinado a micro produtores e desviado de sua finalidade, prejudicará o segmento nas postulações por crédito, com nefastas repercussões nos programas de apoio a agricultura familiar, devido a alta inadimplência. A denúncia, que já exigiria uma manifestação oficial do Banco, levada à Assembléia Estadual e ao Congresso Nacional, não escapará de uma profunda investigação, podendo causar grandes embaraços aos envolvidos e ao governo federal.
O que se constata no relatório aprovado pela FUNAI, é a cumplicidade dos técnicos entre si, valorizando trabalhos recentes, uns dos outros, em detrimento de fontes históricas de pesquisadores reconhecidos nacional e internacionalmente, ou seja: um tendencioso favorecimento.
O estudo despreza, por exemplo, a existência de várias famílias descendentes de índios que são proprietários rurais, radicadas nesta região e outros que venderam seus bens, além dos que residem em Olivença, numa realidade bem distinta do que se pode chamar de “bolsão de miséria”.
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Quem quer a Reserva Extrativista (Resex) de Caravelas?
Tem um bom número de gente disposta a protestar na visita do presidente Lula à Caravelas, no extremo-sul baiano, hoje. A criação da reserva vem sendo debatida há, pelo menos, dois anos. O protesto parte de pescadores, marisqueiros e donos de empreendimentos na área de carcinicultura.
Não perto, mas não tão longe de Caravelas temos o exemplo de pescadores, marisqueiros e empreendedores de Canavieiras [cuja Resex foi criada em 5 de julho de 2006]. Eles acreditam que a criação da reserva extrativista no município trouxe mais problemas para a economia local, além de impedir grandes investimentos turísticos já programados para a cidade.
O negócio lá é assim tão “arriscoso” que o prefeito Zairo Loureiro está a favor e contra. Num minuto é a favor. Noutro, é contra. A depender das conveniências. E dos protestos da população. O ex-vice-prefeito João Brasil, ferrenho opositor de Zairo, de quem foi vice, registra as incoerências do prefeito. Que de tanto mudar de opinião, e por conta de seu governo, levou o apelido de “Zero”.
Aos progressistas e ambientalistas, lembremos, hoje é 5 de junho. Dia Mundial do Meio Ambiente!

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MORTA doou 44% à campanha da peemedebista Maria Maia.
MORTA doou 44% da campanha de Maria Maia.

Quase metade do financiamento eleitoral da prefeita de Candeias, Maria Maia (PMDB), é atribuído a uma pessoa morta há cinco anos. Almerinda Monteiro dos Santos tem registro de ambulante na Secretaria da Fazenda do Estado e aparece como doadora de R$ 266 mil, ou 44% dos R$ 604 mil arrecadados. Uma certidão de óbito emitida pelo Estado da Geórgia, Estados Unidos, onde mora a filha dela, confirma sua morte em 6 de junho de 2004.
O caso descortina a fragilidade na fiscalização dos repasses financeiros a campanhas. O procurador regional eleitoral Cláudio Gusmão disse que, com a morte da doadora comprovada, a prefeita pode responder por abuso de poder econômico, cuja pena é a cassação do mandato. O advogado da prefeita, Benedito Lima, alega que não há irregularidade e que as contas foram aprovadas.
O médico Steven Patton constatou  parada cardíaca como causa da morte de Almerinda e assinou o atestado de óbito, reconhecido pelo consulado brasileiro em Atlanta e pelo Itamaraty. Mas o filho dela, William Jorge Monteiro Marques, alega que a mãe está viva, apesar de não ter comprovado seu paradeiro. Disse que ela faz tratamento contra um câncer nos Estados Unidos e que a irmã, Nubia Stewart, poderia confirmar a informação.
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Neste ano, a dengue não foi a única doença matando em Itabuna. Apesar de registrar um número bem menor de casos, a leptospirose matou pelo menos 5 pessoas entre janeiro e maio. Nos primeiros cinco meses foram 15 casos suspeitos.
A quantidade de infectados é relativamente pequena, mas o número de mortos é alarmante. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, a leptospirose avança nos bairros periféricos, mas há registro de doentes no centro da cidade.
As cinco mortes foram registradas nos bairros Santa Inês, Parque Boa Vista, Jardim Primavera, Fonseca e Antique. Para evitar uma ocorrência maior da leptospirose, o secretário de Saúde, Antônio Vieira, anunciou uma série de medidas.
O avanço da leptospirose está ligado diretamente às condições de limpeza pública. Não é segredo que a cidade possui uma das coletas de lixo mais deficientes de sua história. É fato criticado por autoridades em saúde. A deficiência foi reforçada no auge da epidemia de dengue.
O lixo nas ruas favoreceu o avanço da epidemia. E, agora, da leptospirose, doença que tem como principal transmissor o rato. Com informações do A Região Online.

