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Fachada do SineBahia em Iatbuna, na Avenida Inácio Tosta Filho (Foto Pedro Augusto).
Fachada do SineBahia em Itabuna, na Avenida Inácio Tosta Filho (Foto Pedro Augusto).

A unidade referência do SineBahia em Itabuna está cadastrando candidatos para 34 vagas de emprego em empresas estabelecidas no município. Mais da metade é destinada a professores de inglês. São 20 vagas. Há, também, oportunidade para profissionais como engenheiro civil, padeiro, profissionais da área de mecânica.

A unidade está situada na Avenida Inácio Tosta Filho, próximo à central de regulação da Saúde, na região central da cidade. O horário de atendimento é das 8h às 14h.

Dentre os documentos exigidos para cadastro dos interessados, estão número do PIS/Pasep ou NIS; Carteira de Trabalho, RG, CPF, além de currículo, comprovante de residência e certificado de escolaridade. Confira lista completa no “leia mais”.

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pmes 15A Deloitte e a Revista Exame divulgaram ranking das 200 pequenas e microempresas (PMEs) que mais cresceram no Brasil no período 2012 a 2014.

O estudo revelou uma boa surpresa para a Bahia. O Estado possui duas das dez primeiras empresas do ranking nacional.

A líder do ranking nacional é baiana, a Ciberian, da área de Tecnologia da Informação.

CONFIRA RANKING COMPLETO DE 2015

A outra empresa do estado entre as dez primeiras que mais crescem no país é a Translogistics, em 8º lugar, da área de transporte e logística.

Das 200 empresas nacionais, oito são baianas.

Além da Ciberian e Translogistics, o sotaque baiano é garantido com as conterrâneas ACF Engenharia (26ª), Qualidados Engenharia (46ª), N&A Consultores (72ª), Intermarítima (128ª), Transbahia (164ª) e M.A. Almeida Engenharia (178ª).

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Indústria registra alta em julho, mas queda no acumulado de 2015 na Bahia.
Indústria registra alta em julho, mas queda no acumulado de 2015 na Bahia.

A produção industrial na Bahia teve alta de 5,2% no comparativo de junho para julho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o segundo melhor desempenho no mês, superado apenas pelo Rio Grande do Sul, que registrou alta de 6,8%.  Também tiveram alta em igual período Pernambuco (3,3%), Goiás (0,6%) e Pará (0,4%).

No entanto, houve queda na média nacional. Recuou de 1,5%. As maiores quedas foram registras no Paraná (-6,3%) e Ceará (-5,2%), além de Santa Catarina (-2,4%) e São Paulo (-1,8%).

Também houve redução na produção industrial no Amazonas (-1,5%), Espírito Santo (-1,4%), em Minas Gerais (-1,3%) e no Rio de Janeiro (-0,9%).

Comparando-se julho deste ano com o mesmo período do ano passado, 11 dos 15 locais tiveram queda na produção, com destaque para Amazonas (-18,2%) e Ceará (-13,7%). Foram registradas altas em quatro locais, sendo a maior delas no Pará (6,8%).

A Bahia conseguiu registrar alta, mas tímida: 0,4%. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses, o recuo é de 4,1%. Quando comparados os sete primeiros meses do ano, essa queda é ainda maior: -7,2%.

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restituição irpfA Receita Federal libera hoje (8) a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 (IRPF 2015). Desde junho, quando foi liberado o primeiro lote, o número de contribuintes com direito a restituição chegou a 6.816.763, quase 60% do estimado neste ano, informou o supervisor do Imposto de Renda, Joaquim Adir.

O valor total depositado na rede bancária é superior a R$ 9,302 bilhões e, como ocorre todos os anos, serão liberados sete lotes regulares. Neste lote de setembro, o número de contribuintes do IRPF 2015 chega a 2,119 milhões. O crédito bancário será feito no dia 15. Foram liberadas também declarações dos exercícios de 2008 a 2014 que estavam retidas na malha fina. Os montantes de restituição para cada exercício e a taxa Selic aplicada  podem ser consultados na tabela abaixo.

A consulta estará disponível na página da Receita na internet ou por meio do Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones com a mesma função.

Os contribuintes que não foram listados nos lotes anteriores de restituição e têm dúvida sobre os dados enviados devem verificar no extrato de processamento da declaração se não há pendência ou inconsistências que causem a retenção na malha fina. O procedimento pode ser feito no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). Se não for cadastrado, é só informar os números dos recibos de entrega das declarações dos exercícios referentes às declarações ativas das quais o contribuinte seja titular.

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cacau cabrucaO valor do hectare em áreas de cabruca, no sul da Bahia, saltaram de uma média de R$ 6 mil para R$ 20 mil depois do decreto que permite o seu manejo, segundo Milton Andrade Júnior, presidente do Sindicato Rural de Ilhéus.

Milton está esperançoso, segundo contou à coluna Tempo Presente (A Tarde), editada pelo jornalista Levi Vasconcelos. Para ele, o que faltaria pra lavoura decolar novamente são investimentos, dinheiro para custeio e saldar as velhas dívidas da lavoura.

O caminho não é curto, fácil.

Também não foi assim fácil a luta para que este decreto saísse, permitindo o manejo. Após sua publicação, tanto Juvenal Maynart, superintendente da Ceplac na Bahia, tido como mentor da ideia, como produtores comemoraram.

O manejo permite que madeiras sejam comercializadas, desde que haja compensação, com plantio de novos exemplares, tudo controlado. Seja como for – e como mostra a coluna -, os produtores ganharam uma senhora garantia bancária para até recuperar a produtividade.

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Tomate, antes vilão, foi responsável por grande queda da cesta.
Tomate, antes vilão, foi responsável por grande queda da cesta.

Do Jornal das Sete – Morena FM

A pesquisa mensal de preços feita pelo curso de Economia da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) revelou forte queda no custo da cesta básica tanto em Itabuna como em Ilhéus, em agosto.

Segundo a pesquisa, a queda maior foi registrada em Itabuna. A cesta ficou 7,03% mais barata, quando comparada com o resultado de julho.

Comprar os produtos da cesta básica em Itabuna custava R$ 277,74 centavos em julho. Em agosto, de acordo com a pesquisa mensal feita pela Uesc, ficou por R$ 258,22. Uma economia de R$ 19,52.

O tomate, com queda de mais de 17%, foi quem mais puxou o preço da cesta básica para baixo em Itabuna. O quilo do produto caiu de R$ 3,49 em julho para R$ 2,88 em agosto. O pão também ajudou. Ficou 14,22% mais barato, assim como o feijão, que registrou queda de 8,81%.

Dos produtos que compõem a cesta básica, apenas a farinha e o arroz tiveram alta de preço em Itabuna, ficando 3,97% e 1,69% mais caros.

EM ILHÉUS, QUEDA DE 3,04%

Em Ilhéus, a queda do custo da cesta básica foi menor, mas também significativa, 3,04%. Saiu de R$ 288,02, em julho, para R$ 279,25 em agosto. Foi uma economia de quase R$ 9.

A maior redução de preço em Ilhéus ocorreu com o tomate. De acordo com a pesquisa da Uesc, o produto, indispensável numa boa salada, ficou 22,35% mais barato. O preço da farinha de mandioca também caiu, com redução de 4,96% entre julho e agosto.

O pãozinho foi o maior vilão. Ficou 4,6% mais caro. Os demais produtos tiveram alta entre 1,7% e 0,25%, caso da banana.

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Vista aérea de Itacaré, no sul da Bahia (Foto Mário Nogueira/Ascom).
Vista aérea de Itacaré, no sul da Bahia (Foto Mário Nogueira/Ascom).

A rede hoteleira em Itacaré espera fechar o Feriadão da Independência (Sete de Setembro) com recorde de 90% de ocupação. Tanta expectativa em tempos de maré baixa se explica. É que, segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Itacaré, o percentual de reservas para o feriadão passou de 90%.

O segundo principal destino turístico da Costa do Cacau (perde apenas para Ilhéus) tem 4.861 leitos, conforme dados da Secretaria de Turismo de Itacaré.

Conforme o titular da pasta, André Reis, apesar da crise econômica, a expectativa é de lucro até 30% superior ao registrado em 2014.

Os principais emissores de turistas para Itacaré são os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Brasília.

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chinnaPesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 16% das indústrias perderam participação no mercado interno em função das importações da China. O resultado representa uma elevação de 2 pontos percentuais na comparação com o levantamento anterior, realizado em 2010.

No mercado internacional, a disputa também é acirrada e mais da metade (54%) das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países. O percentual das empresas que deixaram de exportar por causa da concorrência com os chineses aumentou de 7% para 11%. De acordo com a entidade empresarial, as pequenas corporações são as que mais sofrem: 26% deixaram de exportar, ante 12% das empresas de médio porte e 7% das grandes.

Dos 15 setores com número significativo de empresas que concorrem com a China no mercado doméstico, seis deles registraram perda de participação no mercado interno em mais de 30% das empresas. No grupo produtos diversos, 40% dos empresários apontaram perdas. Em seguida aparecem os fabricantes têxteis (39%), o segmento de metalurgia (39%), vestuário (36%), informática, eletrônicos e ópticos (35%) e máquinas e equipamentos (32%).