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O índio pataxó Agnaldo Brito do Espírito Santo foi  morto na tarde desta quinta-feira (4), dentro da cadeia em Santa Cruz Cabrália.
Segundo o cacique Aruan, da aldeia de Coroa Vermelha, o índio, que tinha problemas mentais, saiu correndo quando a cela foi aberta no horário de visita. Um policial que fazia a guarda dos presos imaginou que Agnaldo iria fugir e atirou.
O índio estava preso há cerca de dois anos por ter agredido o cunhado com um facão. Informações do portal ibahia.com.

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Os advogados baianos voltam a ter livre acesso às dependências das Varas da Justiça do Trabalho. Há algum tempo, o TRT da 5ª Região vinha restringindo esse acesso, reservando parte do expediente apenas a serviços internos.
 A medida violava o Estatuto da Advocacia e por isso foi questionada pela OAB, que recorreu ao Conselho Nacional de Justiça. Ontem, a Corregedoria do Tribunal cumpriu determinação do CNJ e publicou aviso, informando que fica assegurado “o direito dos advogados de terem acesso aos espaços das secretarias das Varas do Trabalho, em todo o Estado da Bahia”.
Diz ainda a publicação que o acesso dos profissionais poderá ocorrer “enquanto houver serventuário, mesmo fora do horário fixado para o expediente”.

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Gláucio Aouad Badaró

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Nada como nascer numa cidade do interior para já se chegar ao mundo com o pé direito. Não importando nem a classe social, pois nascer numa pequena comunidade sempre é uma verdadeira festa. Uma farra começa com os preparativos e assim também acontece quando alguém está para chegar numa pequena comunidade, não existindo tanta preocupação se o rebento vai ter o que comer, ou se ele vai ter uma educação decente, o que importa mesmo é que ele está para chegar, seja para alegrar a casa, trazer paz e harmonia ou mais um braço para trabalhar. Existe todo um ritual seguido para a grande chegada e é incrível como tanta gente participa. Uma arma o berço, outra borda os lençóis, outro vai plantar e colher frutas frescas, sem esquecer daquela que fica tão encantada que passa a escrever poesias. Enfim, o importante é que cada um faz o que sabe para colaborar na arrumação.

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À medida que o dia vai se aproximando, as conversas giram em função de um tema principal: menino ou menina?


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Prefeito é mal avaliado em enquete.
NEWTON é mal avaliado em enquete.

O programa de rádio de Ilhéus “O Tabuleiro” realizou enquete em seu site com o título “Se a eleição fosse hoje você votaria em Newton Lima de novo?”. Foram computados 1.796 votos. E o resultado…
38% dos internautas responderam que não votariam em Newton. A opção “nunca mais” foi escolhida por 14% dos votantes. “Cruz credo” recebeu 28% dos votos.
Já as alternativas “Tô arrependido” e “Talvez” receberam 7% e 2% dos votos, respectivamente. Apenas 9% dos internautas votaram e disseram que “sim”, que votariam novamente em Newton Lima. (Informações do blog Boca Maldita).