O percentual de empresas brasileiras que disseram importar da China aumentou de 17%, em 2010, para 18% em 2014. A proporção de indústrias que compram produtos finais da China era 9%, em 2010, e ficou estável na última pesquisa. As companhias que disseram adquirir máquinas e equipamentos chineses passou de 8%, em 2010, para 9%, em 2014, informou a CNI.

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Joaquim Levy aponta endividamento dos estados (Foto Valter Campanato/Agência Brasil).
Joaquim Levy aponta endividamento dos estados (Foto Valter Campanato/Agência Brasil).

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem (1°) que os estados tiveram aumento de arrecadação, mas aumentaram gastos com pessoal e endividamento nos últimos quatro anos. Segundo Levy, a situação também é motivo das dificuldades financeiras do Rio Grande do Sul, cujos recursos foram bloqueados em razão do não pagamento da dívida com a União. Levy participa de audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

De acordo com dados apresentados pelo ministro, entre 2011 e 2014, a arrecadação de receitas próprias pelos estados cresceu 47%. Além disso, foram contraídas novas dívidas. Enquanto isso, segundo o ministro, o estoque da dívida da União teve crescimento nominal de cerca de 10%, que ele considera próximo da estabilidade. “Em compensação, os estados começaram a ter uma série de outras dívidas. Houve criação de dívidas da ordem de R$ 100 bilhões [entre 2011 e 2014]”.

Joaquim Levy disse também que, apesar do aumento do investimento no período, a relação entre investimento e Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas do país) dos estados, caiu. Na prática, disse, isso significa que os recursos não contribuíram para o crescimento econômico.

De acordo com Levy, isso ocorreu porque boa parte dos valores captados pelos estados foi usada no pagamento de folha de pessoal. “[Houve] aumento de receita, [mas] aumento de despesas maior do que de receitas. Um maior endividamento e enfraquecimento fiscal. Há estados em que [o fenômeno] foi mais forte e em outros menos”, afirmou o ministro. Ele reconheceu que a União também enfrenta problemas.

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Gás de cozinha ficará até 15% mais caro no país.
Gás de cozinha ficará até 15% mais caro no país.

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, envasado em botijões de até 13 quilos, foi reajustado em 15% em média. O percentual, segundo a Petrobras, passa a valer a partir desta terça (1º de setembro).

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigas), o preço atual médio do botijão de gás de 13 quilos é de R$ 46,00, valor que deverá subir de imediato, pois as empresas deverão repassar o novo valor ao consumidor.

Segundo o Sindigás, atualmente existem 99 milhões de botijões em circulação em todo o país e, a cada dia, são entregues 1,5 milhão de botijões aos consumidores brasileiros.

Sete grandes empresas controlam 96% do mercado brasileiro de GLP, sendo que as quatro maiores são: Ultragaz, com 23,11% do total, Liquigas (22,61%), Supergasbras (20,58%) e Nacional Gas (19,16%)

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As vendas do setor de supermercados subiram 4,97% em valores reais em julho na comparação com junho e caíram 1,32% na comparação com julho do ano passado. No acumulado do ano, houve queda de 0,20%, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado hoje (31), na capital paulista.

A cesta de 35 produtos de largo uso analisada pela Abras registrou elevação de 0,82%, com o preço passando de R$ 411,03 em junho para R$ 414,40 em julho. Os itens que apresentaram maiores elevações nos preços foram queijo muçarela (5,22%), massa sêmola espaguete (4,84%) e farinha de mandioca (4,72%). No sentido contrário, aparecem tomate (-4,62%), arroz (-2,45%) e margarina cremosa (-2,07%).

Apresentaram elevação no valor da cesta as regiões Nordeste, com mais 1,53% e valor de R$ 357,91; Sudeste, mais 1,30% e custo de R$ 398,01; Centro-Oeste, com aumento de 0,80% e valor de R$ 393,23; e Sul, com alta de 0,79% e preço de R$ 452,23. Na Região Norte, houve queda de 0,15% e o preço ficou em R$ 462,63. Informações da Agência Brasil.

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Analistas e investidores do mercado financeiro estimam que a economia do país caia 2,26% este ano, segundo o boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central. De acordo com a publicação, a produção industrial brasileira cairá 5,57%.

Haverá, segundo as estimativas, queda de 9,29% para 9,28% da inflação baseada no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), na comparação com os dados do último boletim Os preços administrados, monitorados pelo governo, terão um aumento de 15,20%

A estimativa para a dívida líquida do setor público em percentual do PIB foi elevada de 36,15% para 36,20%, na comparação com o boletim da semana passada. A expectativa para a taxa básica de juros foi mantida em 14,25% até o fim do ano. Também foi mantida a expectativa do dólar no valor de R$ 3,50 para o mesmo período.