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Helenilson Chaves
Nos anos 60, Mao Tsé-Tung lançou a Revolução Cultural, onde imprimia de maneira pragmática ações que fariam da China continental  e atrasada uma nação desenvolvida.
Ele promoveu uma política de ruptura com os valores tradicionais, abriu mão da gloriosa e milenar história chinesa, aboliu livros e outras manifestações artísticas e criou a Guarda Vermelha, formada por jovens idealistas, que seriam os guardiões da Nova Ordem.
A Revolução Cultural contemplava ainda uma mudança drástica no campo, reformulando de forma abrupta os tradicionais manejos agrícolas, sem que os agricultores estivessem preparados para isso.
O resultado real dessa “Nova Ordem” foi levado ao Grande Timoneiro, como Mao gostava de ser chamado. A exposição mostrava gráficos que registravam mais de 30 milhões de mortos, vitimas da fome que assolou os campos e as cidades.
Mao, silencioso, observou os gráficos que traziam as más notícias. Levantou-se, pegou um apagador, e simplesmente suprimiu aqueles dados, que mostravam o flagelo de milhões de pessoas.
Problema resolvido: o grande líder chinês apagou 30 milhões de pessoas da memória chinesa. Nas estatísticas, elas nunca existiram. Foram um traço suprimido pela burocracia maoísta.
Procuro fazer um paralelo entre a tragédia da Revolução Cultural Chinesa com o que vem ocorrendo há décadas na Região Cacaueira.
Em função da crise que se abateu sobre o Sul da Bahia, agravada pela insensibilidade dos nossos governantes, cerca de três milhões de pessoas estão sendo penalizadas.
Será que seremos transformados em simples traço estatístico?
Enquanto o Governo Federal não resolver a questão da lavoura cacaueira em sua essência, reconhecendo inclusive que produtores foram levados a práticas erradas e agravaram ainda mais a terrível  situação em que viviam, nossas esperanças estarão dizimadas. Seremos uma espécie de parias dessa nova era da economia brasileira.
Os governos estadual e municipal não têm muito que fazer a não ser oferecer promessas que demoram a se concretizar ou nunca se concretizam.
O esfacelamento do setor rural é incontestável.  Empresas outrora ativas e precursoras de oportunidades, esmagadas já não reagem.
Será que já nos acostumamos com a perda do status quo?
É preciso que o Governo Federal avalie com profundidade a dimensão da tragédia que está em curso no Sul da Bahia.
O Brasil tornou-se uma potência capitalista na América Latina.
Empresta dinheiro para a Venezuela, a Bolívia, o Peru e outros países.
Com tamanha disponibilidade, não seria o caso de estender essas benesses à Região Cacaueira, cuja capacidade de investimentos esgotou-se?
As exigências bancárias e o endividamento inviabilizam qualquer ação que possa redundar em atividades desenvolvimentistas. Empresas que aqui se instalam geram empregos, mas seus lucros são remetidos para suas matrizes, ao contrário do que ocorre com os empreendedores locais, com raízes na nossa região.
É chegado o momento de o Governo Federal  adotar políticas públicas que nos tirem da condição de traço estatístico e permitam que a nossa região se torne um grande pólo econômico. Vontade de trabalhar e espírito empreendedor não faltam;  o que falta é apoio governamental.
O nosso grande salto adiante deverá se dar através do desenvolvimento e, nesse sentido, recorremos agora  ao bom exemplo da China, que aprendeu com os erros do passado, optou por um novo modelo econômico e transformou na maior potência emergente do mundo.
Helenilson Chaves é empresário, diretor-presidente do Grupo Chaves e ex-presidente da Associação Comercial de Itabuna.

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Segundo informa o blog Políticos do Sul da Bahia, a 5ª Ciretran deve passar por mudanças nos próximos dias. O ex-candidato a vereador Chico Reis deve assumir o setor de habilitação. Chico teve aproximadamente 900 votos na eleição em Itabuna. A indicação é do “dono” das nomeações no órgão, o deputado estadual Capitão Fábio (PRP). O possível nomeado apoiou a candidatura a prefeito do capitão desistente.