Para o setor externo, na avaliação do mercado financeiro, o déficit em conta corrente ficará em US$ 76,5 bilhões. O saldo da balança comercial atingirá US$ 8 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos, US$ 65 bilhões. Com informações da Agência Brasil.

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Lídice participará de audiência.
Lídice participará de audiência.

Produtores de cacau e parlamentares participam de audiência pública, amanhã (31), na Câmara de Vereadores de Itabuna. A pauta principal é o drawback, artifício aduaneiro que permite às indústrias moageiras importar cacau com isenção de impostos. Só que, hoje, com a produção interna em alta, o drawback tem sido utilizado para forçar deságio no preço do produto (confira aqui).

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) confirmou participação na audiência. A pedida dos produtores é para que o governo, no mínimo, reduza o prazo para as operações com cacau importado, de seis para dois anos. Do contrário, empresas reforçam estoque com produto estrangeiro e massacram ainda mais o produtor. As perdas por saca de cacau passam dos R$ 120,00.

A audiência na Câmara de Itabuna será às 8 horas.

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Itabuna é o quinto município mais populoso da Bahia, segundo IBGE (Foto José Nazal).
Itabuna é o quinto município mais populoso da Bahia, segundo IBGE (Foto José Nazal).

O IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou ontem (28) a estimativa populacional para 2015. De acordo com o instituto, o Brasil tem mais de 204 milhões de habitantes e a Bahia supera a marca de 15,2 milhões.

No estado, o maior contingente populacional está na Região Metropolitana de Salvador. A capital baiana tem 2.921.087 habitantes, enquanto Camaçari aparece com 286.919, na quarta posição, sendo superado apenas por Feira de Santana (617.528 habitantes) e Vitória da Conquista (343.230).

Ilhéus registrou queda em número de habitantes, conforme IBGE (Foto José Nazal).
Ilhéus registrou queda em número de habitantes, conforme IBGE (Foto José Nazal).

AUMENTO EM ITABUNA; QUEDA EM ILHÉUS

Itabuna é o mais populoso município do sul da Bahia e, ao contrário de Ilhéus, teve acréscimo de habitantes. São 219.680 ante 218.925 no ano passado. A cidade vizinha, de acordo com a estimativa, viu cair o número de habitantes de 182.350 , no ano passado, para 180.213 agora em 2015.

A data de referência para a estimativa é 1º de julho. Ela define o quanto cada município poderá receber de repasses como Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

OS MUNICÍPIOS MAIS POPULOSOS DA BAHIA

1º SALVADOR – 2.921.087
2º FEIRA DE SANTANA – 617.528
3º VITÓRIA DA CONQUISTA – 343.230
4º CAMAÇARI – 286.919
5º ITABUNA – 219.680

6º JUAZEIRO – 218.324
7º LAURO DE FREITAS – 191.436
8º ILHÉUS – 180.213
9º JEQUIÉ – 161.528
10º TEIXEIRA DE FREITAS – 157.804
11º ALAGOINHAS – 154.495
12º BARREIRAS – 153.918
13º PORTO SEGURO – 145.431
14º SIMÕES FILHO – 133.202
15º PAULO AFONSO – 119.214
16º EUNÁPOLIS – 113.191
17º SANTO ANTÔNIO DE JESUS – 101.548

CONFIRA NÚMERO DE HABITANTES DE CADA UM DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS (CLIQUE AQUI).

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Produtores querem barrar importação de cacau por causa de prejuízos (Foto Luiz Alves).
Produtores querem barrar importação de cacau por causa de prejuízos (Foto Luiz Alves).

– DESÁGIO POR TONELADA CHEGA A 600 DÓLARES

Produtores de cacau do Sul da Bahia estão reclamando do comportamento das três empresas processadoras – Cargill, Barry Callebaut  e ADM, que, por conta da importação de amêndoas da África e da Ásia, estão forçando a queda de preços no mercado nacional. A atuação das três empresas, que define a política de preços, acaba funcionando como uma espécie de cartel.

Há um ano, as empresas chegaram a pagar um ágio de 200 dólares por tonelada e hoje o deságio atinge 600 dólares por tonelada. A diferença chega a -130 reais a cada saca  de 60 quilos em relação a 2014.  Com uma produção de 700 mil sacas, as perdas são consideráveis e comprometem a capacidade de produção e renovação da lavoura.

A principal reivindicação é que o Governo Federal regulamente a importação de cacau, evitando prejuízos aos  produtores brasileiros. Uma das propostas é suspender a importação de cacau (eliminando temporariamente o chamado dawbrack) pelo prazo mínimo de dois anos, já que a produção nacional, em processo de expansão, é capaz de atender às demandas das indústrias processadoras. A previsão é de que os produtores brasileiros devam colher mais de 240 mil toneladas na safra de 2015/16.