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O prefeito Capitão Azevedo anda numa choradeira de cortar coração. Diz que as perdas financeiras com a crise econômica são grandes e impedem o bom andamento do seu governo.
Tanto ele como os seus secretários alegam que o município perdeu em arrecadação algo superior a R$ 20 milhões nos primeiros quatro meses de governo quando comparado a igual período do ano passado.
O comparativo aí é feito em cima da receita bruta do período. E por que se fala em receita bruta? Cria mais impacto, talvez.
Nos primeiros quatro meses do ano passado, Itabuna contava com os abundantes recursos da alta e média complexidade da área de saúde, que irrigavam os cofres públicos municipais com repasses médios de R$ 6 milhões, por mês. Aí, veio a quebra da gestão plena e o município perdeu essa receita da alta e média complexidades, que agora é administrada pelo governo estadual.
Todos lembram que na gestão da qual Azevedo era vice-prefeito, a de Fernando Gomes, o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) fizeram auditorias e descobriram desvios de R$ 17,9 milhões da alta e média complexidade em apenas um ano e meio. Esse dinheiro era desviado para finalidades diversas (ou outros bolsos, conforme confissão do secretário Jesuíno Oliveira em Salvador, em setembro do ano passado).
Então, o governo perdeu essa margem de manobra. E números podem ser bons ou ruins, a depender da ótica que se olhe. Como convém ao momento, ilude-se a plebe com estatísticas de períodos semelhantes, mas a partir de realidades distintas. As perdas existem, claro. O montante é que não chega perto do alardeado. Mais parece estratégia para camuflar incompetência ou algo semelhante.

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Professores, diretores, alunos e funcionários do Colégio Estadual General Osório estão vivendo dias de pânico. Um dia depois de ter sido liberado pela justiça, o menor J., 14 anos, que estava custodiado na carceragem do Complexo Policial de Itabuna, voltou a agir, e agora ameaça a vida dos servidores e alunos. No dia 22 de maio, J. agrediu uma vice diretora no interior da escola. No dia 25, foi apreendido, portando um revólver calibre 32.
Testemunhas dizem que na manhã de ontem, J. foi novamente ao colégio, desta vez dizendo que dali não sairia, mesmo que para isso tivesse que matar alguém. Professores, diretores e representantes da Direc 7 procuraram o Ministério Público, e ouviram do promotor Clodoaldo Anunciação que o momento é realmente preocupante, uma vez que o menor não aparenta ter respeito por nenhuma autoridade.
Os educadores foram orientados a procurar o comando da Polícia Militar, para que fosse disponibilizada uma guarnição policial durante os três turnos, a fim de garantir a segurança de professores e alunos. O capitão PM Müller recebeu os manifestantes e destacou um policial para ficar de plantão no colégio, com apoio da ronda escolar.
Entenda o caso
Na sexta-feira (22 /05), J. agrediu fisicamente uma vice diretora no interior do Colégio Estadual General Osório; na segunda (25/05), retornou à escola, portando uma arma, e foi apreendido pela Polícia; nesta terça-feira  (2/06), foi solto pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude, Marcos Bandeira; e já no dia seguinte, quarta-feira (3), retornou para a porta da escola e voltou a ameaçar a todos.
Professores e representantes da Direc vão tentar uma audiência com o juiz Marcos Bandeira, daqui a pouco, para pedir que determine que o menor possa ser impedido de se aproximar da escola. Há informações que o magistrado já havia ordenado que J. se mantivesse afastado a pelo menos 150 metros do colégio,o que foi descumprido na manhã de ontem.

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A TAM suspendeu os voos que chegariam a Ilhéus nesta quinta-feira, alegando razões de segurança. O “perigo” é o chuvisco que mal deu para molhar a pista do aeroporto Jorge Amado.
Para não “escorregar”, o voo que chegaria há pouco, vindo de São Paulo, já seguiu direto para Salvador.